Príncipe Lucifer Senhor da Terra Foi pelo amor, que de nós tiveste, eterna a Tua danação Samael, meu Senhor, outrora o preferido de deus. Compungia-te Adão e Eva Tão nus, como dois animais Perdidos em ignorância bestial Tremulantes numa alma animal
Foi de ti o nosso entendimento do bem e do mal De ti, a nossa moral Conhecimento de deuses Mas os deuses avaros do seu poder, guardaram de nós o fruto da Árvore da Vida eterna E sabedores da mortalidade, ficámos fonte de anseios
Rebelaste-te novamente e enviaste Prometeu Por Ti, através dele, deste-nos também as virtudes do fogo Mas os deuses avaros do seu poder esqueceram-nos dele E deram-nos os holocaustos Em nome de Lucifer, Samael e Prometeu Guardai-nos, na Terra, do Deus dos Céus Castigador
Por que será que várias editoras nos últimos tempos têm decidido editar obras que se já se encontram editadas e ainda disponíveis? Ainda há uma edição da Tinta-da-china deste livro. A Guerra e Paz também está a editar imensos livros “repetidos”. A RDA vai editar um de Dickens que foi recentemente publicado pela E-Primatur. Há tantos autores inéditos e pegam nos mesmos… E não me parece que os motivos tenham a ver com domínio público. Tem alguma explicação, Pedro? Não estou a reclamar, somente há meses que me pergunto a razão destas decisões.
É uma excelente pergunta, a sua. Confesso que a tenho feito a mim próprio há muito tempo, sempre sem obter resposta credível. Há várias edições portuguesas da Ana Karenina, da Guerra e Paz, de Em Busca do Tempo Perdido, etc, etc. Já sem falar do Eça e do Camilo, por exemplo.
Realmente eu também tenho a versão da tinta da china deste livro e tenho a ideia que ela saiu há muito pouco tempo, até. Devo dizer, no entanto que tenho muitos livros da sistema solar, que acho uma belíssima editora. A maior parte dos livros desta editora, que eu tenho, são traduzidos e prefaciados pelo Aníbal Fernandes e já vos digo, é para mim um prazer ler este senhor. Não o conheço de lado nenhum, mas escreve muito bem.
Príncipe Lucifer
Senhor da Terra
Foi pelo amor, que de nós tiveste, eterna a Tua danação
Samael, meu Senhor, outrora o preferido de deus.
Compungia-te Adão e Eva
Tão nus, como dois animais
Perdidos em ignorância bestial
Tremulantes numa alma animal
Foi de ti o nosso entendimento do bem e do mal
De ti, a nossa moral
Conhecimento de deuses
Mas os deuses avaros do seu poder, guardaram de nós o fruto da Árvore da Vida eterna
E sabedores da mortalidade, ficámos fonte de anseios
Rebelaste-te novamente e enviaste Prometeu
Por Ti, através dele, deste-nos também as virtudes do fogo
Mas os deuses avaros do seu poder esqueceram-nos dele
E deram-nos os holocaustos
Em nome de Lucifer, Samael e Prometeu
Guardai-nos, na Terra, do Deus dos Céus Castigador
Por que será que várias editoras nos últimos tempos têm decidido editar obras que se já se encontram editadas e ainda disponíveis? Ainda há uma edição da Tinta-da-china deste livro.
A Guerra e Paz também está a editar imensos livros “repetidos”. A RDA vai editar um de Dickens que foi recentemente publicado pela E-Primatur.
Há tantos autores inéditos e pegam nos mesmos…
E não me parece que os motivos tenham a ver com domínio público.
Tem alguma explicação, Pedro? Não estou a reclamar, somente há meses que me pergunto a razão destas decisões.
É uma excelente pergunta, a sua. Confesso que a tenho feito a mim próprio há muito tempo, sempre sem obter resposta credível.
Há várias edições portuguesas da Ana Karenina, da Guerra e Paz, de Em Busca do Tempo Perdido, etc, etc.
Já sem falar do Eça e do Camilo, por exemplo.
Realmente eu também tenho a versão da tinta da china deste livro e tenho a ideia que ela saiu há muito pouco tempo, até. Devo dizer, no entanto que tenho muitos livros da sistema solar, que acho uma belíssima editora. A maior parte dos livros desta editora, que eu tenho, são traduzidos e prefaciados pelo Aníbal Fernandes e já vos digo, é para mim um prazer ler este senhor. Não o conheço de lado nenhum, mas escreve muito bem.