E ainda não percebeu porquê? É muito simples: o estado português tem muito pouca consideração pela vida humana em geral e por cada um de nós em particular. País colectivista, o indivíduo conta pouco.
Lamento desiludir-te, cara Ana Margarida, mas isso é assim é qualquer país “civilizado”. Embora possa não ser o mais justo.
Mas o mundo é mesmo assim, feito de justiça e de injustiça, e ao que parece até há explicações científicas para as coisas serem assim. O teu colega de blogue Luís Menezes Leitão poderá esclarecer melhor.
Faço minhas as palavras do bom e velho Steinbroken (Os Maias): “c’est grave, c’est excessivement grave!” Como pode, aliás, crime algum prescrever? Só nesta pouca vergonha desta bandalheira chamada:mundo.
…e também num país onde quem descobre crimes desta natureza é um jornal e não a polícia que passou anos a investigá-los…
Toda a razão!
Totalmente de acordo.
Inteiramente de acordo, com a autora do post e com os… comentadores. De registar.
E ainda não percebeu porquê?
É muito simples: o estado português tem muito pouca consideração pela vida humana em geral e por cada um de nós em particular. País colectivista, o indivíduo conta pouco.
Lamento desiludir-te, cara Ana Margarida, mas isso é assim é qualquer país “civilizado”. Embora possa não ser o mais justo.
Mas o mundo é mesmo assim, feito de justiça e de injustiça, e ao que parece até há explicações científicas para as coisas serem assim. O teu colega de blogue Luís Menezes Leitão poderá esclarecer melhor.
Faço minhas as palavras do bom e velho Steinbroken (Os Maias): “c’est grave, c’est excessivement grave!” Como pode, aliás, crime algum prescrever? Só nesta pouca vergonha desta bandalheira chamada:mundo.