“O rio Douro não teve cantores. Teve-os Mondego e o Tejo também”. E seguem-se linhas sobre um rio (e mais que ele) de “catadura feroz pouco própria para animar os gorjeios dos bernardins, que são sempre lamurientos (…)”.
Mas um rio, uma paisagem e uma terra únicos. E um livro que não se esquece.
Comprei-o ontem mesmo.
Lido este Verão. Originou ‘Francisca’, um dos mais conhecidos filmes de Manoel de Oliveira.
Gostei bastante deste livro — e as primeiras linhas são memoráveis: “O Douro nunca teve cantores”, ou qualquer coisas deste género.
“O rio Douro não teve cantores. Teve-os Mondego e o Tejo também”. E seguem-se linhas sobre um rio (e mais que ele) de “catadura feroz pouco própria para animar os gorjeios dos bernardins, que são sempre lamurientos (…)”.
Mas um rio, uma paisagem e uma terra únicos. E um livro que não se esquece.
Costa