![image[1].jpg image[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2017/20231244_0dcpT.jpeg)
Adeus, Avó!, de Augusto Reis
Romance
(edição Guerra & Paz, 2017)
“A presente edição não segue as regras do novo Acordo Ortográfico”
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Adeus, Avó!, de Augusto Reis
Romance
(edição Guerra & Paz, 2017)
“A presente edição não segue as regras do novo Acordo Ortográfico”
Humildes sugestões:
Quinta-feira,e outros dias, de Aníbal Cavaco Silva
Cá para mim deveria chamar-se Domingo e outros dias, que é quando a semana começa.
Sinopse
Tendo mantido até agora reservada parte importante da minha ação como Presidente da República, convicto de que essa era a melhor forma de defender o superior interesse nacional – e nunca tendo ocorrido fugas de informação para a comunicação social sobre o que se passou nos meus encontros com o Primeiro-Ministro e outros membros do Governo -, entendo que é altura de completar a prestação de contas aos Portugueses dando público testemunho de componentes relevantes da minha magistratura que são, em larga medida, desconhecidos dos cidadãos.
Deus, o Diabo e Eu, de Luís Pereira de Sousa
Só pelo titulo parece-me que Luís Pereira de Sousa faz hoje parte da côrte celestial.
Luís Pereira de Sousa, jornalista e ex-apresentador de televisão, conta, na primeira pessoa, uma assustadora experiência: esteve morto e voltou à vida.
Em Abril de 2013, uma viagem romântica num veleiro terminou da pior forma. Luís Pereira de Sousa caiu ao mar. Ninguém assistiu à queda, tendo sido salvo no último minuto, quando apenas restava oxigénio num décimo do pulmão esquerdo.
Entre a vida e a morte, entre Deus e o Diabo, sobreviveu para revelar a mais impressionante experiência por que um ser humano pode passar. Sem filtros nem tabus, conta todos os pormenores da sua luta. Preso à vida por um fio, passou dias e noites de tormento no hospital, com outros moribundos, numa guerra que se tornou colectiva. Desesperado, entre o bem e o mal e o confronto consigo próprio e com os outros, deparou-se com revelações difíceis de imaginar noutras circunstâncias.
Mas ter tratado Deus e o Diabo por tu foi meio caminho andado para encontrar a porta da consciência entreaberta e se deparar com um objecto de valor incalculável e ainda com novos amigos, um novo amor, uma outra morada e um novo destino.
Agradeço as duas sugestões. E vou seguir uma delas.
Pedro a seguir, não siga a do diabo. É o cabo dos trabalhos