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O Único e a Sua Propriedade, de Max Stirner
Tradução de João Barrento
Posfácio de José Bragança de Miranda
Filosofia política
(reedição Antígona, 2.ª ed, 2019)
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O Único e a Sua Propriedade, de Max Stirner
Tradução de João Barrento
Posfácio de José Bragança de Miranda
Filosofia política
(reedição Antígona, 2.ª ed, 2019)
Um livro que foi autorizado a ser publicado porque o rei alemão, mais a real mesa censória, julgaram que de tão “doido” o livro nunca teria leitores
Já o li há muitos anos. Mas é livro que quero reler. Em certo sentido, o Homem de Stirner, aproxima-se do Super–Homem de Nietzsche. Mas Stirner vai mais longe, defendendo o roubo, o crime como a única forma de apropriação legítima e individual.
Parabéns à excelente editora Antígona, que este ano festeja o 40.º aniversário.
Grande editora, como a Assírio e Alvim, a, Gradiva, a Quetzal, etc…. Pelos menos eram no meu tempo. Agora não sei.
Casos diferentes. Mas todas existem ainda, felizmente.
(“No seu tempo”?!)
Pedro, é “assustador” quando começamos a ter memórias de coisas passadas há 20 e tais anos….
E que dizer de memórias de mais de 55 anos ? É aterrador ter lembranças “extra corpo”, porque as recordações não nos chegam no corpo de uma criança de 6 anos. “Lembro-me como se fosse hoje”… é isso mesmo.
Quando chegar a essa faze beberei para esquecer. Ou com sorte não me lembrarei já de nada (humor negro)
Fase….