Não que a sua sugestão de leitura não seja boa ou muito boa. Não conheço o livro mas costuma recomendar boas leituras.
Mas deixe-me que recomende também esta sugestão de leitura, sobretudo para os funcionários públicos que é o diploma que estipula o aumento do horário de trabalho no Estado, de 35 para 40 horas semanais, foi hoje publicado em Diário da República, entrando em vigor a 28 de Setembro.
Agradeço-lhe a sugestão, Fernando. Vem de algum modo ao encontro do próximo texto que tenciono escrever, sobre pessoas que chegam a trabalhar 110 horas por semana. Sem qualquer dia de descanso. Não nas fábricas da China ou do Bangladeche, mas na City londrina. Outra forma de escravatura. Escravos de gravata.
Gosto muito da Inês Pedrosa! A Inês dos livros, das crónicas do expresso (pena ter acabado), da Casa Fernando Pessoa (belo trabalho!). Tenho saudades da Inês da rádio, da «Biblioteca da Minha Vida» (que costumava gravar em cassetes), das conversas com a Maria João Seixas, Gabriela Canavilhas e Miguel Real, aos domingos de manhã. Foi por sugestão da Inês e da Helena Sacadura Cabral que conheci o Sandór Marai e o livro «As Velas Ardem até ao Fim». Obrigada às duas! Todos estes programas acabaram, não há verba, dizem eles… Restam-me os livros! 🙂 Antonieta
Pedro, ainda cá volto para dizer que foi nesse programa de rádio que travei conhecimento com as fantásticas gargalhadas da HSC. Eram 4 mulheres, de diferentes gerações, que falavam de tudo, sem tabus. Penso que as outras duas, além da Helena e da Inês, eram a Raquel Bulha e a Maria João Falcão, talvez a Helena possa confirmar. Era muito divertido! Antonieta
Caro Pedro Correia,
Não que a sua sugestão de leitura não seja boa ou muito boa. Não conheço o livro mas costuma recomendar boas leituras.
Mas deixe-me que recomende também esta sugestão de leitura, sobretudo para os funcionários públicos que é o diploma que estipula o aumento do horário de trabalho no Estado, de 35 para 40 horas semanais, foi hoje publicado em Diário da República, entrando em vigor a 28 de Setembro.
http://dre.pt/pdf1sdip/2013/08/16600/052 0605209.pdf
Cumprimentos,
Agradeço-lhe a sugestão, Fernando. Vem de algum modo ao encontro do próximo texto que tenciono escrever, sobre pessoas que chegam a trabalhar 110 horas por semana. Sem qualquer dia de descanso. Não nas fábricas da China ou do Bangladeche, mas na City londrina. Outra forma de escravatura. Escravos de gravata.
Gosto muito da Inês Pedrosa!
A Inês dos livros, das crónicas do expresso (pena ter acabado), da Casa Fernando Pessoa (belo trabalho!).
Tenho saudades da Inês da rádio, da «Biblioteca da Minha Vida» (que costumava gravar em cassetes), das conversas com a Maria João Seixas, Gabriela Canavilhas e Miguel Real, aos domingos de manhã.
Foi por sugestão da Inês e da Helena Sacadura Cabral que conheci o Sandór Marai e o livro «As Velas Ardem até ao Fim». Obrigada às duas!
Todos estes programas acabaram, não há verba, dizem eles…
Restam-me os livros!
🙂 Antonieta
Gosto também. Delas. Da Inês e da Helena.
Pedro, ainda cá volto para dizer que foi nesse programa de rádio que travei conhecimento com as fantásticas gargalhadas da HSC.
Eram 4 mulheres, de diferentes gerações, que falavam de tudo, sem tabus.
Penso que as outras duas, além da Helena e da Inês, eram a Raquel Bulha e a Maria João Falcão, talvez a Helena possa confirmar.
Era muito divertido!
Antonieta
São fantásticas, Antonieta, confirmo (e mais fantásticas ainda quando escutadas ‘in loco’).