Parece-me um mau princípio (um daqueles princípios que o Lavoura poderia defender) mas fico à espera de ler qualquer coisa do Jóne dos Payçios que é assim que eles dizem ou então do hémingueuaei enquanto os gajos do PC se entretêm com o cante do Alentéj e os gajos do PSD com o Biras em Balongo. Isto para não falar dos Polacos de Crácao que é assim que se diz em Polaco ou os quadros de Bréuxcle (que é assim que se diz Breughel). Enfim…
Além disso é Curilof no original (ou Kuriloff, na América) — um nome judeu que não é necessariamente lido com o acento russo na Ucrânia ou na Bulgária, países de onde parece ser originário. Penso eu de que.
De vez em quando há umas modas novas: porquê o acento no i de Kurilov?
Para adaptar a fonética original russa às nossas regras ortográficas. Sem acento, teríamos a tendência de ler “Kurilóv”.
Parece-me um mau princípio (um daqueles princípios que o Lavoura poderia defender) mas fico à espera de ler qualquer coisa do Jóne dos Payçios que é assim que eles dizem ou então do hémingueuaei enquanto os gajos do PC se entretêm com o cante do Alentéj e os gajos do PSD com o Biras em Balongo. Isto para não falar dos Polacos de Crácao que é assim que se diz em Polaco ou os quadros de Bréuxcle (que é assim que se diz Breughel). Enfim…
Além disso é Curilof no original (ou Kuriloff, na América) — um nome judeu que não é necessariamente lido com o acento russo na Ucrânia ou na Bulgária, países de onde parece ser originário. Penso eu de que.
Mais um bom livro da sistema solar com uma apresentação brilhante de Aníbal Fernandes. Cada vez gosto mais da linha literária desta editora.
Também eu.