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Anatomia de uma Revolução, de António Barreto
Prefácio de Maria de Fátima Bonifácio
A reforma agrária em Portugal, 1974-1976
(edição D. Quixote, 2017)
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Anatomia de uma Revolução, de António Barreto
Prefácio de Maria de Fátima Bonifácio
A reforma agrária em Portugal, 1974-1976
(edição D. Quixote, 2017)
comprei um artigo de consumo obrigatório
aos senhores
SMITH e WESSON
‘bonifício que faz fogo … de artifácio’
Já imagino, sem ler e sem o querer ler, que o livro de António Barreto, será como um Manifesto. Um novo Bilhete de Identidade. Algo assim como um sair da clandestinidade. Um levantar-se, escolhendo para o fazer, o lado contrário, daquele, com que um dia se gostou de acostar.
Um belo casal. Maria Filomena Mónica e Barreto.
Barreto, que pela negritude do hábito se faz confundir com um jesuíta. Que pela negritude do fato e do facto confunde, confunde-nos, numa suposta profundidade do pensar, a ausência de uma qualquer ideia. Barreto parte por hoje apenas da negação. Barreto, a mim não mo enfias tu, o barrete.