Talvez exista, afinal, António Sousa Homem, pois (e espero que esta compilação o mantenha) ao contrário de Francisco José Viegas tem permanecido semanalmente imune à aberração ortográfica.
Em todo o caso mais um livro a manusear atentamente, antes de comprar, procurando a palavra que ou tranquilize ou denuncie a traição.
A sua observação é mais que pertinente tendo em conta o que se vê por aí .
Cumprimentos
Confirmo o que o nosso amigo RMG já tinha adiantado: o livro está escrito sem genocídio de consoantes. Como, de resto, todos os que aqui recomendo diariamente. É escrita de qualidade exemplar. Notável nonagenário, este doutor Sousa Homem, de escrita sempre buliçosa. Não parece ter tanta idade…
Comprado ontem (na cidade do Porto; de quem eu, nado e criado em Lisboa, sou incondicional apaixonado. Permitam-me a declaração).
Para a colecção, esse como todos os anteriores. Inclusivamente o primeiro, “Os ricos andam tolos”, teimosamente procurado – e encontrado – por minha mulher num alfarrabista e que o autor omite agora na listagem de edições das suas crónicas. Talvez por o achar menos consolidado no retrato familiar nele esboçado.
Costa
Boa aquisição, caro Costa. É uma obra muito bem escrita, sem consoantes mutiladas. (Aproveito para dizer, à boleia das suas palavras, que também sou incondicional apaixonado pela cidade do Porto)
E afinal está lá o Os ricos andam tolos. Na badana da capa. MInha precipitação, mais uma vez.
Costa
Este post fez-me ir à procura do livro (Asa, Maio/2002) e a ler o prefácio, tão actual que poderia ter sido escrito hoje. O António Sousa Homem mentiu no ano e local de nascimento, mas não no mês que é efectivamente Março, dia 14. Este novo livro já está na minha lista de compras. 🙂 Antonieta
Espera-se que nas páginas de contentamento (já não digo nas de melancolia) não mande ninguém tomar nuku.
Neste caso específico será António Sousa Homem de seu nome e Francisco José Viegas de pseudónimo ?
Talvez exista, afinal, António Sousa Homem, pois (e espero que esta compilação o mantenha) ao contrário de Francisco José Viegas tem permanecido semanalmente imune à aberração ortográfica.
Em todo o caso mais um livro a manusear atentamente, antes de comprar, procurando a palavra que ou tranquilize ou denuncie a traição.
Costa
Vinda de quem vem a sugestão estará decerto o livro imune a traições ortográficas de última hora na fase de edição .
É certo, sem dúvida. Foi minha precipitação.
Grato pela observação.
Costa
De nada .
A sua observação é mais que pertinente tendo em conta o que se vê por aí .
Cumprimentos
Confirmo o que o nosso amigo RMG já tinha adiantado: o livro está escrito sem genocídio de consoantes. Como, de resto, todos os que aqui recomendo diariamente.
É escrita de qualidade exemplar. Notável nonagenário, este doutor Sousa Homem, de escrita sempre buliçosa. Não parece ter tanta idade…
Comprado ontem (na cidade do Porto; de quem eu, nado e criado em Lisboa, sou incondicional apaixonado. Permitam-me a declaração).
Para a colecção, esse como todos os anteriores. Inclusivamente o primeiro, “Os ricos andam tolos”, teimosamente procurado – e encontrado – por minha mulher num alfarrabista e que o autor omite agora na listagem de edições das suas crónicas. Talvez por o achar menos consolidado no retrato familiar nele esboçado.
Costa
Boa aquisição, caro Costa. É uma obra muito bem escrita, sem consoantes mutiladas. (Aproveito para dizer, à boleia das suas palavras, que também sou incondicional apaixonado pela cidade do Porto)
E afinal está lá o Os ricos andam tolos. Na badana da capa. MInha precipitação, mais uma vez.
Costa
Este post fez-me ir à procura do livro (Asa, Maio/2002) e a ler o prefácio, tão actual que poderia ter sido escrito hoje.
O António Sousa Homem mentiu no ano e local de nascimento, mas não no mês que é efectivamente Março, dia 14.
Este novo livro já está na minha lista de compras.
🙂 Antonieta
Espera-se que nas páginas de contentamento (já não digo nas de melancolia) não mande ninguém tomar nuku.
O doutor Sousa Homem, pessoa vetusta, parece-me imune a tais assomos de modernidade.