


A pretexto da guerra na Ucrânia, a televisão pública insiste em convidar como suposto especialista em assuntos militares o major-general Raul Cunha. Que aproveita para falar de política, reforçando em muitos dos que o ouvem a convicção de que estamos perante um simpatizante de Moscovo.
Convocado novamente pela RTP3, o que declarou ele no serão de 30 de Abril?
Coisas como esta, referindo-se ao Batalhão Azov, agora integrado na Guarda Nacional ucraniana: «Há ali gente que cometeu crimes graves.» E esta: «Como os militares ucranianos não se renderam, terá ali havido um grande desbaste.» E ainda esta: «Os russos estão a procurar atingir sobretudo grandes concentrações de tropas, postos de comando e depósitos logísticos ucranianos.» Sem esquecer esta: «As forças que libertaram Mariúpol estão agora a progredir em direcção a Zaporíjia.»
Segundo este major-general, portanto, as forças ucranianas «cometem crimes» no seu próprio país – não se tendo escutado dele a menor alusão a crimes russos. Na sua versão, Putin apenas visa alvos com relevância bélica no país invadido, não escolas, hospitais, teatros, igrejas, lojas e habitações: tudo quanto temos visto relatado por repórteres no terreno deve ser ilusão de óptica. Além disso, coisa espantosa, Mariúpol – arrasada em 90% pela artilharia invasora – foi «libertada», não destruída. Cereja em cima do bolo: militares ucranianos mortos por tropa de Moscovo são mero «desbaste». Como quem corta relva no jardim.
Frases que causam náuseas. Sendo emitidas num canal público, pago por nós, a sensação de repugnância aumenta. E redobra por virem de alguém que a 25 de Fevereiro, no mesmo canal, justificava assim a criminosa acção de guerra: «Quando o puseram num beco sem saída, o que é que ele [Putin] fazia a seguir? Tinha de atacar a Ucrânia, obviamente.»
Há um evidente contraste entre este patético apego à causa russa e a análise serena, esclarecida e bem informada de um comentador assíduo noutro canal: refiro-me a Miguel Monjardino, especialista da SIC em temas internacionais.
«Uma brigada mecanizada precisa de cem mil litros de combustível a cada 48 horas. A grande dificuldade russa é o apoio logístico à sua ofensiva e o atrito a que estas forças estão a ser submetidas. A Ucrânia vai ter de ceder território nesta fase perante as barragens de artilharia russas, mas o que será decisivo no futuro é o número de soldados russos que estão a morrer diariamente e o impacto que esse atrito tem no potencial ofensivo das unidades russas», dizia neste domingo.
Com ele aprendemos sempre alguma coisa. E também com as reportagens nunca destituídas de enquadramento ético nem despidas do factor humano feitas por jornalistas como Susana André ou Nuno Pereira, também na SIC. Não admira que o Jornal da Noite desta estação tenha sido em Abril o bloco informativo mais visto dos canais portugueses. Os telespectadores podem nunca ter ido à Ucrânia, mas sabem distinguir quem lhes serve gato por lebre e repudiam quem se presta a defender o indefensável.
Texto publicado no semanário Novo.

“As forças que libertaram Mariúpol”? Inacreditável…
Às vezes basta um verbo (ia a escrever besta em vez de basta) para revelar todo um carácter. Ou a falta dele.
sim. E não deixa de ser estranho não só serem estes os nossos generais como é estranho o serviço público dar-lhe palco para este tipo de abordagens (já agora, chamei a atenção para este teu postal aduzindo alguns argumentos: https://estan.blogs.sapo.pt/a-libertaca o-de-mariupol-402953 )
Sim, já vi. FIzeste muito bem.
Isso sim, serviço público.
Nuno Pereira: excelente trabalho.
Sem dúvida. Elogio merecido.
Os outros repórteres também, sobretudo as raparigas — mas como ele costuma fazer coisas mais ligadas ao divertimento, comezainas e passeatas, foi uma surpresa vê-lo neste registo mais exigente de RDG.
Sim. Demonstrou inequivocamente que pode e deve ser aproveitado para trabalhos mais exigentes.
Pior que a imparcialidade e desonestidade destes especialistas de pacotilha, é a insistência com que as Tvs convidam estes imbecis para defenderem o indefensável. Para estes especialistas farsantes não há linhas vermelhas.
“a insistência com que as Tvs convidam estes imbecis “
Alguns canais têm mais cuidado com os convites e enviam aos que tencionam convidar um questionário para saberem previamente as respectivas ideias e daí concluirem se vale a pena ouvi-los.
Este não precisa de questionário algum.
Bastou o que uivou a 25 de Fevereiro, num estúdio televisivo:
«Quando o puseram num beco sem saída, o que é que ele [Putin] fazia a seguir? Tinha de atacar a Ucrânia, obviamente.»
Vitimizando o agressor. A “culpada” foi a vítima. Talvez por usar saia demasiado curta.
“Este não precisa de questionário algum.” Claro, esse já está classificado. E não voltam a acontecer intervenções inconvenientes graças ao novo método utilizado por alguns canais.
Não voltam? Quem é que lhe contou essa patranha? O ministro Lavrov?
Está sempre a aparecer. Este e os outros.
E não voltam a acontecer intervenções inconvenientes graças ao novo método utilizado por alguns canais.
Nah, nah, isto aqui não é a Rússia. Ao contrário do que você parecer desejar ou insinua que os outros pretendem.
Não se trata de escolher previamente e de “limpar” previamente a opinião como fazem os seus amigos do Partido Único: trata-se de constatar apenas que há muita gente equivocada nesta terra. Podem ter a opinião que quiserem, mas não nos podem obrigar a ouvi-la e a aceitá-la como boa. Eu por mim gosto de insultar gente assim.
Mas você faça o que entender. Se quiser viver num mundo de militares paranóicos que enchem estádios com labregos para comemorar genocídios já sabe onde é que é: é para lá da fronteira da Ucrânia.
Boa viagem.
Capaz de ser outro major-general à paisana, saudoso do Pacto de Varsóvia. Até espumam de raiva perante a sigla NATO.
Estes supostos “especialistas” só vêem linhas dessa cor. Vermelhas.
Elogios à SIC no semanário Novo. Pergunto: o Novo pertence ao mesmo grupo empresarial da SIC? Ou não?
Você também é daqueles que celebram a «libertação de Mariúpol», como o senhor Cunha, ou ainda não assentou praça em major-general?
que dirá esta tropa fandanga do desfile de Moscovo e do discurso?
tudo tão monótono que até adormeci.
Putine e os músicos à sua volta estão muito velhos
Olhei para Putine e vi Brejnev.
Olhei melhor e vi Estaline.
É verdade. É muito triste.
Neste Post assistimos a uma inimaginável mentira, e a um facciosismo que mostra uma ignóbil e parcialidade.
Então, agora, até dizem que Mariupol, a fábrica metalúrgica, Karkiv (Carcóvia, antiga capital da urss), Odessa, e 99% das cidades e localidades fundadas e construídas pela Rússia… são da Ucrânia?
Foi um milagre, que veio do céu?
O zelensky&azov só entre 2017 e 2020 mudou o nome a 55.000 ruas e cidades. Como se esse truque escondesse o roubo.
É o que se chama um “roubo à descarada”, feito desde 1991 pela nato/eua.
Contrataram um comediante para servir de actor-de-serviço no palco da “UniãoEuropeia”, onde todos se abanam como num comício pop.
É preciso ter descaramento, e não ter um pingo de vergonha.
Quem invadiu e roubou foi zelensky&azov a mando da nato/eua.
Parecem adolescentes de escola… A honestidade não se compadece com o facciosismo.
Slava Ukraini!
O SAP31i não se cansa de dizer disparates?
A sua alienação da realidade é comparável à propaganda russa.
Por essa ordem de ideias qualquer dia ainda temos o Mário Draghi a reclamar a independência de Bracara Augusta ou coisa do género.
E quanto ao Batalhão Azov por muito controverso que seja, não consta que actuem fora das fronteiras da Ucrânia, sim esse pais soberano que se recusa a reconhecer, ao contrário da sinfonia paramilitar do Grupo Wagner ouvida em muitos lados ou do fofinho tchetcheno Kadirov auto-intitulado ” o sanguinário” e os seus mastins, esses sim à descarada subsidiados pelo aspirante a Czar.
Os ucranianos de zelensky&azov são como os cucos…
Os outros têm o trabalho a criar e a construir, e depois do trabalhinho feito pelos donos … é só roubar e sentar o rabinho no que roubaram.
É o espírito zelensky&azov, que infelizmente também cá houve no 25abril1974.
Foram milhares de portugueses roubados e espoliados em 1974 por este espírito zelensky&azov.
O Grupo Wagner – assim denominado para celebrar o compositor favorito de Hitler – há-de responder por crimes de guerra perante a justiça internacional.
Vamos então a África recuperar o que é nosso?
Começarmos em Ceuta, com passagem por Olivença?
1 – A questão de Olivença é importante para percebermos a actual razão da Rússia. Porque faz-nos sentir, a nós portugueses, o mesmo que nos fizeram com Olivença.
2 – Concretamente, para percebermos a usurpação e roubo que foram feitas à Rússia pelos EUA/Nato, em 1991, com a imposição forçada das actuais fronteiras ditas “ucranianas”.
3 – O “Tratado de Alcanizes” (assinado em 12setembro1297 entre Fernando IV de Leão&Castela e D. Dinis de Portugal) estabelecia Olivença como parte de Portugal.
4 – Em 1801, Olivença foi anexado a Espanha por imposição do “Tratado de Badajoz” de 6junho1801. Imposto a Portugal por coação das tropas de Napoleão que estavam estacionadas na Ciudad Rodrigo em Salamanca.
5 – Em 1808, o “Tratado de Badajoz” foi denunciado por D.JoãoVI de Portugal.
6 – Em 18junho1817 foi assinado o “Tratado de Viena” pelos países europeus. De acordo com o qual a Espanha reconheceu a soberania portuguesa de Olivença, comprometendo-se a devolvê-la. Coisa que, até aos dias de hoje, ainda não aconteceu.
7 – Ora, o “Tratado de Viena” (assinado em 18junho1815) definiu o «Mapa da Europa». DEFINIU AS FRONTEIRAS dos países europeus (consultar o Documento).
8 – No “Tratado de Viena” (o tal que reconheceu a soberania portuguesa de Olivença) pode verificar-se — com toda a clareza e sem qualquer dúvida –, que a Rússia incluía o actual território da Ucrânia, Moldava, Lituânia, Estónia, Bielorrússia e parte da Finlândia.
9 – Será mesmo um comediante — tal como disse o Lula da Silva a propósito de Zelensky, ontem, na entrevista à revista americana “TIME”?
A questão de Olivença é importante para percebermos a actual razão da Rússia. Porque faz-nos sentir, a nós portugueses, o mesmo que nos fizeram com Olivença.
Faz? Não faz nada. Além disso, não há comparações nenhumas a fazer.
Não há comparações?
Então não é pelo mesmo “Tratado de Viena” que Olivença é considerada portuguesa? E esse não é o mesmo Tratado que prova e legitima que a actual ucrânia pertence à Rússia?
Um tratado com 200 e tal anos com um mapa de países que já tinham sido invadidos previamente… Boa comparação.
É o mesmo que dizer que a Ibéria pertence ad aeternum ao Al-Andaluz omitindo que eles tinham invadido primeiro terras dos visigodos que nunca tinham sido sarracenas nem pertenciam à sua geografia natural. Invadiram, estiveram, mas depois foram corridos. É assim que funciona. E é assim que vai funcionar. Os russos vão chatear, como chatearam sempre, até serem novamente corridos, como têm sido sempre.
Quanto a Olivença… você insiste em comparações absurdas. Uma terriola atrás do sol posto não é equiparável com um país inteiro, nem em termos de “sentimento” nem em termos de recursos diplomáticos. Deixe lá Olivença em paz, quando eles quiserem mudar, mudam.
O que era conveniente era deixar de tentar impingir as suas tretas ao público do DO, que é um público esclarecido. Não precisamos de catequismos. Já percebi que está zangado por ter sido corrido de África… Olhe, é assim, ninguém nos manda ter lá ido. Agora temos de gramar com aquela tropa fandanga toda. E não foi por falta de avisos: já vinham nos Lusíadas.
Deve ter sido por isso que os Bolcheviques mataram o Czar e toda a família, porque construíram um império, que eles chegaram e usurparam. A descendência é como o algodão…
Ninguém nega que a Ucrânia tem os seu problemas internos, mas convém não esquecer que muitos desses problemas advém da ingerência do Kremlin que sempre tentou lá colocar um governo fantoche que os ucranianos rejeitaram sempre.
Seja como for, pode dar as voltas que quiser mas os factos são de que há um invasor e um invadido, um agressor e um agredido, ponto.
Estes sujeitos de lógica invertida querem fazer-nos convencer que a potência agressora afinal é vítima e que a nação agredida afinal é agressora.
Vêem o mundo ao contrário.
São fascistas e comunistas, irmanados na mesma vassalagem ao tirano do Kremlin. Netos espirituais dos signatários do pacto germano-soviético de 1939.
é bom lê-lo , pelo menos ficamos a saber que nem todos andam hipnotizados.
nem todos podem ser intj e ver os padrões à légua…não desanime -:)
Outra a celebrar a “libertação” de Mariúpol e a burca obrigatória em Cabul, agora sob a pata talibã com o apoio declarado do regime russo.
É… São os mesmo que disseram que os talibãs “tinham mudado muito”.
A Marina devia adorar andar de burca. Às ordens da escumalha talibã protegida por Moscovo. 022-04-09-Afeganistao-Russia-e-o-primeir o-pais-a-reconhecer-novo-governo-taliba-1 8640d99
Não por acaso, a Rússia foi o primeiro Estado a reconhecer aqueles facínoras como legítimos governantes do Afeganistão.
https://expresso.pt/internacional/2
Não me admiro nada. Faz parte do tal think tank anti-americano de que, infelizmente fazem parte muitos oficiais das nossas forças armadas, de filosofia comunista.
Por incrível que pareça, são os únicos a ser convidados para falar na TV, talvez para que o país fique a pensar que se o “especialista” diz, é porque é.
O ódio destes militares reformados à NATO chega a parecer patológico.
“chega a parecer patológico.” Isso +é mais que óbvio. Deviam ser todos internados numa clínica psiquiátrica.
A ditadura soviética é que fazia isso aos opositores, a quem chamava “dissidentes”.
Vocês, comunistas, batiam palminhas.
Hoje, na CNN, voltou a aparecer o outro general a dizer, fazendo beicinho, que o Putin é um jogador de xadrez, e que os ocidentais se estão a esquecer disso.
Essa sumidade tem afastado muitos telespectadores da CNNP, sei bem do que falo.
Talvez acabe por descobrir um dia destes que o eminente xadrezista Putin é afinal especialista em… dar xeque-mate a si próprio.
E vai conseguir. Com duas torres e um bispo.
E o mais interessante é — à medida que passam os dias de conflito na ucrânia entre nato/UE e Rússia — vermos o dito “Ocidente” a desmembrar-se (vejam-se os resultados eleitorais históricos do Sinn Fein, a Escócia, as manifestações anti-zelensky na Alemanha ontem, a posição da Eslováquia e Hungria, a divisão nos Balcãs, os movimentos independentistas na Itália e França, etc.).
Enquanto vemos, do lado da Rússia, uma união cada vez maior, que de 60% de apoio a Putin em 24fev2022 já vai em 85% em maio2022.
E a China a continuar a acusar a Nato/EUA da culpa do conflito. E a Índia a comprar à Rússia nos últimos 2 meses … 750 milhões de toneladas de crude!
Já ninguém liga ao dito “Ocidente”… Dizem os Ocidentais, aos gritos de desespero. “Mais armar, mais armas…!”, enquanto isso legitima cada vez mais território para a Rússia.
É o Karma.
É o Karma e a Trindade. O Karma não conheço mas na Trindade os bifes são bons.
Ou melhor, eram. Nunca mais lá voltei.
Aí, totalmente de acordo.
Que saudades da antiga Trindade!
E uma imperial e um croquete com mostarda? É isso que une os povos, não é a política.
No dia de hoje o que interessa recordar é que a URSS ou comunas ou os pais dos putins actuais ,entraram na II guerra mundial de braço dado com os nazis.
“entraram na II guerra mundial de braço dado com os nazis.” Mas depois sairam zangados.
Andaram dois anos aos beijinhos na boca. Deu tempo aos russos para assaltarem a Finlândia, metade da Polónia e os Estados bálticos. 0-11-13.html
Deu para tudo. Até para o MNE soviético, Molotov, ir ao beija-mão ao Hitler.
https://histdoc.net/history/NaSo194
1 – Portanto, nestas opiniões inflamadas do «espírito de zelensky&azov» (ou seja, esta mentalidade cowboy da nato/eua), o sentimento de soberania e pertença das Pessoas a um Povo e Cultura, que duram há séculos (por ex., como a Rússia desde o séc.XIV, ou Portugal desde o séc.XII), é substituído assim, por um qualquer «Tratado de 1991», de apenas poucos anos.
2 – Como se esse sentimento das Pessoas — essa sua identificação e identidade cultural forjada por uma história tão longa — pudesse ser substituída por palavras escritas num qualquer papel forjado em 1991.
3 – E são estes zelensky’s desta vida que, bastando fazer umas macacadas e dizer umas larachas num palco de comediantes, são a lei?
4 – Parafraseando Lula da Silva, na entrevista à TIME: —
“”E agora, às vezes fico vendo o presidente da Ucrânia na televisão como se estivesse festejando, sendo aplaudido em pé por todos os parlamentos… O Zelensky aparece na televisão de manhã, de tarde, de noite, aparece no parlamento inglês, no parlamento alemão, no parlamento francês, como se estivesse fazendo uma campanha. Era preciso que ele estivesse mais preocupado com a mesa de negociação. As pessoas estão a estimular o ódio contra o Putin, e por outro lado a estimular Zelensky, que, neste momento, fica se achando o rei da cocada… O comportamento do presidente ucraniano é estranho, parece que julga que faz parte de um espetáculo… A Zelensky deveria dizer-se que, apesar de ser um bom comediante, não vamos fazer uma guerra para você aparecer”.
Lula falou depois do almoço
Já Ronaldo, “O Fenomeno” disse há anos : “presidente, dizem que você bebe, chato”
Depois deste frete ao Putin quando todos os dias há ucranianos a serem massacrados pelos russos, já espero tudo de Lula.
Até que comece a elogiar também a antiga ditadura militar brasileira.
Então, agora, até dizem que Mariupol, a fábrica metalúrgica, Karkiv (Carcóvia, antiga capital da urss), Odessa, e 99% das cidades e localidades fundadas e construídas pela Rússia… são da Ucrânia?
Foi um milagre, que veio do céu?
O zelensky&azov só entre 2017 e 2020 mudou o nome a 55.000 ruas e cidades. Como se esse truque escondesse o roubo.
É o que se chama um “roubo à descarada”, feito desde 1991 pela nato/eua.
Contrataram um comediante para servir de actor-de-serviço no palco da “UniãoEuropeia”, onde todos se abanam como num comício pop.
É preciso ter descaramento, e não ter um pingo de vergonha.
Quem invadiu e roubou foi zelensky&azov a mando da nato/eua.
A Ucrânia perde 160 milhões de euros diários por estar impedida de escoar cereais para os países que costumava fornecer. Países pobres de África e do Médio Oriente, sobretudo, onde haverá muito em breve milhões de pessoas a passar fome.
Este é também um crime de guerra que Putin tem vindo a cometer na tresloucada agressão imperialista à martirizada nação vizinha.
Os zelensky&azov’s deste mundo…
1 – Era como se o “Tratado de 1jan1986 e 1991”, pelos quais Mário Soares e Cavaco Silva venderam a soberania de Portugal à CEE/UniãoEuropeia, fosse aceite por milhares de portugueses/as. Que consideram que Portugal é independente pelo «Tratado de 1143», e as suas fronteiras invioláveis a essa dominação imperialista e colonialista da UniãoEuropeia.
2 – Os zelensky’s deste mundo acham que a soberania de um Povo e as suas fronteiras se resolvem com um «tratado de 1986/1991» por ser mais recente do que «o de 1143».
3 – Haver, vamos… Quando cá chegar a «tropa obrigatória», os «símbolos estrangeiros», e a «perda do domínio económico, jurisdicional, marítimo e territorial».
“Haver, vamos”? E é isto um doutor…
Também tive um presente desses e fiquei a olhar pasmada, Costa.
É doutor sim senhor porque andou no mesmo rancho folclórico do doutor Relvas.
Obviamente.
Porque não tem nada a ver com a “vista”.
Tem a ver com o “não haver” dinheirinho no bolso … Com a inflação e subida de preços, devido às “nossas sanções” (pasme-se, as que fomos nós a pôr!).
Ahhh… Então foi isso. Homem, você sempre poderia ter invocado um “lapsus calami”, um erro de boa-fé, um deslize que a qualquer um pode acontecer. Mas não… Tinha que ir por aí: para si, desde que não lhe falte no bolso, o mundo pode ruir à sua volta e o pior tirano está legitimado. Estamos conversados.
Mas que culpa temos de a Índia nestes dois meses ter comprado 750 milhões de toneladas de crude à Rússia? E a China, fazer o mesmo pela calada? E até o Japão, vir dizer hoje que o mega-projeto de hidrogénio com a Rússia não será abandonado?
O Lula é que topa o Zelensky… chama-lhe (passo a citar da entrevista à “Time”: “rei da cocada”.
Dum compincha e confesso admirador dos despóticos manos Castro, do Chávez e do Maduro, qualquer crítica equivale a elogio.
Zelenski bem pode orgulhar-se.
“A assessora de Lula estava apaixonada por ele, mas este nem percebia…
Um dia depois do expediente, entrou na sala dele com um vestido provocante, bastante decotado, fechou a porta atrás de si, caminhou languidamente até à mesa, com ares de Mónica Lewinski e propôs-lhe:
-Sr. Presidente, vamos fazer uma sacanice?
– Vamos! Onde é que eu assino?”
Idoneidade e inteligência.
“Lula queria um selo com sua foto para marcar o seu primeiro semestre de governo. Ele exigiu um selo de altíssima qualidade. Os selos sao criados, impressos e vendidos. Lula fica radiante! Mas em poucos dias ele fica furioso ao ouvir reclamações de que o selo não adere aos envelopes. O presidente convoca os responsáveis e ordena que investiguem o assunto. Eles pesquisam as agências dos Correios de todo o país e relatam o problema a Lula. O relatório diz: ‘Não há nada de errado com a qualidade dos selos. O problema é que o povo está cuspindo do lado errado.”
O Lula topa tudo! Êta cocada!
Não me sinto culpado, disso das compras da Índia e da China, se faz questão de saber. E, já agora, da Hungria, ou lá quem seja. Nem sei porque me deveria sentir (a questão que coloca parece assaz retórica e de resposta antevista e presumida; mas, enfim, é lá consigo). Em todo o caso bem poderíamos ficar por aqui a trocar impressões que, na melhor hipótese, nos levariam a acordar em discordar.
Sucede que tenho vindo a ocupar os meus serões, por estes últimos dias, em boa parte, com a leitura de The Gates of Europe, a History of Ukraine, de Serhii Plokhy (não sei se tem edição em português, basto-me com aquela em língua inglesa). Faltam apenas umas dezenas de páginas, breves horas de leitura atenta. Leitura muito interessante, creia, e que – perdoará – coloco antes de qualquer debate consigo. E que em todo o caso fará de mim, a seus olhos, um “Zelensky & Azov”. Um Nazi, portanto.
Vindo de si, a ser esse o caso, um certificado de sanidade mental. Minha.
Essa “história da ucrãnia” é como aquela “história de Portugal» contada pelo tio de D. Afonso Henriques líder dos Templários. A mesma “história” contada pelos muçulmanos … é completamente diferente.
É isso mesmo pois claro

Europa? Qual Europa?
1 – A Europa independente, autónoma e orgulhosa da sua especificidade? Ou a actual Europa, transformada numa mera província estado-unidense, onde os generais americanos da Nato mandam e comandam, e obrigam os europeus atacar a Rússia por um zelensky qualquer?
2 – “BEM-VINDOS AO REAL EUROPEU” … proclamava Slavoj Žyžek em 2002, na obra intitulada “Bem-vindo ao Deserto do Real”, publicada em 2006 pela “Relógio d’Água”.
3 – Passados quase 20 anos, é interessante ler o que ele dizia…
3.1 – “O hino oficioso da União Europeia, esse Hino à Alegria (Der Ode na die Freud) extraído do último andamento da nona sinfonia de Beethoven, é um verdadeiro «significante vazio» que pode ser utilizado seja para o que for. Em França, Romain Rolland elevou-o ao estatuto de ode humanista celebrando a fraternidade dos povos (a «Marselhesa da humanidade»). Em 1938, esse hino foi a principal atracção do espectáculo das Reichmusiktage («Jornadas de música do Reich»). Nos anos 1970, podíamos ouvi-lo em honra da medalha olímpica de ouro, quando as equipas participantes da Alemanha Oriental e Ocidental se reuniam numa só. O regime rodesiano de Ian Smith, partidário da supremacia branca, que decretou a independência no final dos anos 1960 a fim de manter o «regime do apartheid», fez dele o seu hino nacional. Até Abimael Guzman, o cabecilha do movimento ultraterrorista Sendero Luminoso, mencionou o quarto andamento da nona de Beethoven quando o interrogaram sobre os seus gostos musicais…” (S.Žyžek, 2006, pág.11)…
3.2 – “[….] Não nos é, portanto, difícil imaginar um espectáculo de ficção ao qual assistiriam todos os que são inimigos jurados, de Hitler a Estaline, de Bush a Sadam, esquecendo as suas oposições, para participarem num momento mágico de fraternidade extática…” (S.Žyžek, 2006, pág.12)…
3.3 – “Reconheçamos que há uma falsa aparência insípida neste «Hino à Alegria» [neste Hino da União Europeia], e que o caos que surge a partir do «compasso 331» da sinfonia é uma espécie de «retorno do reprimido», sintoma daquilo que não corria bem desde o início. (S.Žyžek, 2006, pág.13).
3.4 – “E se o verdadeiro problema fosse a própria «União Europeia», e não o Hino? E se o problema fosse o modo como é entoado pela elite tecnocrática de Bruxelas, e o esgotamento quer do modelo franco-germânico quer do modelo anglo-saxónico?”…
4 – “Hoje, a tarefa da Crítica consiste em recolocar o «evento» [os eventos que hoje ocorrem] no contexto dos antagonismos do Capitalismo Global [perpetrado pelos EUA, que submeteram a Europa a uma mera província estado-unidense, onde os generais americanos da Nato mandam e comandam]”.
5 – Europa? Qual Europa? A dos zelensky&azov’s comandada pelos EUA/Nato, e pelos políticos de Bruxelas e anglo-saxónicos da UniãoEuropeia, e suas ramificações na ONU e nas actuais Organizações Internacionais?
6 – Ora, ora … que se faz tarde.
7 – Não nos digam que vão para mais um comício do zelensky&azov&nato-eua clamar por: “mais armas, mais armas!”?
Já subiu para 60 o número de mortos numa escola em Lugansk, ontem vítimas dum bombardeamento russo. 1369229
Estes civis foram mortos por terem cometido o pecado de estarem ali abrigados dos horrores da guerra. Deviam ser também «nazis», na óptica putinesca.
https://www.bbc.com/news/world-europe-6
Outro crime de guerra cometido por Putin na Ucrânia.
Estavam numa escola, mas se calhar eram mercenários militares…
Eram nazis». Incluindo velhinhas e crianças.
Também «estariam mesmo a pedi-las», como as miúdas que são violadas por usarem mini-saia?
Os dois miúdos de 11 e 14 anos ontem assassinados por bombas putinescas em Privília também deviam ser «neonazis». reStory/women-children-evacuated-ukraini an-steel-mill-84571531
https://abcnews.go.com/International/wi
Agora essa besta manda bombardear centros comerciais em Odessa. Devem ser alvos “militares”, cheios de “neonazis”. undo/noticia/ataque-odessa-causa-menos-m orto-biden-putin-nao-saida-invasao-20055 73
https://www.publico.pt/2022/05/10/m
Crimes de guerra, crimes contra a Humanidade.
Hoje, 9/5/2022, Portugal: “Homem morre após ser espancado no Algarve com pontapés na cabeça. Agressor já foi detido. Agressor, de nacionalidade ucraniana, foi identificado pela GNR.”
Desnazificar.
Há que desputinizar a Rússia.
E desputizinar os putinescos sovietófilos que lhe lambem as botas em Portugal.
Devem ter línguas enormes, para conseguirem esticá-las daqui até Moscovo.
https://rr.sapo.pt/noticia/vida/202 2/05/09/jornalistas-ucranianos-distingui dos-com-premio-pulitzer-especial-pela-co bertura-da-guerra/283502/
O Pulitzer não é a capa da Time! Vai-se a ver, é tudo nazi
