
O Ministério da Economia tem novo titular e, logo por coincidência, vai passar a ter também carro novo. Com contrato de aluguer publicitado e divulgado pelo blogue Má Despesa Pública.
É extraordinária a prioridade dos membros do Governo: ainda antes de publicarem sequer uma portariazinha, já estão alapados em novas viaturas. Como se a anterior estivesse contaminada.
Por mim, nada a objectar: gosto de vê-los bem instalados e a rodar como lhes apraz. Desde que tenham muita saudinha e não se estampem, como já sucedeu a dois notáveis, em Tancos e Pedrógão.

Adjudicação direta ou consulta ao mercado?
Com direito a carregamento rápido sendo elétrico?
Os motoristas do anterior ministro ficam, e à sua conta vai alargar o leque da escala de serviço?
Quantos vão ser ao todo?
O carrinho eléctrico permanece bem arrumadinho, na garagem da Gomes Teixeira. Não vá constipar-se.
já estão a rodar em novas viaturas. Como se a anterior estivesse contaminada
Não está contaminada, mas já tem quatro anos de idade. Em qualquer empresa é normal fazer-se o mesmo: os gestores da empresa têm carros em leasing durante quatro anos. Passados quatro anos o carro é considerado imprestável ou infiável para pessoal superior.
O ministro da economia arranja carro novo, não por ser um ministro novo, mas sim (calculo eu!) porque o carro anterior chegou ao limite dos quatro anos de idade.
Já faltava o “liberal” Lavoura, a picar o ponto, sempre na primeira linha da defesa do Governo e do Estado.
Cá está o Snr Pedro Correia sempre na primeira linha na caça aos políticos. Mesmo sem saber bem o que se passa mas o povo gosta de deitar políticos abaixo. Quem escreve deve satisfazer o gosto ao povo.
Já cá faltava o duplo do Lavoura. Em defesa e louvor do Governo.
As trocas de automóvel nas empresas devem-se à sua depreciação enquanto activos. Acaba por ser mais rentável comprar um novo. Mas tirando os patrões Chupistas, só o fazem quando contabilisticamente faz sentido.
No caso dos Ministros e Secretários de Estado…
Vale a pena ter uma empresa de aluguer de automóveis só para municiar a frota do Estado. De tanto em tanto tempo, novo contrato de aluguer, não vão Suas Excelências notar os primeiros sinais inequívocos de precário estado do assento traseiro.
Com os basbaques do costume a bater palminhas.
As trocas de automóvel nas empresas devem-se à sua depreciação enquanto activos. Acaba por ser mais rentável comprar um novo.
Se isso é assim nas empresas, quem lhe diz que não é exatamente o mesmo no Estado?
O que faz o Estado aos carros já com 4 anos de idade? Se calhar vende-os a um preço razoável, por que não? Quem lhe diz que o Estado não age exatamente como uma empresa agiria, de acordo com a mesmíssima boa lógica financeira?
Tem razão
Deixe-me analisar o R&C apresentado aos accionistas do Ministério.
“mas já tem quatro anos de idade”, por isso reformam-no. Sim senhor. Grande lógica esta . Governo mãos largas sim, mas sempre em proveito próprio.
Tenham cuidado. Este Governo vai fazer quatro anos. Idade para ser “reformado” também.
A toilette primeiro.Um menistr@ deve apresentar-se bem.
Depois o transporte,o coupé,a libré.
Só então se pode dedicar às grandes questões filosóficas do cargo.
Vivemos em “libredade”, viva a libré.
Creio que não errarei se disser que muitos, mas mesmo muitos (talvez a maioria) dos automóveis que as forças policiais portuguesas utilizam têm mais de quatro anos de idade… e isto quando os podem utilizar: quantos vão ficando parados por avarias ou por falta de (verbas para pagar) combustível? Como em outras, as prioridades estatais quanto à mobilidade motorizada são conhecidas desde há bastante tempo.
Não erra, seguramente.
Quedei-me verdadeiramente preocupado com a notícia avançada hoje pelo DN, acerca da vontade de legislar sobre “fake news”. Já não achei nada estranho a quem atribuem a iniciativa.
Tenho bastante confiança no Prof Costa Andrade mas….temo, sinceramente, um ataque à liberdade de expressão. Aquando do tempo da maldade (leia-se, governo PPC e troika) o TC inaugurou uma doutrina que determina, às normas restritivas de direito sociais, a aplicação de um regime mais exigente do que às restrições a direitos e liberdades (será mais fácil legislar sobre matéria penal doque restringir direitos socio-económicos ou expectativas económicas de determinadas categorias de cidadãos)( Durante a próxima troika, ao invés alterar a relação de emprego na administração pública, criminalizam-se determinados agentes da administração. Será mais fácil. Coisas estranhas acontecem!!)
Os proibicionistas andam aí. Não descansam enquanto não proibirem tudo.
Será carro eléctrico? Ou há problemas de incompatibilidade fotovoltaica?
O carro eléctrico da propaganda não sai da garagem quando há chuva. Para evitar curtos-circuitos.
Como eu gosto de socialismo! Tive um administrador – um jovem bonequinho socialista- que como era costume ficavam com o carro atribuído quando terminavam o contrato. Este bonequinho socialista antes de terminar o contrato mandou fazer uma revisão total e completa ao seu carro e depois pagou 1/3 da revisão do carro imputando os restantes custos à empresa.
Parece que este socialismo continua a ter pés para andar.
“um jovem bonequinho socialista- ” Leiam e pensem. Este fenómeno alastra.
Atendendo à data do contrato… é coincidência mesmo.
Puríssima coincidência.
O Costa e seus muchachos estão sempre a promover o transporte público e o uso da bicicleta… é passar das palavras aos a(c)tos.
É dar ao pedal. Muito mais ecológico do que um carro.
E, evidentemente, de bicicleta de e para os ministeriais trabalhos agrícolas nas comunitárias hortas urbanas que radiosamente florescem em torno da capital, liderando as massas pelas ciclovias paternal e laboriosamente criadas graças à desinteressada dedicação à coisa pública, tão estremecidamente manifestada por Sua Excelência o Senhor Presidente da Câmara Municipal de Lisboa.
Tudo isto sob o vivo aplauso da preclara lavoural figura (não, eles são governantes: podem ter carros; dos caros e muito naturalmente com não mais do que quatro anos!).
Costa
Lavoura, que utiliza ciclovias sempre que pode, abomina carros. Excepto quando se trata de viaturas oficiais.
Aí já bate palminhas.
não se estampem, como já sucedeu a dois notáveis, em Tancos e Pedrógão
Estamos em novembro e três incêndios que lavram na Califórnia (um no norte do Estado e dois no sul, próximo de Los Angeles) fizeram já 25 mortos. A cidade de Paradise, no norte, foi destruída a 90%. No sul, diversas estrelas do cinema e do desporto foram forçadas a abandonar as suas casas, que talvez tenham já ardido.
Em países ricos também há quem se estampe.
Nem ao domingo descansa: este “liberal” sempre a picar o ponto em defesa do Governo.
Pedrógão “justifica-se” por haver fogos na Califórnia.
Impressionante.