(Repórter em Lisboa sobre a campanha de Luís Fazenda, na SIC)
8 comentários em “Sorriu ou rosnou?”
Como casca-grossa que é, LF só pode ter rosnado. Restringir uma campanha eleitoral a um “negócio” é de um minimalismo confrangedor e hipocritamente demagógico. Se, por hipótese, viesse a ganhar a autarquia alguém acredita que o contrato social que LF estabeleceria com os eleitores teria como único objecto as pessoas descontextualizadas das estruturas e dos equipamentos que as suportam? Passaria a autarquia a contratar com ela própria na qualidade de proprietária e simultaneamente dona da obra?
Como casca-grossa que é, LF só pode ter rosnado.
Restringir uma campanha eleitoral a um “negócio” é de um minimalismo confrangedor e hipocritamente demagógico.
Se, por hipótese, viesse a ganhar a autarquia alguém acredita que o contrato social que LF estabeleceria com os eleitores teria como único objecto as pessoas descontextualizadas das estruturas e dos equipamentos que as suportam?
Passaria a autarquia a contratar com ela própria na qualidade de proprietária e simultaneamente dona da obra?
Pois…
Na noite eleitoral deu-me vontade de lhe pôr um açaime:))
Então… rosnou?
Rosnou de certeza João, alguma vez o viu sorrir? Eu não..
Realmente, só lhe conheço um certo esgar…
Rosnou, claro. Mas a frase do repórter não pode ser mais infeliz…
Não pode mesmo.