Setenta anos e muitas vidas depois, como diz hoje o Paulo Abreu Lima, no seu blogue – http://assimterraceu.blogspot.pt/ – Chico Buarque está cá para nos mostrar como se pode continuar a encantar com esta belíssima idade. Há até quem se descubra nela…
Sabem? Considero que ele é, agora, muito mais “apetecível” – desculpem, mas não encontro, no nosso vocabulário, outra expressão mais fiel para o qualificar – do que há meio século, quando nos começou a enfeitiçar!


É ele e o Ney Matogrosso.
Gosto muito de ver e ouvir Ney Matogrosso.
Mas não o considero “apetecível”!
Completamente de acordo!
Eu sei que a Helena é mais tango… mas acho que ficariam ambos lindos a dançar a “Valsinha”.
E que o dia amanheça em paz.
🙂
Antonieta
De facto sou mais tango. Mas não desdenharia nada dançar com o Chico o que quer que fosse. Sou velhinha mas muito lúcida!
Veja lá o exemplo da Caetana de Alba…
Mas olhe que – setenta anos depois – as Alfacinhas ainda têm muito que andar para chegar aos pés das Cariocas, Senhora! E não falo só de físicos…
Nós vamos devagar…mas quando aprendemos, damos aulas aos professores!
não serão os seus olhos que mudaram de “lente”?
Cristoff para inveja sua e de alguns amigos meus não preciso de usar óculos. E vejo tão bem ao longe como vejo perto.
Chico Buarque como outros artistas tem esse raro dom de encantar que muitos jovens nunca tiveram. E, depois, com a idade vai-se apreciando mais e melhor o que a vida nos dá!
Conheceu-o praticamente ao nascer, então!
Julgava que a HSC não tivesse mais de 80 anos e que tivesse vivido no Brasil.
Luís, ainda não tenho essas oitenta radiosas primaveras. Mas hei-de ter.
E não vivi nunca no Brasil, embora tenha lá herdado uma casa de um tio meu. Num local lindo, em Curitiba,
Vivi, sim, em França, o que foi bastante melhor!
Continua tão bom, como quando cá veio depois do “fenómeno” de “A Banda”… Ou melhor quem sabe… Para mim, que sempre apreciei homens mais velhos, apetecível é a palavra exacta. 🙂