Mário Soares no DN em 15.03.2011:
“Sócrates cometeu erros graves (…) não tem informado, pedagogicamente, os portugueses, quanto às medidas tomadas e à situação real do país. Nos últimos dias, negociou o PEC IV sem informar o Presidente da República, o Parlamento, e os parceiros sociais. Foram esquecimentos imperdoáveis ou actos inúteis que irão custar-lhe caro. (…) Assim se abre, ao que parece, uma crise política, a juntar às outras que precederam: financeira, económica (estamos a entrar em recessão), social, ambiental e de valores”.
Mário Soares no DN em 29.03.2011:
“(…) a perspectiva de aumentar o IVA – que Passos Coelho anunciou como teste – deve tê-lo convencido pela reacções negativas que provocou, que terá escolhido o pior momento para desencadear uma crise”.
se o IVA aumenta é o fim
Ou o fmi.
Não sei quando chega o FMI mas algo me diz que José Sócrates há muito tempo que reservou lugares no hotel para instalar o BCE , o FMI, etc.
É possível, Lobo da Gardunha. Mas, a conta vai à cobrança para cada um de nós. Enquanto ele vai assobiando…
Espero que os portugueses percebam que há muito tempo que ele anda a assobiar para o lado, em lugar de dar passos, seguros, em frente.
Com o desemprego, como está e a economia parada, ou a recuar, como deixa prever o Boletim da Primavera do Banco de Portugal, não há mais tempo para assobiadelas.
Uma interrogação:
Se ainda cá tivéssemos Vítor Constâncio como Governador do BP, seria possível o BP apresentar estes dados (preocupações)n?
Uma resposta curta: não.
Depende. Enquanto o PS fosse Governo, o défice estaria a ser reduzido. Se o PSD fosse o vencedor das eleições e formasse governo, o défice seria alto, altíssimo, e calculado à centésima. O que seria estranho, pois nunca tal foi feito.
Tens razão, João. Fui demasiado estrito na resposta. E se há coisa que caracteriza Constâncio é a adaptação às circunstâncias.
Um dos mais antigos métodos da democracia. http://www.peticaopublica.com
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Petição Cidadania Para:Portugueses
Os partidos políticos são importantes em democracia mas não podemos deixar que a subvertam. O fim da podridão tem que começar pela Constituição. Com a regra simples de que não podem ser os que em principio vão a jogo a definir a seu contento as próprias regras de participação e representação. Portugal, sempre dado a tudo imitar do que é supérfluo , distorcido e indigente deve meditar neste exemplo que sopra da Islândia bem escondido pelos interesses instalados:
“Para as mudanças constitucionais, outra vitória popular: a coligação aceitou criar uma assembleia de 25 islandeses sem filiação partidária, eleitos entre 500 advogados, estudantes, jornalistas, agricultores, representantes sindicais, etc. A nova Constituição será inspirada na da Dinamarca e, entre outras coisas, incluirá um novo projecto de lei, o Initiative Media – que visa tornar o país porto seguro para jornalistas de investigação e de fontes e criar, entre outras coisas, provedores de internet.” Portugal inteiro deve exigir uma Constituição soberana de raiz , que brote límpida da sociedade civil e liberta dos vícios que nos atrofiam. Pelo fim á ditadura dos acantonamentos partidários
Todas as iniciativas que visem a renovação da nossa democracia são louváveis, Amarques.
Soares continua rijo. Tropeça nele próprio como sempre tropeçou.
Incoerência na continuidade, João.
Mário Soares mete a pata na poça mesmo antes de ter ficado xexé. Sempre cometeu muitas gafes misturadas com asneiras. Até uma dada altura tinha muitos créditos acumulados, depois disso, uma provecta idade que lhe dá um desconto.
Ele nunca deixou de mandar umas bocas a Sócrates, de quando em vez, mas a Soares e ao PS não podemos apoucar a responsabilidade da situação em que o país está.
Eles são os responsáveis e nunca será demais apontar todas as suas incongruências, como muito bem aqui faz o Rui Rocha.
Este é um tema em que é preciso falar claro, José.