Sem dúvida. Obrigada. Ouve-se tão pouco jazz na nossa rádio. Havia uma estação onde nos podíamos deliciar com ela, mas foi-se… não a estação, mas a música bem entendido. Vá lá saber-se porquê!
Tem razão, Ana. O jazz – de todo o tipo – tornou-se um género musical interdito na rádio portuguesa. Este é um dos vários motivos que me levaram a deixar praticamente de ouvir rádio.
Remédio santo (mas difícil!): go to the States. Por ali, os clubes de jazz são como as casa de fado em Lisboa. Descoberto na 1ª pessoa, quando estive uns tempos em Philadelphia. O ambiente, aliás, aproxima-se. E a propósito, este tema é um assombro.
Sem dúvida. Obrigada. Ouve-se tão pouco jazz na nossa rádio. Havia uma estação onde nos podíamos deliciar com ela, mas foi-se… não a estação, mas a música bem entendido. Vá lá saber-se porquê!
Tem razão, Ana. O jazz – de todo o tipo – tornou-se um género musical interdito na rádio portuguesa. Este é um dos vários motivos que me levaram a deixar praticamente de ouvir rádio.
Remédio santo (mas difícil!): go to the States. Por ali, os clubes de jazz são como as casa de fado em Lisboa. Descoberto na 1ª pessoa, quando estive uns tempos em Philadelphia. O ambiente, aliás, aproxima-se.
E a propósito, este tema é um assombro.
O jazz é um mundo. Aliás, são vários mundos. Onde é sempre possível fazer novas descobertas.