Desconheço se ela cantou isto no concerto do mês passado em Lisboa. Fica aqui com uma dedicatória às raparigas desiludidas com os homens e em busca de alternativas. Mas atenção: alguns babam-se, outros largam muito pêlo e quase todos acabam por constituir excelentes pretextos para os homens meterem conversa.
Adenda 1: O “quase todos” exclui chihuahuas, que qualquer homem digno do termo (instintivamente sei o que é mas não me peçam para explicar) despreza, bem como pitbulls, dobermans e rottweilers, que qualquer homem sensato receia.
Adenda 2: Por outro lado, uma mulher a passear um rottweiler tem de ser especial…
Adenda 3: Mas não. Há riscos que não compensam.
Adenda 4: Hmmmmm…
Adenda 5: Bom, se a situação se apresentar logo se vê.

Bem, alguns homens também se babam, outros largam muito pêlo e quase todos acabam por constituir excelentes pretextos para outros homens meterem conversa…
Agora a sério, ter um cão – e os rottweiler são fofinhos apenas precisam de ser bem treinados – é uma excelente forma de alargar o círculo de conhecimentos. E os cães têm uma grande vantagem sobre os homens: são sempre fiéis
“alguns homens também se babam”
Não! A sério?
“outros largam muito pêlo”
Olhe que os portugueses mudaram muito nos últimos anos, Helena…
“os cães têm uma grande vantagem sobre os homens: são sempre fiéis”
Não às cadelas…
Mas ao dona/dono…
Não era para ficar zangado.
Diabos, pareço zangado? A comunicação na net é muito traiçoeira…
Mas (não resisto) a comunicação é sempre traiçoeira:
Um caçador liga para o 112, diz que encontrou um homem morto na floresta e pergunta o que deve fazer. O operador diz-lhe: «Olhe, a primeira coisa que eu gostaria que fizesse é certificar-se de que o homem está mesmo morto.» Decorrem uns segundos e depois ouve-se um tiro. O caçador regressa ao telefone: «Pronto. E agora?»
(Desconheço se o caçador estava acompanhado por cães…)
Valha-nos o humor quando tudo nos falha. Até a selecção. Ohmmm
Adenda 6: Se a situação se apresentar, arrisca. O que é especial tem sempre um preço alto, mas quase sempre vale a pena. 🙂
Ok, registado. E a verdade é que o único cão que alguma vez me mordeu (enfim, mais ou menos: foi uma coisa de raspão num dedo) media uns trinta centímetros da ponta do nariz à ponta da cauda. O que só confirma o lugar-comum de que os seres pequeninos são muito perigosos (eu confesso ter bastante mais receio de morrer por acção de um vírus do que de um elefante).
Se viajar até África ou der um salto até à Índia aumentam exponencialmente ambas as probabilidades.
E como a Ana Vidal escreveu, o que é a vida sem arriscar?
Tem graça, Jaa, comigo aconteceu exactamente o mesmo. Nunca tive medo de cães grandes e sempre os preferi aos pequenos, que guincham em vez de ladrar. E a única vez na vida que um cão me mordeu, foi precisamente uma dessas minúsculos e irritantes… escovas de dentes!