
O Chefe de Estado português em visita oficial a Angola. Suponho que tenha vindo de tanga por ter erradamente julgado que era esse o protocolo local. Ou então quis recordar aos angolanos o desembarque de Diogo Cão na Foz do Zaire.

O Chefe de Estado português em visita oficial a Angola. Suponho que tenha vindo de tanga por ter erradamente julgado que era esse o protocolo local. Ou então quis recordar aos angolanos o desembarque de Diogo Cão na Foz do Zaire.
De uma coisa podemos ter a certeza. O nosso homem é corajoso.
Que a história o venha a tratar com justiça:
Até ficar todo a nu, fez um figurão como Presidente da República.
a ‘verborreia frenética’
deste comentador
vai deixar-nos de tanga
O mal de Marcelo não está na praia, em calção.
O mal de Marcelo está nas concessões que ainda faz ao sistema.
A falta de sentido de estado, pelo contrário, está, entre outros muitos lados,
– nos grandes escritórios de advogados que parasitam a democracia;
– na promiscuidade entre negócios e política;
– na menoridade do nosso sistema educativo;
– na incompetência trágica perante os incêndios…
Deixemo-nos de endeusar a política.
Isso é um truque medieval para manter o povo de joelhos.
Libertemo-nos!
João de Brito
Completamente
A ver se compreendo a indignação púdica que por aí vai. É pelo facto de ele não ter vestido um burkini? É por ele não ter mandado interditar a praia aos fotojornalistas? É por ele se banhar em águas africanas? É por o seu corpo ostentar algumas marcas da idade? Ou é simples inveja?
Inveja, claro.
Só alforrecas e caranguejos … nem uma “caravela portuguesa” !
… Kosta, tudo bem por aí?
Não houve estadista com mais sentido de estado que Luis XIV, e no entanto não se coibiu de dançar em palco vestido de Sol. Vtdyt6s5I/AAAAAAAABz4/H1AvPAeEYQ0/s1600/L uis+XIV+Ballet_de_la_nuit_1653.jpg
http://4.bp.blogspot.com/-PU28T7mOU4c/T9
O problema de Marcelo:
– Não abre a boca sobre o regime angolano (corrupção, fome….)
– idem sobre a Catalunha;
– idem sobre Trump;
por exemplo.
É um valente esforço. Não é qualquer um que mergulha no cais das colunas para desaguar talvez na restinga ou na barracuda, ou nas palmeirinhas, ou na praia do bispo, para representar Portugal numa tomada de posse do que já se possuía.
Cá para mim, aqueles dois petroleiros devem estar aí para sugerir alguma coisa. Quiçá algum resgate.