![capa_IR_Algarve_300dpi[1].jpg capa_IR_Algarve_300dpi[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2017/20525509_mBGhu.jpeg)
Ir é o Melhor Remédio – Algarve, de Teresa Conceição
Roteiros de lazer
(edição Guerra & Paz, 2017)
“A presente edição não segue a grafia do novo Acordo Ortográfico”
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Ir é o Melhor Remédio – Algarve, de Teresa Conceição
Roteiros de lazer
(edição Guerra & Paz, 2017)
“A presente edição não segue a grafia do novo Acordo Ortográfico”
Um par snobs. A autora e o Martim Cabral. A gozar com o pagode nos seus fins de semana esbanjados em comidas e camas exóticas. E a maioria dos que janta, a vê-los, não ganha na semana, a rir, esses fins de semana, do Ir. Há programas que deveriam passar durante o repouso dos cansados milenaristas e mil-euristas.
Ela não sei mas ele é um bocadinho pedante — aliás já não aparece como autor porque um cérebro como o dele com uma arquitectura política e filosófica de um calibre que nem o macaco do Averróis tinha (o mesmo cavalheiro que há pouco tempo aparecia de perna estendida numa varanda de Tavira e cogitava como os Árabes —digam-lhe que os que cá andaram não eram Árabes) não devem ter gostado nada de ter sido expulsos do Algarve (sem referir que primeiro o invadiram e que nunca aqui pertenceram, o que dá logo azo a que os Louçãs e outros estúpidos até achem que se calhar eles eram nativos daqui) — um gajo com uma pinha daquelas, dizia eu, não assina livritos de tempos livres. Aliás, vive em Londres e só escreve em Inglês do tempo do Coleridge (esse junkie jacobino meio comuna)