Sugestão: um livro por dia


Pedro Correia,

  

Páginas de Melancolia e Contentamento, de António Sousa Homem

Crónicas

(edição Bertrand, 2013)

12 comentários em “Sugestão: um livro por dia”

    1. Talvez exista, afinal, António Sousa Homem, pois (e espero que esta compilação o mantenha) ao contrário de Francisco José Viegas tem permanecido semanalmente imune à aberração ortográfica.

      Em todo o caso mais um livro a manusear atentamente, antes de comprar, procurando a palavra que ou tranquilize ou denuncie a traição.

      Costa

      1. Vinda de quem vem a sugestão estará decerto o livro imune a traições ortográficas de última hora na fase de edição .

          1. De nada .

            A sua observação é mais que pertinente tendo em conta o que se vê por aí .

            Cumprimentos

          2. Confirmo o que o nosso amigo RMG já tinha adiantado: o livro está escrito sem genocídio de consoantes. Como, de resto, todos os que aqui recomendo diariamente.
            É escrita de qualidade exemplar. Notável nonagenário, este doutor Sousa Homem, de escrita sempre buliçosa. Não parece ter tanta idade…

          3. Comprado ontem (na cidade do Porto; de quem eu, nado e criado em Lisboa, sou incondicional apaixonado. Permitam-me a declaração).

            Para a colecção, esse como todos os anteriores. Inclusivamente o primeiro, “Os ricos andam tolos”, teimosamente procurado – e encontrado – por minha mulher num alfarrabista e que o autor omite agora na listagem de edições das suas crónicas. Talvez por o achar menos consolidado no retrato familiar nele esboçado.

            Costa

          4. Boa aquisição, caro Costa. É uma obra muito bem escrita, sem consoantes mutiladas. (Aproveito para dizer, à boleia das suas palavras, que também sou incondicional apaixonado pela cidade do Porto)

          5. E afinal está lá o Os ricos andam tolos. Na badana da capa. MInha precipitação, mais uma vez.

            Costa

          6. Este post fez-me ir à procura do livro (Asa, Maio/2002) e a ler o prefácio, tão actual que poderia ter sido escrito hoje.
            O António Sousa Homem mentiu no ano e local de nascimento, mas não no mês que é efectivamente Março, dia 14.
            Este novo livro já está na minha lista de compras.
            🙂 Antonieta

  1. Espera-se que nas páginas de contentamento (já não digo nas de melancolia) não mande ninguém tomar nuku.

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