Está na lista, meu caro. Como não podia deixar de ser. Felizmente continuam a ser editados em Portugal muitos livros não sujeitos à neoditadura do acordês. O dilema acaba por ser excelente: como escolher apenas um por dia?
Se me permite, Pedro, sugiro um livro de contos de acabei de ler: “Do branco ao negro”. É da Sextante e, por decisão das autoras, não segue o novo acordo. Das doze autoras destaco Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta, Yvette Centeno, Lídia Jorge e Rita Roquette de Vasconcellos, que também fez as ilustrações. É um livro muito bonito e os direitos de autor revertem a favor da Fundação Alzheimer. 🙂 Antonieta
Tomo devida nota, Antonieta. E agradeço-lhe a sugestão. Aliás alguns livros da Sextante já por cá têm passado, sempre que respeitam a norma ortográfica pré-AO. O que não deve ser muito fácil numa editora que aposta na língua como “ferramenta da nossa ação [sic]”.
Sugestão para Sugestão: “Portugal, a Economia de Uma Nação Rebelde”, de José Manuel Félix Ribeiro, edição da Guerra & Paz.
Está na lista, meu caro. Como não podia deixar de ser. Felizmente continuam a ser editados em Portugal muitos livros não sujeitos à neoditadura do acordês. O dilema acaba por ser excelente: como escolher apenas um por dia?
Se me permite, Pedro, sugiro um livro de contos de acabei de ler:
“Do branco ao negro”.
É da Sextante e, por decisão das autoras, não segue o novo acordo.
Das doze autoras destaco Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta, Yvette Centeno, Lídia Jorge e Rita Roquette de Vasconcellos, que também fez as ilustrações.
É um livro muito bonito e os direitos de autor revertem a favor da Fundação Alzheimer.
🙂 Antonieta
Tomo devida nota, Antonieta. E agradeço-lhe a sugestão. Aliás alguns livros da Sextante já por cá têm passado, sempre que respeitam a norma ortográfica pré-AO. O que não deve ser muito fácil numa editora que aposta na língua como “ferramenta da nossa ação [sic]”.