Prova o artigo em questão, que os Americanos continuam sem saber o que é o futebol, apesar de terem milhões de praticantes.
Não terá feito nada de muito positivo no Mundial, mas Ronaldo já provou que é um grande jogador, isto quando devidamente orientado, algo que não acontece nesta Selecção Nacional.
Oh Daniel, tá bem abelha… Já viu que ele levava mais tempo a olhar para o ecran gigante, antes de marcar os livres, do que a ver onde estava a barreira com os jogadores adversários?
Tadinho dele que é mal conduzido! Que ponha os olhos no Eduardo!
Contra a Espanha, na segunda parte, não me lembro de ver o Ronaldo tocar uma só vez na bola. Lembro-me, isso sim, de o ver várias vezes sentado no chão, totalmente alheado do jogo.
Percebo pouquíssimo de futebol, ou melhor, quase nada. Só que, quando acontecem estes jogos de vida ou de morte, não consigo deixar de vestir a camisola. Sou fraca apoiante, portanto, parasito as bancadas apenas quando interessa e o banquete é grande. Mas nestas alturas há sempre um epílogo, um fenómeno recorrente que me confrange: a velha e previsível cena do treinador ou jogador-herói (se ganhamos) e do treinador ou jogador-proscrito (se perdemos). Podem dizer-me, talvez com fundamento, que a coisa nada tem de ilógico, porque existe mesmo uma relação de causa-efeito entre o erro e a derrota. E entre o acerto e a vitória. É merecido, portanto! Será assim, mas é escusado, quanto a mim não consigo deixar de ver a irracionalidade da frustração humana no seu pior… E não escondo a tentação de extrapolar, evidentemente, para outros campos, como o da profissão, onde as guerras se ganham tantas vezes da pior maneira e se perdem quando a actuação foi tecnicamente impecável. O que me interessa é que, em fundo, fica o essencial: a espuma de duas coisas que estão entre as que mais deploro na vida: a ingratidão e a injustiça.
Tudo isto para dizer que não sofro desse síndrome primitivo de imperador romano num coliseu de futebol. E declarar que não sou suspeita. Mas que o Cristiano Ronaldo é um dos maiores fiteiros que já vi em campo, é. A contrastar com a autenticidade de outros ( guarda-redes e até outros jogadores politicamente incorrectos incluídos!)
[O jogo é marcado pela contingência. (E, de um modo acentuado, o futebol, modalidade muito aberta). É esta contingência que dá o sal ao jogo, porque torna o seu desfecho sempre indeterminado. Ora, a contingência do jogo pode tornar as melhores opções, previamente definidas face aos dados existentes, um desastre imprevisível.
Escrevi isto lá no Tzero antes do jogo de ontem, pelo que não se lhe refere especificamente]
Sou Director do Grupo Étnográfico “Como se Canta e Dança em Paços de Brandão” e há muito tempo que não que ouvia esta frase!! Era bem comum como chamada de atenção e demonstra bem o rigor e cuidado ao mais pequeno pormenor da Fundadora e directora do Grupo , a “Joaninha de Paços de Brandão”! Tanto , que se tornou nessa expressão popular !
Bem feito.
Prova o artigo em questão, que os Americanos continuam sem saber o que é o futebol, apesar de terem milhões de praticantes.
Não terá feito nada de muito positivo no Mundial, mas Ronaldo já provou que é um grande jogador, isto quando devidamente orientado, algo que não acontece nesta Selecção Nacional.
Oh Daniel, tá bem abelha… Já viu que ele levava mais tempo a olhar para o ecran gigante, antes de marcar os livres, do que a ver onde estava a barreira com os jogadores adversários?
Tadinho dele que é mal conduzido! Que ponha os olhos no Eduardo!
Contra a Espanha, na segunda parte, não me lembro de ver o Ronaldo tocar uma só vez na bola. Lembro-me, isso sim, de o ver várias vezes sentado no chão, totalmente alheado do jogo.
Por uma vez, tem de existir sempre um primeira, estou em desacordo consigo. 🙂
Vamos ver como ele vai jogar no Real conduzido pelo Mourinho e no final vai ver qual de nós acertou.
Sem duvida que de todos os Eduardo era o que menos merecia tal sorte.
Daniel
Oh não é desacordo, é só um desacerto. Eu acho a mesma coisa. Ora vá lá ler a “pitonisices”
:)))
Estarei demasiado cansada e não percebi bem, ou o artigo é demolidor?
Pois é.
Percebo pouquíssimo de futebol, ou melhor, quase nada.
Só que, quando acontecem estes jogos de vida ou de morte, não consigo deixar de vestir a camisola. Sou fraca apoiante, portanto, parasito as bancadas apenas quando interessa e o banquete é grande.
Mas nestas alturas há sempre um epílogo, um fenómeno recorrente que me confrange: a velha e previsível cena do treinador ou jogador-herói (se ganhamos) e do treinador ou jogador-proscrito (se perdemos). Podem dizer-me, talvez com fundamento, que a coisa nada tem de ilógico, porque existe mesmo uma relação de causa-efeito entre o erro e a derrota. E entre o acerto e a vitória. É merecido, portanto!
Será assim, mas é escusado, quanto a mim não consigo deixar de ver a irracionalidade da frustração humana no seu pior… E não escondo a tentação de extrapolar, evidentemente, para outros campos, como o da profissão, onde as guerras se ganham tantas vezes da pior maneira e se perdem quando a actuação foi tecnicamente impecável. O que me interessa é que, em fundo, fica o essencial: a espuma de duas coisas que estão entre as que mais deploro na vida: a ingratidão e a injustiça.
Tudo isto para dizer que não sofro desse síndrome primitivo de imperador romano num coliseu de futebol.
E declarar que não sou suspeita.
Mas que o Cristiano Ronaldo é um dos maiores fiteiros que já vi em campo, é.
A contrastar com a autenticidade de outros ( guarda-redes e até outros jogadores politicamente incorrectos incluídos!)
clap, clap, clap, Chloé
[O jogo é marcado pela contingência. (E, de um modo acentuado, o futebol, modalidade muito aberta). É esta contingência que dá o sal ao jogo, porque torna o seu desfecho sempre indeterminado. Ora, a contingência do jogo pode tornar as melhores opções, previamente definidas face aos dados existentes, um desastre imprevisível.
Escrevi isto lá no Tzero antes do jogo de ontem, pelo que não se lhe refere especificamente]
Mou já lhe vai dizer como se canta e dança em Paços de Brandão…
Não tenho a menor dúvida.
Sou Director do Grupo Étnográfico “Como se Canta e Dança em Paços de Brandão” e há muito tempo que não que ouvia esta frase!!
Era bem comum como chamada de atenção e demonstra bem o rigor e cuidado ao mais pequeno pormenor da Fundadora e directora do Grupo , a “Joaninha de Paços de Brandão”!
Tanto , que se tornou nessa expressão popular !
Joaquim de Carvalho
A minha opinião é absolutamente o oposto 10/07/analisando-o-desempenho-individual-d os.html
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