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Olhar o Mundo, de António Mateus, com Francisco Seixas da Costa, Ana Isabel Xavier, Felipe Pathé Duarte, Luís Tomé, Teresa Anjinho, Tiago Moreira de Sá
Política internacional
(edição Marcador, 2017)
“Por vontade expressa do autor e dos colaboradores, à excepção do texto de Francisco Seixas da Costa, a presente edição não segue a grafia do Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa”

Ora aqui está um livro a adquirir e ler, já de seguida ao que tenho em leitura actualmente; ética no mundo real de Peter singer.
Recomendo. É de leitura fácil e proveitosa.
Qual, o de Ética?
O “ética no mundo real” do Peter Singer, é na realidade um livro de crónicas sobre uma das sub-disciplinas da filosofia, a ética, mas escrito de forma bem simples, muito actual e de fácil leitura. Está dividido em vários capítulos: grandes questões, animais, para lá da ética da santidade da vida, bioética e saúde pública, sexo e género, fazer o bem, felicidade, política, governação global, ciência e tecnologia e vida, desporto e trabalho. Editado em Portugal pelas edições 70, em Abril de 2017, com a tradução do bem conhecido filósofo português, Desidério Murcho. Curiosamente, alguns dos capítulos do livro, intersectam-se com o tema principal de um outro que li antes este, “homo Deus”, também editado recentemente por cá.
Não tinha dado conta da minha excecionalidade. Feitios! Abraço.
Continuamos muito longe do consenso nesta matéria, meu caro. Abraço.
Nem nunca lá chegaremos! É a vida! Bom agosto!
Obrigado, meu caro. Que o seu Agosto seja a gosto.
“Pára para pensar!”, eis um conselho, sugestão ou súplica, que se não pode apresentar a um “acordita”. Não por escrito, pelo menos. E não por nossa deficiente capacidade de exposição. Antes pela deliberadamente ambígua – na melhor hipótese – formulação pelo código que adoptou.
E, bem vistas as coisas, pensar é amiúde algo de trabalhoso para quem o faça. Isso e um perigoso incómodo (uma intolerável ameaça) para o destinatário ou objecto desse pensamento. Algo por isso a desencorajar vivamente.
Uma pena ver quem temos na conta de ser pensante – e entre eles credor de destaque – a aceitar e promover tal submissão. E fazendo-o explicitamente em nome de um argumento político.
A cultura nas mãos da baixa política. As coisas pelo seu nome: o triunfo da estupidez. E, ainda mais doloroso, estupidez servida pela inteligência.
Sinal dos tempos.
Costa