Na última semana, Portugal viveu uma tormenta política da maior gravidade. Confirmaram-se os piores cenários sobre uma situação económico-financeira à beira do colapso. O parlamento está atolado numa guerrilha política. E descobriu-se que o primeiro-ministro, verdadeiro farrapo moral, anda envolvido há meses em actividades repugnantes, conspirando com outros actores políticos para comprar jornais com fundos de uma empresa pública. Neste contexto, de que fala o círculo tradicional de apoiantes do Governo?
No "Expresso", Clara Ferreira Alves debruça-se sobre a guerra do Afeganistão, Inês Pedrosa discorre acerca das "burkas" em França e Miguel Sousa Tavares analisa o papel de Lula na política brasileira. Eduardo Pitta acusa a Aletheia, de Zita Seabra, de ser um offshore do BPN (não se riam). No Jugular, fala-se de cinema e de Berlusconi, e publicam-se ataques pessoais a uma conhecida personalidade blogosférica. E no "Expresso da Meia-Noite", até João Marcelino e Luís Delgado confessaram a sua desilusão com este Governo (!).
A Sócrates, restam os apparatchiks, a namorada e o Pedro Marques Lopes. É sintomático.

Está enganado. Também o apoiam 38% dos portugueses (última sondagem Marktest).
Você leu o post do Pitta? Tem a certeza? O Pitta faz um exercício para demonstrar o perigo de apresentar rumores como “factos”. A ligação do BPN à Alêtheia é comentada por muita gente há muito tempo. Zita Seabra desmentiu, tendo tido o cuidado, que ninguém lhe solicitou, de esclarecer que Dias Loureiro é accionista da casa. Porquê o zelo? O Pitta publicou o desmentido. Qual é o problema?