As Novas Aventuras de Robinson Crusoe, de Daniel Defoe
Tradução de Virgílio Tenreiro Viseu
Romance
(edição E-primatur, 2017)
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Mais que esta obra cujo conteúdo se perde na minha memória da adolescência, tanto em livros como em série da televisão, o mais interessante é a iniciativa desta editora em trazer para o Portugal de hoje obras esquecidas ou menos conhecidas cujos riscos editoriais elevados não garantia a sua publicação, apesar da sua qualidade, colmatando assim uma lacuna no panorama de livros disponíveis em Português.
Há na língua portuguesa, não há? Que eu saiba, em português sempre foi Crusoé, não entendo porquê retirá-lo agora. Deve ser um fenómeno idêntico ao dos Estrunfes que passaram a Smurfs… Não tem sentido.
Então para si Copérnico deve escrever-se Copernicus? Kopernik? É Crusoé que se escreve e lê em português, sempre foi. Se consultar qualquer tradução é assim que lá está, menos nesta. Deve ser algum editor/tradutor armado em moderno.
Mais que esta obra cujo conteúdo se perde na minha memória da adolescência, tanto em livros como em série da televisão, o mais interessante é a iniciativa desta editora em trazer para o Portugal de hoje obras esquecidas ou menos conhecidas cujos riscos editoriais elevados não garantia a sua publicação, apesar da sua qualidade, colmatando assim uma lacuna no panorama de livros disponíveis em Português.
É verdade, Carlos. Autêntico serviço público.
Já Crusoé perdeu o acento?
Há acentos na língua inglesa?
Há na língua portuguesa, não há? Que eu saiba, em português sempre foi Crusoé, não entendo porquê retirá-lo agora. Deve ser um fenómeno idêntico ao dos Estrunfes que passaram a Smurfs… Não tem sentido.
Crusoe é um apelido inglês, a sílaba final lê-se como Joe. Não tem que levar acento.
Então para si Copérnico deve escrever-se Copernicus? Kopernik? É Crusoé que se escreve e lê em português, sempre foi. Se consultar qualquer tradução é assim que lá está, menos nesta. Deve ser algum editor/tradutor armado em moderno.