Será ou não será?


Pedro Correia,

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Então digam-me lá: Ana Gomes será ou não uma boa candidata à Presidência da República?

134 comentários em “Será ou não será?”

  1. Não podia ser melhor: depois do presidente do afecto, a presidente do calduço.

    Fora de brincadeiras, goste-se ou não é uma política corajosa e preparadíssima. Acho uma óptima candidata.

    1. Lembrei-me agora: a última mulher que figurou na posição dominante da hierarquia do Estado português foi a Rainha D. Maria II, falecida em 1853.

      Mais de cem anos de república, com a sua retórica igualitária, revelaram-se incapazes de gerar o que já havia ocorrido na nossa monarquia setecentista e oitocentista: uma mulher no principal plano de representação simbólica e no principal posto de responsabilidade política.

      1. O que mostra como se menospreza o papel político da mulher em Portugal. E não só como potencial eleita, mas também como eleitora. É engraçado constatar que numa sociedade onde é frequente as mulheres gerirem as finanças domésticas e empresariais, quando toca a responsabilidade política, arrepia-se caminho, como se esse fosse um papel exclusivamente masculino.

        O meu primeiro emprego foi como entrevistadora da Marktest e a coisa que mais me bulia com sistema nervoso eram as sondagens políticas, quando atendiam senhoras – que respondiam sem qualquer restrição aos questionários de publicidade, rádio, televisão, imprensa, etc. – , mas assim que anunciava o tema política, me responderem: ah, se é política vou chamar o meu marido, ele é que percebe disso. Quantas vezes me apeteceu entrar pelo telefone dentro de revolta.

        1. respondiam sem qualquer restrição aos questionários de publicidade, rádio, televisão, imprensa, etc. – , mas assim que anunciava o tema política, me responderem: ah, se é política vou chamar o meu marido

          Não tem nada que espantar, Isabel Paulos. Há no comum dos casais (não em todos, claro) uma divisão de tarefas (a qual, como Adam Smith nos ensinou, faz aumentar a eficiência). Em matéria de publicidade, a mulher sabe mais (o homem frequentemente, como é o meu caso, não sabe absolutamente nada). Em matéria de política, o homem sabe mais (a mulher frequentemente não sabe absolutamente nada).
          Se, por exemplo, é preciso fazer compras para a casa, a mulher orienta e o homem segue-a; é a mulher quem diz o que se compra e quando. Se é preciso fazer opções políticas, o homem orienta e a mulher segue-o.
          É claro que isto não é assim em todos os casais (no meu, por exemplo, não é assim). Mas é frequente ser. E nada tem de errado, pois a divisão de tarefas é, em geral, uma coisa boa – como Adam Smith nos ensinou.

          1. Luís Lavoura, temo que ao dar resposta surjam chorosos alguns dos seus congéneres masculinos, a defender-se da injustíssima e atrevida anti patriarcal emancipação feminina que, como é sabido só trouxe desgraça aos novos tempos, deixando os desgraçados dos homens desamparados, coitadinhos. E as mulheres desnorteadas, pois claro, por não saberem o que fazer com tanta liberdade, independência e opinião.

            Já na sua perspectiva, a da eficiência económica, presumo que os mercados ficariam nervosos se alterássemos o padrão de divisão de tarefas que diz ser normal.

          2. Senhora Isabel Paulos,
            Por este congénere pode responder ao Luís Lavoura como bem lhe aprouver e lhe dê na real graça que não fico nada incomodado. Nadinha. 🙂

          3. Luis Lavoura, você tem razão na divisão de tarefas. Além disso há coisas difíceis de mudar. Por exemplo a minha mulher não consegue perceber o que é um off side por mais que eu lhe explique. E eu não consigo aprender a fazer uma cama por mais que ela me explique e eu treine. E quando treino, ela vai a seguir e desfaz tudo comentando: o que tu fizeste é tudo me**a.

        2. “O que mostra como se menospreza o papel político da mulher em Portugal.”
          Um pensamento cartesiano poria uma outra hipótese, pelo menos. Esta: as mulheres são nabas.

      2. Quanto ao exemplo da monarquia versus república. É a velha questão: quem se convence que o mundo muda sempre para melhor, que é um contínuo de progresso, está enganado.

      1. Isso não sei. Se for casada há um.
        Se não for a percentagem aumenta exponencialmente para 99,9% de candidatos a primeiro cavalheiro entre a população masculina solteira de Portugal.

          1. Ai é? Também não sabia.
            Em todo o caso se for também pouco me surpreende. Degustação a preceito não é propriamente o melhor predicado masculino.

          2. Preferiria uma presidenta Cristina à manresa da Gomes, fo…se, valha-nos Deus nosso Senhor (depois do selfies, a histérica manresa)! Se é para ir, ao menos vamos em grande, de pândegos!

          3. Ahhhh! Parece um ex jogador da bola, o casinhas!! Sinceramente, desconhecia.
            Um bem haja,

      2. “Com uma Presidente Cristina, haveria um Primeiro Cavalheiro?”

        Não seja por isso. O actual Presidente também não tem uma Primeira Dama.

        Um pouco à semelhança dos Padres, ficam mais leves e soltos para a total entrega ao ministério da … Política.

        Quanto a Ana Gomes, por mais que o país a admire e respeite, não creio que esteja preparado, e por razões diversas, para conviver com um nível de energia tão radical e explosiva, quase incendiária, que faria tremer na base os brandos costumes do bom povo português, sempre pronto a fechar os olhos para grandes maçadas.

          1. “Com Ana Gomes, haveria primeiro cavalheiro. Ela é casada.”

            Isso é um ponto a favor. Será?

          2. O enquadramento legal português não prevê estatuto oficial para a primeira dama. Segundo tenho lido, isso só existe mesmo nos EUA.
            Por conseguinte também não haveria primeiro cavalheiro. Quando muito, talvez, cavalheiro consorte.

  2. Esperemos que não.

    Guincha muito. A personagem parece ter saído do velho filme “Pátio das Cantigas”

    Falta-lhe “classe” , diplomacia e traquejo político.

    A.Vieira

  3. {strong}Não{\strong} será uma boa candidata. Tem má voz (esganiçada) e assume e assumiu posições demasiadamente radicais.

    Um ex-diplomata (tal como ela) que seria um bom candidato seria o Francisco Seixas da Costa.

  4. O debate essencial seria (A)Gomes vs (A)Ventura, com a temática da corrupção e do futebol.
    A presunção de inocência aplicada ao estado lampiânico, desde que o objecto da mesma não seja de etnia cigana.

    Concordo que a Cristina F seria uma boa presidenta. Afinal, é do povo (agrada à direita conservadora), uma entrepenora (os liberais gostam), e é
    a prova de que o elevador social funciona (a malta de esquerda curte). Tem perfil, pois fala muito e gosta de viajar.

        1. Nunca a tinha visto, mas procurei umas fotografias delas na internet. Encontrei algumas em fato de banho, e pareceu-me bem melhor do que o Marcelo em traje similar.
          Sim senhor, está aprovada e tem o meu voto.

          1. Já foi candidato à câmara de Lisboa, já foi candidato ao Parlamento Europeu. E é proto-candidato a secretário-geral do PCP, faltando apenas saber qual a data exacta em que será ungido.
            O que demonstra bem como esse partido sofre um vazio de quadros.

            Só falta mesmo ao camarada Ferreira ser candidato a Presidente da República. Pau para toda a colher.

          2. Pedro, o destino sugerido, era mais uma brincadeirinha, de mau gosto, admito, porém uma brincadeira … com a afinidade existente entre o nome dela e a dieta saudável, gourmet, praticada nessa “grande potência emergente”.

          3. Também já lá estive e foi uma experiência muito interessante.
            Porém, quanto ao que eles comem, valha-me Deus …

            “Agora andam à rasca por comerem pangolim”

            Andam eles por comerem e andamos nós, e o resto do mundo, por eles terem comido …
            Essa, parece-me ser uma questão relevante e pertinente.

          4. Eles comem tudo quanto tenha pernas e não seja mesa. Como costumam dizer. Depois, tramam-se. E a globalização dá nisto: também existe hoje uma globalização da doença. E uma espécie de histeria universal em função dela.

          5. Isabel Paulos, não, o meu critério não é esse. Eu só disse que ela em fato de banho tem melhor aspeto que o Marcelo em traje análogo. E este é um facto inegável!!! Penso que você não contesta.
            Quanto ao mais, ela tem o meu voto porque, nunca eu a tendo visto, nem ao programa dela, é (1) uma mulher (eu gosto mais de mulheres do que de homens) (2) da minha nação (eu confio mais nas pessoas do Porto do que nas outras) e (3) parece-me, pelo currículo, ser efetivamente uma pessoa determinada, empreendedora, forte e de confiança.

          6. Pois, lá está. Não me enganei, em calções o João Ferreira deve ficar muito melhor que qualquer outro/a candidato/a. É mesmo esse o critério.

          7. Ferreira a presidente! Ferreira a presidente! Ou a candidato. Tem o meu voto pela certa….

          8. Lamento, mesmo, que esta questão tão importante da presidência da república esteja aqui a ser tratada com esta leveza até brejeira. Eu não aludi a “fatos de banho” e isso (aliás acho que um presidente da república não deve trocar de fatos de banho em público). Falei de um vulto de cidadã que julgo cumprir as exigências à função. Quanto ao comunista aqui referido, fui procurar na internet, e lamento a alienação das comentadoras, que se deixam impressionar por um homem bem apessoado: a política não é apenas imagem.

          9. Mas já o fiz, e no meu comentário anterior. Mas repito-me, pois estou certo: é um vulto de cidadã que julgo cumprir as exigências da função.

          10. Não, não fez. No comentário anterior limitou-se a levantar o dedo em riste produzir a acusação de falta de decoro e chamar alienadas a duas comentadoras. Foi tudo quanto conseguiu fazer.

          11. (Peço desculpa se a ofendi Isabel Paulos. Não será caso para tanto, mas nisto o importante não é a minha intenção mas o resultado dela, que foi esse: de facto eu apenas ironizava, parvamente pelos vistos. Pois não estou eu a dizer exactamente o mesmo do que as duas “alienadas comentadoras”?)

          12. Nesse caso, quem pede desculpa duplamente sou eu. Primeiro por não ter percebido a ironia (ainda considerei a hipótese de estar a fazer uso dela, mas achando que falava sério, ataquei) depois pela reacção intempestiva.
            Em excelente dia para si, caro jpt.

          13. Nada disso, quem ironia por escrito tem que saber meter a entoação e o ricto nas palavras. O falhanço é meu (mas insisto, a Sónia Araújo é um vulto)

          14. Peca por comedimento, caro jpt.
            A Sónia Araújo é um vulto?! Um vulto??? A Sónia Araújo são dois vultos abençoados.
            E a Cristina não menos. Por aí duas candidatas perfeitamente equilibradas que antes de entrarem…já vão entrando.

          15. razões ideológicas profundas levam-me a optar pela candidatura de Sónia Araújo. Tenho dito

  5. Ó Senhor Pedro Correia tenha dó da gente, carago!

    Se já é um horror ‘bere’ o Marselfie a tirar as cuecas e rezar para que a toalha não caia, imagine agora a Ana Gomes nos mesmos preparos e a toalha cair:

    – Yukk podes tirar a casota, cão lindo!

    Smoreira

  6. Boa para quem?!

    Para o “sistema” iria ser péssima, o que seria óptimo.

    No Professor Marcelo não voto. Se Ana Gomes avançar, será como independente. Campanha não precisa, já a fez na televisão.
    Ana Gomes é um “Ventura” mais comedido mas com mais testosterona.

      1. quem se chegar agora à frente partirá com vantagem

        Não pense nisso. Uma campanha eleitoral é muito cara. Quem se chegar agora à frente ficará com tantas dívidas à banca que já não será capaz de repetir em 2026.
        E veja que Manuel Alegre (ou foi Otelo?) também se candidatou duas vezes, e nem por isso obteve maior sucesso.

        1. Uma campanha eleitoral é muito cara?!
          Você deve pensar que vive nos EUA.

          Em Portugal, para alguém fazer campanha, basta aparecer na TV.
          O actual Presidente, aliás, é o melhor exemplo disso.
          Ana Gomes já aparece na TV dia sim, dia não. É quanto basta para ter a campanha feita.

          1. Mesmo em Portugal, o tempo de antena é caro.
            Quem o ofereceu às mãos cheias a Marcelo, lá sabe porque o fez.
            Almoços de borla, já se sabe, é coisa que não há.

          2. Pelo contrário. Poucas coisas há tão baratas em Portugal como o tempo de antena, como se avalia serão após serão em qualquer canal.

    1. Vi logo que percebias de animais, deves ser veterinário. O Pedro Correia já lambe a juba para ficar catita na cristiselfie, e a Ana Gomes, quando lhe voltarem a dar o tapete, volta a dar a pata enquanto durar o ossito.
      É a vida.
      Basta esperar.

    2. Ana Gomes não é Ventura. Ana Gomes é uma condecorada pelo sistema.
      Faz de polícia mau, para que a coisa não seja tão escandalosa e acaba por ser uma válvula de escape
      O Doutor André Ventura, pelo contrário, nada deve ao regime e põe mesmo o dedo na ferida.

  7. Não acredito que pudesse ser uma boa PR, mas como candidata poderia ser muito interessante. É suficientemente desempoeirada para confrontar MRS. André Ventura não será capaz de sair dos lugares comuns que repete até à exaustão. Para Rebelo de Sousa, Ventura será o opositor ideal para reciclar a imagem de “Presidente dos Afectos” e para se vender no papel de protagonista da união entre todos os portugueses em oposição a um candidato de facção, ainda por cima com tão fracos pergaminhos democráticos como é o caso de AVentura. Por outro lado, um confronto entre ambos será ideal para Ventura se afirmar com uma espécie de novo enfant terrible da política portuguesa e assim ver abençoada a sua legitimação institucional. Se não houver Ana Gomes, virá um(a) celinzentão(ona) qualquer fazer o frete, a lá Maria de Belém, sem nunca contar verdadeiramente para as contas finais. Até poderá vir a ter um resultado mais robusto que Ventura, mas nem de perto nem de longe terá expressão mediática comparável.
    Ana Gomes, apesar de um certo radicalismo inconsequente, tem a particularidade de chamar os boi(y)s pelos nomes.

    1. O meu falecido avô também chamava os bois pelo nome: um era o Branco e o outro era o Preto. E, avaliando pelo que vou vendo e ouvindo, o meu avô não era bovinómino.

      Quanto à Ana Gomes acho que para ela nesta quinta os boi(y)s não são todos iguais.

      Smoreira

        1. Hum, não sabia que o senhor Ventura era boi … Mas espera lá! Os bois do meu avô era castrados. Castrados com uma fita de seda fortemente apertada no escroto até a fruta secar e cair. Coitado do senhor Ventura! Se calhar foi com gluconato de zinco.

          Um ‘nobre’ alentejano a quem ensinei uns parcos passos de ordem unida numa das margens do Tejo, sem avistar Marcelo em banhos, sábio, certa vez disse-me:

          ” O homem pela palavra e o touro pelos cornos.”

          Ora, pela palavra Marcelo seca uma figueira (não foi o Jerónimo que disse) “doa a quem doer”, depois de tudo apurado. O senhor Ventura tem um problema de zinco. Resta a honestidade do touro que em pontas diz sempre ao que vem.

          Navios naufragados no Tejo a importunar a navegação, creio que não são admissíveis a plebiscito.

          Smoreira

  8. Seria um divertimento a campanha com:
    Marcelo, Ana Gomes, Ventura, “O Candidato do PCP”, Marisa Matias e mais 2 ou 3 patuscos que se candidatam sempre.
    Duas coisas seriam certas: Divertimento e 2ª volta (o que viria a ser inédito)

          1. Perca um bocadinho do seu tempo, ou peça a alguém que perca por si e compare o nível da linguagem (léxico, sintase, etc) do Doutor André Ventura com a generalidade dos deputados e ver-se-á quem é populista.

          2. Uma vez ouvi esse senhor perorar na pantalha. Concluí que tem um léxico muito reduzido. A palavra que mais vezes pronunciou foi “Benfica”.
            Desisti a meio.

  9. Parece ser uma mera possibilidade académica – a observação da própria a um impedimento ditado desde a cúpula do PS não terá sido inocente -, um caso eventualmente interessante como tema de discussão e construção de uma realidade paralela, um objecto de eventuais, diletantes e acalorados debates ociosos (nada de necessariamente pejorativo neste “ociosos”, entenda-se). Indo dos méritos próprios da senhora até, instrumentalizando-a em grau maior ou menor, às insaciáveis razões da fanática, crescente e tentacular ofensiva à tremendíssima sociedade dita patriacal.

    Mas, enfim, sabe-se lá.

    Seria ela, Ana Gomes, uma vez da presidência, tão vocalmente denunciante da corrupção e da impunidade dos seus agentes? Ou seria pronta e muito convenientemente neutralizada pelas tão experimentadas e competentes defesas diligentemente criadas pela “situação” pós-1974 e, nesta, pelo seu partido?

    Costa

  10. Portanto:

    – a mulher andou a gritar para aí aos quatro ventos sobre os vôos da CIA embaraçando o MNEstrangeiros de então, Luís Amado, e arranjou até uma troca de mimos com a Isabel Moreira;

    – sobre o ódio que estima a PPortas bastou a Cecília Meireles para por a nú toda a demagogia e expor umas engolidelas a seco. Não terá o seu novel amigo nas suas encriptações, um documento com os nomes dos beneficiários dos ‘fees’ dos submarinos? Isso é que era?;

    – as histórias e estórias sobre o Luís Filipneu não foi preciso ela vir contá-las. Quem anda avisado já há muito que sabia;

    – Angola, Luanda Leaks? Caramba, ali no início do milénio houve dois jornalistas que se viram aflitos com a justiça portuguesa, por causa de alegadas difamações sobre a origem das massas de tão ínclitas famílias e quão isso prejudicava as outras massas.

    A Anita no desfiladeiro, sim porque já há muito caímos no precipício, produz ecos provenientes de outros ecos e isso não é novidade, não é heroísmo, não é coragem, é … eco.

    Smoreira

    https://observador.pt/2015/02/09/ana-gomes-atira-voos-cia-contra-isabel-moreira-resposta-aprendi-muito-sobre-a-ma-fe-alheia/

      1. Aliás, já tardam as indignações da ‘cherifa’ do Pinhal de Leiria sobre Tancos e os seus nebulosos e inenarráveis episódios que, pasme-se, acabam em perigosos enredos do canal Foxcrime.

        Ou, um grito de revolta com as teias de interesses e amizades que levaram à morte mais de uma centena de conterrâneos e que, afinal, só doeu nos que partiram e, ouso dizer, terminou no canal Travel Channel.

        Smoreira

      2. Ai agora também se chama pederneira?
        Enfim; mais um nome a engrossar a extensa lista.
        Sempre a aprender.
        …Pederneira, não está mal.

  11. Uma excelente candidata! Diria que o PR bem lá no fundo, muito fundinho deve achar a ideia engraçada… ao menos terá com quem debater na campanha.

          1. Dava uma boa acção de campanha: as selfies da Aninhas. Pequenos apontamentos sobre as varias causas da senhora. Agora, Gomselfi não soa lá muito bem.

            E deixemos o professor Névoa lá bem descansado por Paris…

  12. Não sei se o Marselfies tem a eleição garantida. Eu não vou votar nele como fiz da outra vez. E imagino que há uma tomatada de gente a pensar o mesmo.

  13. Eu vou mais além… nem um nem outro. Acabe-se com o cargo.
    Afinal a figura não risca nada.
    É preciso andar a gastar milhões com uma figura que não tem poder nenhum? Analisa, gosta, ok. Não gosta, manda para o constitucional ou veta. E se veta mandam-no passear e passa na mesma.
    Para isso não é preciso para nada. Bastava que os partidos que se opõem a um assunto, solicitassem a intervenção do tribunal constitucional. Poupava-se no cargo e em todos os assessores e cortava-se caminho.
    São milhões por ano para uma figura que apenas faz corpo presente, distribui uns beijinhos e manda umas postas de pescada que no fundo não têm validade nenhuma.
    Ah e tal mas pode dissolver o parlamento… pois… mas quando não devia dissolveu e quando teve mais do que motivos não o fez… grande merda.

      1. Fácil… altere-se a constituição… ou é inconstitucional alterar a constituição?
        Até parece que é uma coisa sagrada, escrita por deus, tipo os dez mandamentos.
        Daqui a 500 anos ainda vamos andar a viver na idade da pedra porque não pode alterar aquilo? Sim, porque daqui a 500, 2020 vai ser a idade da pedra parte ll.

        1. É inconstitucional rever a Constituição. Nas suas traves mestras, que são a república vitalícia, com interdição expressa de outra forma de organização do Estado, e a abertura imperativa de um «caminho para uma sociedade socialista», como reza o preâmbulo da lei fundamental.

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