Depois das intenções de voto declaradas por Rentes Carvalho, penso que já não é politicamente correto para alguns 😉 alguém recomendar obras desta autor 🙂 . Esta obra temme sido recomendada juntamente com “Os lindos braços da Júlia da farmácia”, mas apenas li “O Rebate” e o ensaio sobre Portugal e Abril.
Pois, o meu comentário era um elogio aos que não se deixam influenciar pelos censores de pessoas que não estão em consonância com o politicamente correto para alguns, mesmo quando se trata de assuntos alheios a esses domínios como é o caso da cultura.
É autor maldito, é. Consequência de não prestar vassalagem ao index do pensamento do novo tempo, ou tempo novo, ou lá o que é que por estes dias por cá suportamos. Aliás o breve e precioso prefácio de A Ira de Deus Sobre a Europa será insuportavelmente iconoclasta, decerto, para o politicamente correcto. Permita-se-me, a propósito, outra invocação inadmissível: graças a Deus!
E permita-me uma sugestão: leia, por favor, a Amante Holandesa. Mas antes desse, o absolutamente inesquecível Ernestina.
Depois das intenções de voto declaradas por Rentes Carvalho, penso que já não é politicamente correto para alguns 😉 alguém recomendar obras desta autor 🙂 .
Esta obra temme sido recomendada juntamente com “Os lindos braços da Júlia da farmácia”, mas apenas li “O Rebate” e o ensaio sobre Portugal e Abril.
Caro Carlos, se fôssemos colocar autores no ‘index’ devido às opiniões que emitem, mais de metade do conteúdo das bibliotecas seria área interdita.
Pois, o meu comentário era um elogio aos que não se deixam influenciar pelos censores de pessoas que não estão em consonância com o politicamente correto para alguns, mesmo quando se trata de assuntos alheios a esses domínios como é o caso da cultura.
É autor maldito, é. Consequência de não prestar vassalagem ao index do pensamento do novo tempo, ou tempo novo, ou lá o que é que por estes dias por cá suportamos. Aliás o breve e precioso prefácio de A Ira de Deus Sobre a Europa será insuportavelmente iconoclasta, decerto, para o politicamente correcto. Permita-se-me, a propósito, outra invocação inadmissível: graças a Deus!
E permita-me uma sugestão: leia, por favor, a Amante Holandesa. Mas antes desse, o absolutamente inesquecível Ernestina.
Costa