El País EL DESAFÍO CATALÁN El ministro belga de Inmigración cree factible que Puigdemont pida asilo si huye a Bélgica Theo Francken es miembro del partido independentista flamenco, que gobierna en coalición con los liberales
A possibilidade foi colocada pela Bélgica, caso Puigdemont peça asilo
Theon Francken, o secretário belga, disse que a hipótese de asilo é uma possibilidade, porque o governo espanhol “já está a falar em sentenças”.
“Quando vemos a situação, a repressão de Madrid e as penas de prisão que arrisca, questionamo-nos se ele [Puigdemont] terá um processo justo. Agora isso colocar-nos-ia numa situação diplomática delicada com Espanha”, referiu o governante belga.
Coisa mais disparatada. Tanto Espanha como Bélgica inserem-se no Espaço Schengen. O ex-presidente do governo regional catalão, aliás casado com uma cidadã romena, pode mudar-se para a Bélgica sempre que entender. Conceder “asilo político” a um indivíduo que está livre, vive numa democracia, circula por onde quer e dispõe de uma generosa pensão concedida pelo Estado espanhol aos ex-presidentes de governos regionais é uma farsa. Produto típico da grosseira propaganda política dos separatistas catalães.
1) A sondagem foi encomendada pelo El Mundo, um jornal anti-independentista. Os resultados da sondagem são precisamente aquilo que esse jornal quer noticiar. Deve ser coincidência.
2) Os independentistas estão longe da maioria absoluta, mas perto da maioria simples.
Os separatistas estão cada vez mais longe da maioria absoluta – que aliás nunca tiveram em termos populacionais. Não há “independências” com maioria simples. A maioria absoluta dos catalães sente-se espanhola e quer continuar espanhola.
Então não há?! Já é muita sorte ter havido um referendo – a maior parte das independências nem sequer envolvem uma consulta à população. O D. Afonso Henriques, que o Pedro Correia tanto admira, provavelmente tinha uma maioria dos nobres portugueses contra si. E George Washington tinha também quase de certeza a maioria do povo americano (branco) contra si. As independências são geralmente um jogo de força de vontade e de força das armas. Raramente vão a votos.
Eu não admiro Afonso Henriques nem deixo de admirar. O que eu afirmo é que a causa da independência de Portugal não era, no tempo dele, uma causa unânime entre os (nobres, que eram aqueles que contavam) portugueses. Muito provavelmente, nem sequer era uma causa maioritária entre eles. Simplesmente, aqueles que eram a favor da independência conseguiram derrotar militarmente os que eram contra ela (na batalha de São Mamede). Mas essa derrota não significa que os vencedores fossem mais nem que fossem melhores; significa apenas que, naquele momento crucial, venceram. Tal como o Porto vencer o Sporting numa final da Taça não significa que os portistas sejam mais nem melhores do que os sportinguistas – significa apenas que, num jogo crucial, venceram. Como o Pedro Correia certamente compreenderá…
Então admira quem? O Puigdemont?
Admiro Gandhi, que conseguiu a independência da Índia (incluindo os atuais Paquistão e Bangladeche) sem disparar um tiro. (Ao contrário de Afonso Henriques, que teve que matar uma tanta gente, provavelmente não muita, para atingir a independência.) Puigdemont está a tentar realizar um feito análogo – conseguir uma independência sem disparar um tiro. Duvido que o consiga. Se conseguir, não poderei deixar de o admirar. Por enquanto, não o admiro.
‘tenho uma são daje
que me dá uma vantaje’
era da errosondage
A errossondagem ainda não transpôs a fronteira.
El País
EL DESAFÍO CATALÁN
El ministro belga de Inmigración cree factible que Puigdemont pida asilo si huye a Bélgica
Theo Francken es miembro del partido independentista flamenco, que gobierna en coalición con los liberales
o puig deve cheirar tão mal como a errosondagem
Os belgas andam a precisar de turistas, pelos vistos.
Reflexos Pavlovianos
(Resposta/reflexo condicionado)
Primeiro referendo :
Campainha – estímulo álgico- resposta
Campainha – estímulo álgico-resposta
Campainha -resposta condicionada.
———————————
Próximas eleições :
Referendo/ independência – ameaça económica-Resposta.
Referendo/ independência – Resposta condicionada ao estímulo álgico
Voila, com acento
A eleição de 21 de Dezembro reforçará o bloco constitucionalista na Catalunha. A maioria dos catalães não quer separar-se de Espanha.
https://ionline.sapo.pt/586614
A possibilidade foi colocada pela Bélgica, caso Puigdemont peça asilo
Theon Francken, o secretário belga, disse que a hipótese de asilo é uma possibilidade, porque o governo espanhol “já está a falar em sentenças”.
“Quando vemos a situação, a repressão de Madrid e as penas de prisão que arrisca, questionamo-nos se ele [Puigdemont] terá um processo justo. Agora isso colocar-nos-ia numa situação diplomática delicada com Espanha”, referiu o governante belga.
Coisa mais disparatada. Tanto Espanha como Bélgica inserem-se no Espaço Schengen. O ex-presidente do governo regional catalão, aliás casado com uma cidadã romena, pode mudar-se para a Bélgica sempre que entender.
Conceder “asilo político” a um indivíduo que está livre, vive numa democracia, circula por onde quer e dispõe de uma generosa pensão concedida pelo Estado espanhol aos ex-presidentes de governos regionais é uma farsa. Produto típico da grosseira propaganda política dos separatistas catalães.
A golpada sempre é a forma mais apelativa para os extremistas.
Eleições é maçada ,,,
Queriam urnas? Aí têm as urnas: a Catalunha vai a votos.
1) A sondagem foi encomendada pelo El Mundo, um jornal anti-independentista. Os resultados da sondagem são precisamente aquilo que esse jornal quer noticiar. Deve ser coincidência.
2) Os independentistas estão longe da maioria absoluta, mas perto da maioria simples.
Os separatistas estão cada vez mais longe da maioria absoluta – que aliás nunca tiveram em termos populacionais.
Não há “independências” com maioria simples.
A maioria absoluta dos catalães sente-se espanhola e quer continuar espanhola.
Dissolução da Checoslováquia
Em novembro de 1992, por exemplo, uma pesquisa de opinião registrou que 49% dos eslovacos e 50% dos tchecos eram contrários à separação.
Não há “independências” com maioria simples.
Então não há?! Já é muita sorte ter havido um referendo – a maior parte das independências nem sequer envolvem uma consulta à população. O D. Afonso Henriques, que o Pedro Correia tanto admira, provavelmente tinha uma maioria dos nobres portugueses contra si. E George Washington tinha também quase de certeza a maioria do povo americano (branco) contra si.
As independências são geralmente um jogo de força de vontade e de força das armas. Raramente vão a votos.
Você não admira D. Afonso Henriques? Então admira quem?
Eu não admiro Afonso Henriques nem deixo de admirar. O que eu afirmo é que a causa da independência de Portugal não era, no tempo dele, uma causa unânime entre os (nobres, que eram aqueles que contavam) portugueses. Muito provavelmente, nem sequer era uma causa maioritária entre eles. Simplesmente, aqueles que eram a favor da independência conseguiram derrotar militarmente os que eram contra ela (na batalha de São Mamede). Mas essa derrota não significa que os vencedores fossem mais nem que fossem melhores; significa apenas que, naquele momento crucial, venceram. Tal como o Porto vencer o Sporting numa final da Taça não significa que os portistas sejam mais nem melhores do que os sportinguistas – significa apenas que, num jogo crucial, venceram. Como o Pedro Correia certamente compreenderá…
Então admira quem? O Puigdemont?
Admiro Gandhi, que conseguiu a independência da Índia (incluindo os atuais Paquistão e Bangladeche) sem disparar um tiro. (Ao contrário de Afonso Henriques, que teve que matar uma tanta gente, provavelmente não muita, para atingir a independência.)
Puigdemont está a tentar realizar um feito análogo – conseguir uma independência sem disparar um tiro. Duvido que o consiga. Se conseguir, não poderei deixar de o admirar. Por enquanto, não o admiro.
Prefiro o VI ao I….ganda maluco