Não é preciso mais a frequência construir as habitações como no passado, já estão feitas. Não é preciso construir a 4,5,6,7 autoestrada, já temos a 1,2,3. Não preciso construir mais um aeroporto de Beja, já temos um sem aviões, não preciso construir mais estádios para o Euro 2004. A maior parte das pessoas já têm um computador que lhes serve perfeitamente se não avariar, não há nenhuma tecnologia essencial que seja preciso ter. Depois da mudança para as TV’s HD também essa necessidade de mudar de TV atrás da tecnologia parou.
A deflação ameaça os Socialistas e os Bancos. Beneficia quem poupa. Ameaça a Aristocracia Estatista que por definição ganha poder e votos destruíndo a poupança de quem a faz inflacionando.
O que está a ficar mais barato é o preço do trabalho, segundo o Banco de Portugal (esses comunistas kenesienanos) já desceu mais de 11%. Se as pessoas ficam com menos dinheiro não ficam melhor apesar dos teóricos do nosso governo. Nem tudo é produzido instantaneamente como as operações bancárias fictícias. Alguém que esteja a produzir bens que sirvam para alguma coisa vai descobrir que estes valem menos do que valiam quando comprou as matérias primas, logo não vai ter lucro.
A deflação é má na visão keynesiana mas é sempre bom encontrar keynesianos no “Público” e no DO .
Há outras visões sobre a deflação , visões que entram em conta com o facto de vivermos num sistema que nos impede de imprimir dinheiro à tôa para enganar a população nas contas .
Se as pessoas se contraem nas despesas que entram no pacote-base sobre o qual se calcula o índice porque não têm dinheiro ou porque preferem guardá-lo para comprar bens que não fazem parte daquele pacote-base , como carros importados, televisores importados , télémóveis importados e outros importados que tais seria um bom motivo de análise e ajudaria a compreender melhor porque chegámos aqui e daqui não vamos saír .
Mas não me parece que esta seja uma análise que interesse ao jornalismo da treta feito à medida .
Estou a ver… coisas ficarem mais baratas é mau.
Deflação é ainda melhor.
Não se trata de haver coisas mais baratas porque a sua produção é mais eficiente, a matéria prima mais abundante, ou a procura menor. Tente outra vez.
Porque é que não é?
Não é preciso mais a frequência construir as habitações como no passado, já estão feitas.
Não é preciso construir a 4,5,6,7 autoestrada, já temos a 1,2,3.
Não preciso construir mais um aeroporto de Beja, já temos um sem aviões, não preciso construir mais estádios para o Euro 2004.
A maior parte das pessoas já têm um computador que lhes serve perfeitamente se não avariar, não há nenhuma tecnologia essencial que seja preciso ter.
Depois da mudança para as TV’s HD também essa necessidade de mudar de TV atrás da tecnologia parou.
A deflação ameaça os Socialistas e os Bancos. Beneficia quem poupa.
Ameaça a Aristocracia Estatista que por definição ganha poder e votos destruíndo a poupança de quem a faz inflacionando.
O que está a ficar mais barato é o preço do trabalho, segundo o Banco de Portugal (esses comunistas kenesienanos) já desceu mais de 11%.
Se as pessoas ficam com menos dinheiro não ficam melhor apesar dos teóricos do nosso governo.
Nem tudo é produzido instantaneamente como as operações bancárias fictícias. Alguém que esteja a produzir bens que sirvam para alguma coisa vai descobrir que estes valem menos do que valiam quando comprou as matérias primas, logo não vai ter lucro.
A deflação é má na visão keynesiana mas é sempre bom encontrar keynesianos no “Público” e no DO .
Há outras visões sobre a deflação , visões que entram em conta com o facto de vivermos num sistema que nos impede de imprimir dinheiro à tôa para enganar a população nas contas .
Se as pessoas se contraem nas despesas que entram no pacote-base sobre o qual se calcula o índice porque não têm dinheiro ou porque preferem guardá-lo para comprar bens que não fazem parte daquele pacote-base , como carros importados, televisores importados , télémóveis importados e outros importados que tais seria um bom motivo de análise e ajudaria a compreender melhor porque chegámos aqui e daqui não vamos saír .
Mas não me parece que esta seja uma análise que interesse ao jornalismo da treta feito à medida .