Tal como Truffaut, também eu nunca me cansarei de apreciar a beleza, a estética ou o encanto de uma mulher. Mas como não discuti isso previamente com o Pedro, não sei se Lady Victoria Hervey com esta indumentária teria direito às “primeiras páginas” dele. De qualquer modo, arrisco dizer que quer o meu amigo Pedro, quer as nossas co-autoras, quer os demais cavalheiros e os leitores deste blogue, concordarão comigo de que este vestido, independentemente de quem o use, é susceptível de provocar torcicolos e engarrafar o trânsito em qualquer cidade, vila ou aldeia.
Para quem quiser copiar o modelo, e, se não se importam, tiver corpo para isso, deixo aqui o link para as outras fotos.


O Holland tá d’olho….
Lá vai a “atris” pró hospital!
Fat Land, Skinny Beach.
Valha-nos Nossa Senhora da Boa Morte!
Este governo Inglês, com suas medidas de austeridade, tira a possibilidade àquele povo de chegar a roupa ao pêlo desta lady.
Temos de ser nós, os portugueses, mesmo pobrezinhos, a mostrar o nosso empenho e solidariedade e cobrir a rapariguinha, pois não vá ela apanhar uma pneumonia.
Porra pra tanta austeridade!
São as contingências do “aquecimento global”, Sérgio. Fica a sugestão ao dr. Mário Soares para se pronunciar sobre este tema num dos seus próximos artigos de opinião no DN.
Acho melhor não lhe dares sugestões. Nem sobre o “aquecimento global”, nem sobre o vestido. Já basta assim.
tenho andado a chatear todos com a transparencia mas agora “vejo” ainda melhor como tenho razão. Na politica e aqui mais a transparencia faz muita diferença na autoestima dum povo.
Ó Sergio, chamar vestido a esta sombra, parece-me excessivo. É, isso sim, evidentemente, um despido sinal da crise.
O que me preocupa é se “esta” crise se estende às nossas belas de hoje. Todos as preferimos, com dieta mediterrânica, ligeiramente mais veladas…
Apoiado!
Coitadinha, sequinha como um pau de piteira.
A falta que lhe faz uma açorda, um magusto com bacalhau assado…
Seria interessante que os meninos reparassem no acessório.
A rapariga tem atrás a bombardier, a Netflix, a Lexus e a Marie Claire. Tudo não passa de uma metáfora! Um bombardeiro, bastante flexível agora na net, sem nexo mas com L de loira, que vende revistas e que provavelmente chega na Companhia de um qualquer portento financeiro.
Como se diz na minha terra… Esta é como o mar. Está a puxar pra dentro.
Está agressivo sim senhora.
Ai, já encomendei em três tamanhos e cores distintas para oferecer a meia dúzia de comentadores que conheço (todos homens!). Coitada da senhora, talvez não mereça tanta maldade, mas com crise ou sem ela, ninguém merece. Imaginem que ela se vira e tem a malinha junto ao ventre tipo menina púdica? Nah, fico-me pelas belas do Pedro ou à espera de mais uma crónica do Dr. Soares. Há outras igualmente boas. Vejam esta peróla e vejam se adivinham a autoria: ” A cidade é feita de cruzamentos. Os cruzamentos servem para separar: uns vão para a esquerda, outros para a direita. A cidade é, então, uma sucessão de separações”.
Gonçalo M. Tavares na revista da TAP 🙂
Pois é verdade, Helena, ganhou o urso de peluche:) eu confesso que gosto do Gonçalo M.Tavares (alguns livros e gosto dele pessoalmente, sempre foi muito cordato comigo e sempre colaborou com a Egoísta sem qualquer problema, impecável) e fiquei perplexa com estas considerações. Deve ser por viver numa rua sem saída. O que muda logo tudo. Talvez eu não viva na cidade e não tenha dado conta? Não me parece.
As modas da indumentaria, muitas ou todas, apagam a beleza natural do homo-sapiens. Nada mais bonito que um corpo(feminino) nu, ou quase, como é o caso.
esse vestido é mesmo muito transparente 😛