32 comentários em “Seventy shades of grey”

  1. Prezado Rui, as suas reflexões são sempre genias. Ao olhar a postura de nossa querida Frau Merkel, ocorrereu-me a seguinte reflexão:

    Sempre tive alguma prudência com os recém convertidos (conversão significa mudança de sentido). Esta prudência não é fruto do preconceito, mas da ciência. Quando “falo” de ciência tenho em mente a utopia. Sim, ninguém se admire que a utopia esteja intimamente ligada à ciência. Explico:
    – A utopia está para a acção social da mesma forma que a experimentação está para a ciência.

    Voltemos agora à prudência. Claro está que isto da prudência, tendo origem na constatação (experiência, observação), não é uma atitude contra a mudança de sentido (conversão), mas contra o facto de estes se manterem sempre, ou quase sempre, em sentido. Este manter-se em sentido traduz-se na atitude do crime e castigo. Claro está que o criminoso é sempre o outro e não aquele que “muda de sentido”. É esta ortodoxia que sempre reparo na Frau Merkel, uma “convertida”.

    Por favor, senhora Merkel, nem bizantinos nem libertinos!!!!

    Já agora, D. Januário anda muito chateado:

    http://economico.sapo.pt/noticias/este-governo-e-profundamente-corrupto_148475.html

    1. Pois eu replico que os seus comentários são, esses sim, extraordinários. Razão tem o Pedro Correia quando, ali mais abaixo, refere que não fosse apresentá-los como Anónimo e seriam seríssmos candidatos a comentários da semana.

  2. Então eu vou contar. No princípio da sua vida como chanceler, Angela usou, numa cerimónia, um fato preto, decotado que lhe deixava ver o rego do peito.
    As críticas na comunicação social não se fizeram esperar. E em resposta a chefe de governo garantiu que enquanto detivesse as actuais funções, se limitaria a usar calças e casaco, numa espécie de uniforme oficial.
    Eis a razão do actual vestuário. Acresce que eu vi o anterior fato preto.
    Vêem como sou culta?!

    1. Restringiu a indumentária e também as finanças…
      Tróia avisou-nos de que como as questões de beleza podem afectar a política internacional.

      1. É verdade, daMaia. Embora eu em relação a Tróia mantenha sempre um pé atrás: quem é que no seu perfeito juízo metia um cavalo daquele tamanho dentro de portas?

        1. Sim, Rui, exageraram no cavalo… Ulisses esgotou à época todo o stock do Casal Ventoso, e o local foi chamado Olissipo em sua honra.
          Foi por causa do cavalo que implodiram as torres de Tróia… vê-se nas imagens dessa Antiguidade o Sócrates a carregar no botão – aliás foi ele que nos deixou tão gregos quanto os outros.

  3. Rui estou a imaginar a Frau Merkel em pequena, não em tamanho que isso ela ainda é, para aí com 2 anitos, penteadita, com uma fardinha destas vestida, cor de rosa, uma chupeta ao pescoço e a discursar no colégio para os coleguinhas :
    Kollegen erreichen krise…

  4. Rui, o post lembrou-me um artigo da revista Visão – “Será que o hábito faz mesmo o monge?”, baseado num estudo segundo o qual o corpo também pensa e demonstra efeitos das roupas nos processos cognitivos (…)

    Será que temos aqui um estudo de caso?…

    http://visao.sapo.pt/sera-que-o-habito-faz-mesmo-o-monge=f657091

    Como sempre, mais um excelente post!

    Anabela

  5. Assim logo à primeira vista, fez-me lembrar um pantone de cores. Não acredito que seja falta de criatividade é que não há mesmo nadinha que favoreça esta senhora.

  6. A cunhada da prima mais nova da madrinha do sobrinho do meio da senhora Merkel vendia para a Redoute lá da Alemanha (há-de haver uma, quiçá a própria Redoute que também nos oferece promoções imbatíveis).
    Mas o modelito não tinha saída e a empresa alegou defeito de fabrico (fazem desaparecer o pescoço das clientes) e devolveu-os à costureirinha, que ficou com um grande prejuizo.
    Vai daí, a senhora Merkel apresentou-lhe uma proposta tentadora: Prometeu-lhe duas eurobonds do primeiro lote que fosse emitido e ficou com o stock todo. Ainda tem mais 726 por estrear, dentro do plástico e tudo.

      1. Mas a sério: vê lá a linha 3, coluna 6 e, considerando onde a foto foi tirada, diz-me se a influência de Wagner não transforma um bocadinho (nem sempre no bom sentido, é verdade) os líderes alemães.

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