![2106_big[1].gif 2106_big[1].gif](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2017/20529586_6ejV3.jpeg)
Republicanos, Anarquistas e Comunistas no Exílio (1927-1936),
de Cristina Clímaco
História
Prémio Fundação Mário Soares
(edição Colibri, 2017)
![2106_big[1].gif 2106_big[1].gif](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2017/20529586_6ejV3.jpeg)
Republicanos, Anarquistas e Comunistas no Exílio (1927-1936),
de Cristina Clímaco
História
Prémio Fundação Mário Soares
(edição Colibri, 2017)
“Existe outro par de tendências antagónicas que corresponde melhor à distinção entre esquerda e direita. Enquanto a esquerda sublinha a igualdade essencial de todos os seres humanos a direita sublinha as diferenças entre seres humanos, que também são essenciais à humanidade. Somos todos iguais mas também todos diferentes.”
Claro que somos todos iguais e todos diferentes.
O que não devemos confundir é a diferença associada à riqueza de poucos à custa da pobreza de muitos.
Até porque, na maior parte dos casos, não há nenhum mérito nisso.
Eis porque penso que o esquerdismo, tal como é entendido no texto, terá de ser essencial e não acidental.
Julgo que este seu comentário veio parar ao postal errado.
Julgo, não: tenho a certeza.
Tem razão.
Peço desculpa!
Obrigado!
João de Brito
O anónimo, que acaba de escrever o comentário, é um daqueles muitos anónimos que têm nome, mas algo ou alguém decidiu, a certa altura, remetê-lo à sua anónima insignificância.
A partir daí, passei a ser uma insignificância com assinatura.
João de Brito
A questão não é essa. A questão é que o seu comentário dirigia-se ao texto acima deste, e não ao livro do dia.
O reparo é independente do comentário e o motivo já vem de longe.
O pretexto foi ter-me esquecido de assinar.
Outra vez obrigado, pela sua atenção!
João de Brito