8 comentários em “Stuxnet – uma história fantástica”
Fernando, a ver pelo título (“Quando a leitura é insuficiente”), posso concluir que só o é porque muitas vezes coloca mais problemas e questões do que respostas e conselhos…Mas admitemos, não será por ter essas mesmas duas vertentes que continua a ler? Porque embora as perguntas sejam, em norma, muitas mais que as respostas…por vezes as questões ou dúvidas que nos oferecem (os livros, obviamente) são, estranhamente, respostas para perguntas anteriores…Concorda comigo, ou estou a dizer, ingenuamente, um autêntico e completo disparate?
É brilhante… mas fazer depender o sucesso de um vírus deste género da infecção casual por USB parece-me um ponto fraco na história… A ser verdade, seria deixar demasiado ao acaso.
Fernando, a ver pelo título (“Quando a leitura é insuficiente”), posso concluir que só o é porque muitas vezes coloca mais problemas e questões do que respostas e conselhos…Mas admitemos, não será por ter essas mesmas duas vertentes que continua a ler? Porque embora as perguntas sejam, em norma, muitas mais que as respostas…por vezes as questões ou dúvidas que nos oferecem (os livros, obviamente) são, estranhamente, respostas para perguntas anteriores…Concorda comigo, ou estou a dizer, ingenuamente, um autêntico e completo disparate?
Comentário para o post errado, Gilberto. O do Fernando é ali mais abaixo.
Gralha…mil desculpas Rui.
Ora essa, Gilberto.
Li o artigo no Ars Technica. É um artigo muito bom, com uma história ainda melhor. E mantém-se a dúvida sobre quem fez o Stuxnet afinal.
É a pergunta do milhão de dólares, João.
É brilhante… mas fazer depender o sucesso de um vírus deste género da infecção casual por USB parece-me um ponto fraco na história… A ser verdade, seria deixar demasiado ao acaso.
Tem razão, Javali. É como se fosse um carro topo de gama sem travões.