![gp3[1].jpg gp3[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2020/21720707_Rl7Z2.jpeg)
História de Dois Patifes, de Fialho de Almeida
Contos e outras prosas
(edição Guerra & Paz, 2020)
“A presente edição não segue a grafia do novo acordo ortográfico”
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História de Dois Patifes, de Fialho de Almeida
Contos e outras prosas
(edição Guerra & Paz, 2020)
“A presente edição não segue a grafia do novo acordo ortográfico”
Li o conto que dá nome ao livro. Faz parte da Antologia do Conto Português, de João de Melo. Muito visual, palpável. Gostei.
Gosto muito de contos, talvez o meu género literário favorito. E recomendo esta colecção de clássicos da Guerra & Paz, já com vários títulos e a preços módicos.
Eu ainda não li, e se calhar agora não vou ler porque os tempos não estão para grandes empreendimentos aventurosos e aconselham saudáveis precauções.
Isto porque o testemunho da senhora Isabel Paulos de que é um livro palpável, fez-me ponderar seriamente que os tempos não estão para grandes apalpações.
Depois da quarentena caseirinha do país, superiormente preconizada pelo senhor Presidente, vamos lá ver se os riscos se tornam mais ou menos suavizados e então sim, vou ler.
🙂
o cunhado do tal: por lapso faltou-me assinar.
‘A gente’ percebeu quem era.
É mesmo, senhora Isabel Paulos: a “gente” sabe. Sabe sempre.
Muito ao contrário do hipnotizador da Verde Nação com o dele fácil fácil que cada vez se torna mais difuso, aqui a gente sabe sempre que a escrita denuncia o escritor.
🙂
Continuação de uma excelente tarde.
É significativo que o consolo para tão achacado e isolado exemplo do País tenha sido a caligrafia de Centeno, o grande diseur de Fernando Pessoa e autor do sucesso de vendas: a pentalogia A Cativa do Estado. Cada um tem a literatura que merece.
É significativo que o consolo para tão achacado e isolado exemplo do País tenha sido a caligrafia de Centeno, o grande diseur de Fernando Pessoa e autor do sucesso de vendas: a pentalogia A Cativa do Estado. Cada um tem a literatura que merece.
Resto de bom dia.