Curiosamente, alguém que perante os seus leitores estava devidamente identificado, que leu este livro criticou-o essencialmente pelo mesmo motivo do anónimo acima, considerando-o um bluff e, se bem me pareceu, escrito por uma jornalista, o que torna a situação algo mais desagradável ainda.
Eu nuca fui à Coreia do Norte nem nutro simpatias pelo regime. Mas conheço dois amigos íntimos que já lá foram. O que me impressiona é que o que eles me relataram está muito longe do que leio na imprensa. Em quem acreditar? É confuso.
Houve um trecho que me impressionou particularmente. Quando a autora diz que não viu cães, gatos ou pássaros. Nem um para amostra. Animais invisíveis. Um dos vários motivos de estranheza no quotidiano da Coreia do Norte.
Sim. Também estranhei isso. Assim como a biblioteca e a ausência de pessoas a ler livros. Aliás, durante a apresentação do livro perguntei -lhe se os norte coreanos liam livros e ela não viu uma única pessoa a ler…
Outro pormenor que ela estranhou — e que parece não ter impressionado os “amigos íntimos” do anonimo mais acima — foi não ter visto nenhum portador da mínima deficiência física. Algo que se vê em qualquer cidade do mundo livre. Como se essas pessoas estivessem proibidas de conviver com as restantes em espaços públicos. Ao questionar os omnipresentes “guias” sobre essa evidência, ficou sem resposta. Oficialmente, não existem deficientes na Coreia do Norte.
há muitas “ausencias” notadas pela jornalista que, a nós, que vivemos no mundo ocidental, faz confusão. Aliás, uma das frases da Margarida (na apresentação e creio que no livro) é que aprendeu mais sobre a Coreia do Norte pelo que não lhe mostraram do que pelo que viu.
Acho que os amigos intimos do anonimo mais acima só se focaram no que queriam ver… ou então são distraidos. Muito distraidos (ou cegos mas pronto, isto já sou eu a inventar :p)
Os amigos íntimos do nosso anónimo fazem-me lembrar a ex-deputada Odete Santos, que há uns anos foi passar férias a Cuba e quando regressou disse não ter visto por lá o menor indício de prostituição. A fé cega não move montanha alguma…
ahahahaahahahahahahaha isso mesmo! prostituição em Cuba também deve ser uma miragem :p
não há maior cego do que aquele que não quer ver. E já se percebeu que anda muito cego por aí
Por acaso inventa-se muita coisa. Mas não sei…
Como a ex-deputada Odete Santos. Que inventou o fim da prostituição em Cuba.
A prostituição nunca acabará enquanto houver homens a sofrerem com erecções prolongadas. Seja ela legal ou clandestina. Por muito que isso custe às feministas empedernidas a quem só resta uma solução: capar todos os homens o que não me parece fácil. Elas não entendem porque não têm erecções e não fazem o menor esforço para entenderem o outro.
Só o facto d’um jornalista não poder circular livremente, é só por si um excelente indicativo de que CNorte é um país altamente democrático … Comunas anónimos e “desanonimos”… tomem juízo!
Título algo falacioso, visto que a própria jornalista reconhece não ter conseguido “espreitar por detrás da máquina de propaganda” do regime.
Nada falacioso, se o objectivo do livro for uma espécie de Propaganda!
Curiosamente, alguém que perante os seus leitores estava devidamente identificado, que leu este livro criticou-o essencialmente pelo mesmo motivo do anónimo acima, considerando-o um bluff e, se bem me pareceu, escrito por uma jornalista, o que torna a situação algo mais desagradável ainda.
Talvez não sejam duas pessoas – essa tal e o anónimo ali acima. Talvez seja a mesma.
Eu nuca fui à Coreia do Norte nem nutro simpatias pelo regime. Mas conheço dois amigos íntimos que já lá foram. O que me impressiona é que o que eles me relataram está muito longe do que leio na imprensa. Em quem acreditar? É confuso.
Amigos íntimos da Coreia do Norte?
Li-o nas minhas férias. Excelente livro (a opinião mais completa aqui – http://stoneartbooks.blogs.sapo.pt/core ia-do-norte-a-realidade-99414)
Houve um trecho que me impressionou particularmente. Quando a autora diz que não viu cães, gatos ou pássaros. Nem um para amostra. Animais invisíveis. Um dos vários motivos de estranheza no quotidiano da Coreia do Norte.
Sim. Também estranhei isso. Assim como a biblioteca e a ausência de pessoas a ler livros. Aliás, durante a apresentação do livro perguntei -lhe se os norte coreanos liam livros e ela não viu uma única pessoa a ler…
Outro pormenor que ela estranhou — e que parece não ter impressionado os “amigos íntimos” do anonimo mais acima — foi não ter visto nenhum portador da mínima deficiência física. Algo que se vê em qualquer cidade do mundo livre.
Como se essas pessoas estivessem proibidas de conviver com as restantes em espaços públicos.
Ao questionar os omnipresentes “guias” sobre essa evidência, ficou sem resposta. Oficialmente, não existem deficientes na Coreia do Norte.
há muitas “ausencias” notadas pela jornalista que, a nós, que vivemos no mundo ocidental, faz confusão. Aliás, uma das frases da Margarida (na apresentação e creio que no livro) é que aprendeu mais sobre a Coreia do Norte pelo que não lhe mostraram do que pelo que viu.
Acho que os amigos intimos do anonimo mais acima só se focaram no que queriam ver… ou então são distraidos. Muito distraidos (ou cegos mas pronto, isto já sou eu a inventar :p)
Os amigos íntimos do nosso anónimo fazem-me lembrar a ex-deputada Odete Santos, que há uns anos foi passar férias a Cuba e quando regressou disse não ter visto por lá o menor indício de prostituição.
A fé cega não move montanha alguma…
ahahahaahahahahahahaha isso mesmo! prostituição em Cuba também deve ser uma miragem :p
não há maior cego do que aquele que não quer ver. E já se percebeu que anda muito cego por aí
Por acaso inventa-se muita coisa. Mas não sei…
Como a ex-deputada Odete Santos. Que inventou o fim da prostituição em Cuba.
A prostituição nunca acabará enquanto houver homens a sofrerem com erecções prolongadas. Seja ela legal ou clandestina. Por muito que isso custe às feministas empedernidas a quem só resta uma solução: capar todos os homens o que não me parece fácil. Elas não entendem porque não têm erecções e não fazem o menor esforço para entenderem o outro.
Só o facto d’um jornalista não poder circular livremente, é só por si um excelente indicativo de que CNorte é um país altamente democrático …
Comunas anónimos e “desanonimos”… tomem juízo!
Tente andar livremente por aqui (penso que o Cartão Viva Lisboa, lhe chegará):
https://www.sis.pt/
Só realmente um emborcador muito bem emborcado, ousa fazer semelhante comparação…
Nem merce resposta!
Parece que o ex espião Silva Carvalho tinha uma lista com os hábitos sexuais de alguns jornalistas e políticos da nossa praça. Tipo “Hoover”