Prezado Rui, as suas reflexões são sempre genias. Ao olhar a postura de nossa querida Frau Merkel, ocorrereu-me a seguinte reflexão:
Sempre tive alguma prudência com os recém convertidos (conversão significa mudança de sentido). Esta prudência não é fruto do preconceito, mas da ciência. Quando “falo” de ciência tenho em mente a utopia. Sim, ninguém se admire que a utopia esteja intimamente ligada à ciência. Explico: – A utopia está para a acção social da mesma forma que a experimentação está para a ciência.
Voltemos agora à prudência. Claro está que isto da prudência, tendo origem na constatação (experiência, observação), não é uma atitude contra a mudança de sentido (conversão), mas contra o facto de estes se manterem sempre, ou quase sempre, em sentido. Este manter-se em sentido traduz-se na atitude do crime e castigo. Claro está que o criminoso é sempre o outro e não aquele que “muda de sentido”. É esta ortodoxia que sempre reparo na Frau Merkel, uma “convertida”.
Por favor, senhora Merkel, nem bizantinos nem libertinos!!!!
Pois eu replico que os seus comentários são, esses sim, extraordinários. Razão tem o Pedro Correia quando, ali mais abaixo, refere que não fosse apresentá-los como Anónimo e seriam seríssmos candidatos a comentários da semana.
Então eu vou contar. No princípio da sua vida como chanceler, Angela usou, numa cerimónia, um fato preto, decotado que lhe deixava ver o rego do peito. As críticas na comunicação social não se fizeram esperar. E em resposta a chefe de governo garantiu que enquanto detivesse as actuais funções, se limitaria a usar calças e casaco, numa espécie de uniforme oficial. Eis a razão do actual vestuário. Acresce que eu vi o anterior fato preto. Vêem como sou culta?!
É verdade, daMaia. Embora eu em relação a Tróia mantenha sempre um pé atrás: quem é que no seu perfeito juízo metia um cavalo daquele tamanho dentro de portas?
Sim, Rui, exageraram no cavalo… Ulisses esgotou à época todo o stock do Casal Ventoso, e o local foi chamado Olissipo em sua honra. Foi por causa do cavalo que implodiram as torres de Tróia… vê-se nas imagens dessa Antiguidade o Sócrates a carregar no botão – aliás foi ele que nos deixou tão gregos quanto os outros.
Isto está tudo ligado, daMaia. Mesmo sem ponte que ligue a península a Setúbal.
Rui estou a imaginar a Frau Merkel em pequena, não em tamanho que isso ela ainda é, para aí com 2 anitos, penteadita, com uma fardinha destas vestida, cor de rosa, uma chupeta ao pescoço e a discursar no colégio para os coleguinhas : Kollegen erreichen krise…
Rui, o post lembrou-me um artigo da revista Visão – “Será que o hábito faz mesmo o monge?”, baseado num estudo segundo o qual o corpo também pensa e demonstra efeitos das roupas nos processos cognitivos (…)
Assim logo à primeira vista, fez-me lembrar um pantone de cores. Não acredito que seja falta de criatividade é que não há mesmo nadinha que favoreça esta senhora.
A cunhada da prima mais nova da madrinha do sobrinho do meio da senhora Merkel vendia para a Redoute lá da Alemanha (há-de haver uma, quiçá a própria Redoute que também nos oferece promoções imbatíveis). Mas o modelito não tinha saída e a empresa alegou defeito de fabrico (fazem desaparecer o pescoço das clientes) e devolveu-os à costureirinha, que ficou com um grande prejuizo. Vai daí, a senhora Merkel apresentou-lhe uma proposta tentadora: Prometeu-lhe duas eurobonds do primeiro lote que fosse emitido e ficou com o stock todo. Ainda tem mais 726 por estrear, dentro do plástico e tudo.
Mas a sério: vê lá a linha 3, coluna 6 e, considerando onde a foto foi tirada, diz-me se a influência de Wagner não transforma um bocadinho (nem sempre no bom sentido, é verdade) os líderes alemães.
Rui, é paixão assolapada ??
Assopapada.
Isso é um final feliz ?
Os filmes de terror não podem acabar bem, Ilda.
Acho que nem com uma fashion consultant a senhora lá vai. Bem apanhado!
Criatividade não é com ela. Coerência sim, mesmo que seja enfadonha 🙂
Um outro conceito de fashion victim, Leonor.
É a nostalgia da farda, Rui. Não esquecer de onde vem a senhora…
Fiel às origens, Ana.
Como parecer austera, de guarda vestidos cheio…
Aposto que são peças double face, Luís.
Prezado Rui, as suas reflexões são sempre genias. Ao olhar a postura de nossa querida Frau Merkel, ocorrereu-me a seguinte reflexão:
Sempre tive alguma prudência com os recém convertidos (conversão significa mudança de sentido). Esta prudência não é fruto do preconceito, mas da ciência. Quando “falo” de ciência tenho em mente a utopia. Sim, ninguém se admire que a utopia esteja intimamente ligada à ciência. Explico:
– A utopia está para a acção social da mesma forma que a experimentação está para a ciência.
Voltemos agora à prudência. Claro está que isto da prudência, tendo origem na constatação (experiência, observação), não é uma atitude contra a mudança de sentido (conversão), mas contra o facto de estes se manterem sempre, ou quase sempre, em sentido. Este manter-se em sentido traduz-se na atitude do crime e castigo. Claro está que o criminoso é sempre o outro e não aquele que “muda de sentido”. É esta ortodoxia que sempre reparo na Frau Merkel, uma “convertida”.
Por favor, senhora Merkel, nem bizantinos nem libertinos!!!!
Já agora, D. Januário anda muito chateado:
http://economico.sapo.pt/noticias/este-g overno-e-profundamente-corrupto_148475.h tml
Pois eu replico que os seus comentários são, esses sim, extraordinários. Razão tem o Pedro Correia quando, ali mais abaixo, refere que não fosse apresentá-los como Anónimo e seriam seríssmos candidatos a comentários da semana.
Então eu vou contar. No princípio da sua vida como chanceler, Angela usou, numa cerimónia, um fato preto, decotado que lhe deixava ver o rego do peito.
As críticas na comunicação social não se fizeram esperar. E em resposta a chefe de governo garantiu que enquanto detivesse as actuais funções, se limitaria a usar calças e casaco, numa espécie de uniforme oficial.
Eis a razão do actual vestuário. Acresce que eu vi o anterior fato preto.
Vêem como sou culta?!
Estou esmagado, Helena!
Restringiu a indumentária e também as finanças…
Tróia avisou-nos de que como as questões de beleza podem afectar a política internacional.
É verdade, daMaia. Embora eu em relação a Tróia mantenha sempre um pé atrás: quem é que no seu perfeito juízo metia um cavalo daquele tamanho dentro de portas?
Sim, Rui, exageraram no cavalo… Ulisses esgotou à época todo o stock do Casal Ventoso, e o local foi chamado Olissipo em sua honra.
Foi por causa do cavalo que implodiram as torres de Tróia… vê-se nas imagens dessa Antiguidade o Sócrates a carregar no botão – aliás foi ele que nos deixou tão gregos quanto os outros.
Isto está tudo ligado, daMaia. Mesmo sem ponte que ligue a península a Setúbal.
Rui estou a imaginar a Frau Merkel em pequena, não em tamanho que isso ela ainda é, para aí com 2 anitos, penteadita, com uma fardinha destas vestida, cor de rosa, uma chupeta ao pescoço e a discursar no colégio para os coleguinhas :

Kollegen erreichen krise…
Uma infância feliz, portanto, CR.
Rui, o post lembrou-me um artigo da revista Visão – “Será que o hábito faz mesmo o monge?”, baseado num estudo segundo o qual o corpo também pensa e demonstra efeitos das roupas nos processos cognitivos (…)
Será que temos aqui um estudo de caso?…
http://visao.sapo.pt/sera-que-o-habito-f az-mesmo-o-monge=f657091
Como sempre, mais um excelente post!
Anabela
Temos pelo menos um caso de estudo, Anabela…
Assim logo à primeira vista, fez-me lembrar um pantone de cores. Não acredito que seja falta de criatividade é que não há mesmo nadinha que favoreça esta senhora.
De facto, Bé. Como é que a senhora não há-de pensar só em trabalhar e poupar…
A cunhada da prima mais nova da madrinha do sobrinho do meio da senhora Merkel vendia para a Redoute lá da Alemanha (há-de haver uma, quiçá a própria Redoute que também nos oferece promoções imbatíveis).
Mas o modelito não tinha saída e a empresa alegou defeito de fabrico (fazem desaparecer o pescoço das clientes) e devolveu-os à costureirinha, que ficou com um grande prejuizo.
Vai daí, a senhora Merkel apresentou-lhe uma proposta tentadora: Prometeu-lhe duas eurobonds do primeiro lote que fosse emitido e ficou com o stock todo. Ainda tem mais 726 por estrear, dentro do plástico e tudo.
Dá até ao fim da legislatura…
L3C6.
(E pelo menos eu, quando abordo o tema da moda feminina, uso a Sharapova como modelo.)
Tiro no porta-aviões.
Mas a sério: vê lá a linha 3, coluna 6 e, considerando onde a foto foi tirada, diz-me se a influência de Wagner não transforma um bocadinho (nem sempre no bom sentido, é verdade) os líderes alemães.
Caramba! E não é que…