Não deve ser gande espingarda. Tipo por curiosidade pus-me a procurar na net e não há nada sobre o livro. Vai na volta é mais um vanity press. Um outro gajo que nunca ninguem ouviu falar deu-lhes uns miminhos num blógue:
Este é o problema de Portugal, tudo publica-se, depois não admira que as livrarias não vendem e fecham,ninguém encontra o que vale a pena. Um gajo entra numa livraria e nem há Eça e Pessoa é só estes totós que pensam que tem direito a publicar tudo lá porque lhes deu alinhevar uns sentimentos. Isso também eu faço, mas não me meto a artista. O Pacheco Pereira é que tinha razão à uns tempos atrás. O Delito também tem piada, tanto faz réclame a um escritor conceituado como João Tordo como depois se mete a se escrever sobre vanity presses. Não há critério, é como entrar na livraria, fica-se atordoado com tanta barafunda que sai sem levar nada.
Não é preciso recuar “à uns tempos atrás”: há hoje obras de Eça e Pessoa em todas as livrarias. Quem nunca frequenta livrarias, claro, não faz a menor ideia.
Pronto. São especialmente diferentes, pelo que li. Não me servem, prefiro contos que eu entenda. Ora quer a crítica destes como talvez a sua escrita, são complexos. Não é a minha praia e nem correspondem ao que gosto num conto.
Vigilex, acho que devia vigiar o seu português escrito. Não é por nada.
Ó Senhora Dona Beatriz Santos, não se preocupe tanto com o meu português, para a caixa dos comentários está bom o suficiente,não venho aqui a escrever exames da escola.
Ao Leitor Atento, pois bem, então não é vanity press, mas assim como assim já tem o rei na barriga, veja aqui:
Vigilex Preocupo-me sempre com a falta de respeito pela língua portuguesa que, pelo menos no meu caso, tem valor próprio; escrever o melhor que se consegue é fim em si mesmo, e não apenas um meio para.
Não posso na verdade, criticar contos que não li. Também não ambiciono ler contos de 100 palavras todos escritos com termos começados por A (o bocadinho que li pareceu-me francamente pateta quanto ao sentido). Mas admito que o mercado esteja saturado de coisas normais e as pessoas procurem o diferente e se esgueirem por estas brechas. Este jovem escreve bastante, 700 páginas escritas é obra. E ninguém lhes fez caso até ao presente livro…talvez eu seja apenas ignorante e de gosto duvidoso.
Diga-me lá, ‘Vigilex’, o que é que essas respostas têm de presumidas? Mostram aliás autocrítica e à-vontade para brincar consigo próprio. Se ele já “soubese” tudo (um problema de que o ‘Vigilex’ não sofre), ele não teria dito que anda a estudar os clássicos para compreender melhor o seu processo de escrita.
Senhor Leitor Atento (ui!), já percebi que não vale a pena debater com você, que os meus argumentos não o vão convencer. Falei mal do seu amiguinho e veio logo aqui a toda a presa defende-lo. Já deu para perceber. Pois é, o Luiz Pacheco é que tinha muita razão.
“Vigilex”, eu nem sabia que estávamos a debater.
Eu só passei por aqui porque leio o DO com assiduidade; por acaso decidi ler esta caixa de comentários e reparei que o poeta Nuno Dempster estava a ser caluniado; foi por ele que me manifestei. Não sou “amiguinho” de Luís Miguel Rosa, nem sei quem seja, nem li o livro dele. Quem aqui parece ter algo pessoal contra ele é o “Vigilex”. Mas para lhe causar tanta animosidade, esse LMR deve ter alguma qualidade.
Eu da minha parte acabei; já repus os factos sobre Nuno Dempster. Adeus.
Quanta confusão por aqui!
Nuno Dempster é um poeta discreto que já pública há anos; ele não usa ‘vanity presses’. E a Companhia das Ilhas não é uma ‘vanity press’. É uma editora a sério que este ano ainda vai reeditar a obra completa de Vitorino Nemésio.
O título é intrigante e inesperado num livro de contos. Serão especiais? Ou especialmente diferentes?
Não deve ser gande espingarda. Tipo por curiosidade pus-me a procurar na net e não há nada sobre o livro. Vai na volta é mais um vanity press. Um outro gajo que nunca ninguem ouviu falar deu-lhes uns miminhos num blógue:
http://esquerda-da-virgula.blogspot.pt/2 017/09/nova-arte-de-conceitos-contos.htm l
Este é o problema de Portugal, tudo publica-se, depois não admira que as livrarias não vendem e fecham,ninguém encontra o que vale a pena. Um gajo entra numa livraria e nem há Eça e Pessoa é só estes totós que pensam que tem direito a publicar tudo lá porque lhes deu alinhevar uns sentimentos. Isso também eu faço, mas não me meto a artista. O Pacheco Pereira é que tinha razão à uns tempos atrás. O Delito também tem piada, tanto faz réclame a um escritor conceituado como João Tordo como depois se mete a se escrever sobre vanity presses. Não há critério, é como entrar na livraria, fica-se atordoado com tanta barafunda que sai sem levar nada.
Não é preciso recuar “à uns tempos atrás”: há hoje obras de Eça e Pessoa em todas as livrarias.
Quem nunca frequenta livrarias, claro, não faz a menor ideia.
Pronto. São especialmente diferentes, pelo que li. Não me servem, prefiro contos que eu entenda. Ora quer a crítica destes como talvez a sua escrita, são complexos. Não é a minha praia e nem correspondem ao que gosto num conto.
Vigilex, acho que devia vigiar o seu português escrito. Não é por nada.
Ó Senhora Dona Beatriz Santos, não se preocupe tanto com o meu português, para a caixa dos comentários está bom o suficiente,não venho aqui a escrever exames da escola.
Ao Leitor Atento, pois bem, então não é vanity press, mas assim como assim já tem o rei na barriga, veja aqui:
http://www.novoslivros.pt/2017/11/luis-m iguel-rosa-nova-arte-de-conceitos.html
É cada respostas mais presumida, tipo como se já soubese tudo.
Vigilex
Preocupo-me sempre com a falta de respeito pela língua portuguesa que, pelo menos no meu caso, tem valor próprio; escrever o melhor que se consegue é fim em si mesmo, e não apenas um meio para.
Não posso na verdade, criticar contos que não li. Também não ambiciono ler contos de 100 palavras todos escritos com termos começados por A (o bocadinho que li pareceu-me francamente pateta quanto ao sentido). Mas admito que o mercado esteja saturado de coisas normais e as pessoas procurem o diferente e se esgueirem por estas brechas. Este jovem escreve bastante, 700 páginas escritas é obra. E ninguém lhes fez caso até ao presente livro…talvez eu seja apenas ignorante e de gosto duvidoso.
Diga-me lá, ‘Vigilex’, o que é que essas respostas têm de presumidas? Mostram aliás autocrítica e à-vontade para brincar consigo próprio. Se ele já “soubese” tudo (um problema de que o ‘Vigilex’ não sofre), ele não teria dito que anda a estudar os clássicos para compreender melhor o seu processo de escrita.
Senhor Leitor Atento (ui!), já percebi que não vale a pena debater com você, que os meus argumentos não o vão convencer. Falei mal do seu amiguinho e veio logo aqui a toda a presa defende-lo. Já deu para perceber. Pois é, o Luiz Pacheco é que tinha muita razão.
“Vigilex”, eu nem sabia que estávamos a debater.
Eu só passei por aqui porque leio o DO com assiduidade; por acaso decidi ler esta caixa de comentários e reparei que o poeta Nuno Dempster estava a ser caluniado; foi por ele que me manifestei. Não sou “amiguinho” de Luís Miguel Rosa, nem sei quem seja, nem li o livro dele. Quem aqui parece ter algo pessoal contra ele é o “Vigilex”. Mas para lhe causar tanta animosidade, esse LMR deve ter alguma qualidade.
Eu da minha parte acabei; já repus os factos sobre Nuno Dempster. Adeus.
Quanta confusão por aqui!
Nuno Dempster é um poeta discreto que já pública há anos; ele não usa ‘vanity presses’. E a Companhia das Ilhas não é uma ‘vanity press’. É uma editora a sério que este ano ainda vai reeditar a obra completa de Vitorino Nemésio.