Sugestão: um livro por dia


Pedro Correia,

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    Nova Arte de Conceitos, de Luís Miguel Rosa

Contos

(edição Companhia das Ilhas, 2017)

10 comentários em “Sugestão: um livro por dia”

  1. O título é intrigante e inesperado num livro de contos. Serão especiais? Ou especialmente diferentes?

    1. Não deve ser gande espingarda. Tipo por curiosidade pus-me a procurar na net e não há nada sobre o livro. Vai na volta é mais um vanity press. Um outro gajo que nunca ninguem ouviu falar deu-lhes uns miminhos num blógue:

      http://esquerda-da-virgula.blogspot.pt/2017/09/nova-arte-de-conceitos-contos.html

      Este é o problema de Portugal, tudo publica-se, depois não admira que as livrarias não vendem e fecham,ninguém encontra o que vale a pena. Um gajo entra numa livraria e nem há Eça e Pessoa é só estes totós que pensam que tem direito a publicar tudo lá porque lhes deu alinhevar uns sentimentos. Isso também eu faço, mas não me meto a artista. O Pacheco Pereira é que tinha razão à uns tempos atrás. O Delito também tem piada, tanto faz réclame a um escritor conceituado como João Tordo como depois se mete a se escrever sobre vanity presses. Não há critério, é como entrar na livraria, fica-se atordoado com tanta barafunda que sai sem levar nada.

      1. Pronto. São especialmente diferentes, pelo que li. Não me servem, prefiro contos que eu entenda. Ora quer a crítica destes como talvez a sua escrita, são complexos. Não é a minha praia e nem correspondem ao que gosto num conto.

        Vigilex, acho que devia vigiar o seu português escrito. Não é por nada.

        1. Ó Senhora Dona Beatriz Santos, não se preocupe tanto com o meu português, para a caixa dos comentários está bom o suficiente,não venho aqui a escrever exames da escola.

          Ao Leitor Atento, pois bem, então não é vanity press, mas assim como assim já tem o rei na barriga, veja aqui:

          http://www.novoslivros.pt/2017/11/luis-miguel-rosa-nova-arte-de-conceitos.html

          É cada respostas mais presumida, tipo como se já soubese tudo.

          1. Vigilex
            Preocupo-me sempre com a falta de respeito pela língua portuguesa que, pelo menos no meu caso, tem valor próprio; escrever o melhor que se consegue é fim em si mesmo, e não apenas um meio para.

            Não posso na verdade, criticar contos que não li. Também não ambiciono ler contos de 100 palavras todos escritos com termos começados por A (o bocadinho que li pareceu-me francamente pateta quanto ao sentido). Mas admito que o mercado esteja saturado de coisas normais e as pessoas procurem o diferente e se esgueirem por estas brechas. Este jovem escreve bastante, 700 páginas escritas é obra. E ninguém lhes fez caso até ao presente livro…talvez eu seja apenas ignorante e de gosto duvidoso.

          2. Diga-me lá, ‘Vigilex’, o que é que essas respostas têm de presumidas? Mostram aliás autocrítica e à-vontade para brincar consigo próprio. Se ele já “soubese” tudo (um problema de que o ‘Vigilex’ não sofre), ele não teria dito que anda a estudar os clássicos para compreender melhor o seu processo de escrita.

          3. Senhor Leitor Atento (ui!), já percebi que não vale a pena debater com você, que os meus argumentos não o vão convencer. Falei mal do seu amiguinho e veio logo aqui a toda a presa defende-lo. Já deu para perceber. Pois é, o Luiz Pacheco é que tinha muita razão.

          4. “Vigilex”, eu nem sabia que estávamos a debater.

            Eu só passei por aqui porque leio o DO com assiduidade; por acaso decidi ler esta caixa de comentários e reparei que o poeta Nuno Dempster estava a ser caluniado; foi por ele que me manifestei. Não sou “amiguinho” de Luís Miguel Rosa, nem sei quem seja, nem li o livro dele. Quem aqui parece ter algo pessoal contra ele é o “Vigilex”. Mas para lhe causar tanta animosidade, esse LMR deve ter alguma qualidade.

            Eu da minha parte acabei; já repus os factos sobre Nuno Dempster. Adeus.

      2. Quanta confusão por aqui!

        Nuno Dempster é um poeta discreto que já pública há anos; ele não usa ‘vanity presses’. E a Companhia das Ilhas não é uma ‘vanity press’. É uma editora a sério que este ano ainda vai reeditar a obra completa de Vitorino Nemésio.

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