Soares, Alegre et al


escafandro,

O 25 de Abril também permitiu a liberdade de não ter que se estar onde não se deseja estar.

7 comentários em “Soares, Alegre et al”

  1. Exactamente… até estar faustosamente “exilado” em Paris…. em protesto contra a politica desastrosa deste Governo..

  2. Claro que sim. E transformar esse gesto num drama nacional é não perceber isso. Cada um tem o direito de se manifestar como entender, desde que não ande aos tiros.

    1. Quem recusa o convite para estar no parlamento, não com a desculpa de se tratar de comemorações enfandonhas, mas porque considera que aquela instituição violou o legado de Abril, está a sancionar quem quer que seja que se ponha aos tiros para, supostamente, repôr aquele legado.

  3. E no entanto, estando eu nas antípodas de Jerónimo de Sousa, reconheço que foi o mais lúcido quando à saída do parlamento respondeu aos jornalistas, dando uma bofetada de luva branca a Mário Soares e aos rapazes associados e criticando o discurso ensonso de Cavaco. Parabéns à presidente do parlamento que soube com mestria, salvar os cravos vermelhos de quem os tinha reféns.

  4. Sem dúvida. Mas para o comum do mortais. Mas para quem detêm o seu nome numa Fundação que até hoje esse comum dos mortais não sabe o porquê da sua existência, a não ser para sorver o dinheiro desses comuns mortais, não é a mesma coisa.
    Parasitas. A História os julgará.

  5. Para todos (desculpem lá não individualizar mas ia repetir-me):
    Não simpatizo com a maioria das posições de Mário Soares. Acho que há pessoas – sendo ele uma delas – que se consideram “donas” de certos acontecimentos e merecedoras de admiração inaudita e permanente. Considero também ser pena que ele e muitos outros, de 1974 a 2011, não percebam que ajudaram a trazer o país ao ponto em que se encontra. Mas tudo bem: quem não deseja ir às cerimónias, que não vá.

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