“Economia portuguesa vulnerável ao fator externo, diz Bruxelas. Contribuição das exportações para o crescimento vai descer, inflação vai continuar baixa, desemprego vai subir e custos reais do trabalho vão continuar a cair em Portugal, concluem as “Previsões de inverno” da Comissão Europeia.” – Expresso, 26/02/2014
“Nos próximos dias, a idade de reforma aumentará para os funcionários públicos já que, segundo apurou o Diário Económico, o Presidente da República promulgou o diploma da convergência das pensões. Com a aprovação de Belém, além do aumento da idade de reforma, de 65 para 66 anos, as novas pensões da CGA também sofrerão cortes significativos.” – Diário Económico, 26/02/2014
“A Caixa junta-se, assim, ao BCP e ao Santander Totta na cobrança de comissões em transferências de montantes inferiores a 100 mil euros, mesmo nas operações nacionais feitas nas páginas dos bancos na internet [‘homebanking’], sem intervenção de operador.” – Jornal de Negócios, 26/02/2014
“A Caixa Geral de Depósitos (CGD) aumentou a comissão de acompanhamento e gestão cobrada nas linhas de crédito, multiplicando por dez o encargo para as empresas.” – Jornal de Negócios, 26/02/2014

Ulrich considera que “Portugal tem feito um trabalho notável que se reflecte em várias áreas, como o equilíbrio das contas externas, a consolidação das contas públicas e a melhoria da competitividade das empresas portuguesas”. O País está hoje melhor e “estou muito contente por isso”, afirmou.
Fernando Ulrich alertou, no entanto, que continuam a existir riscos, tanto a nível interno, como externo. “A nível externo pode haver perturbações de mercado relacionadas com resultados eleitorais, por exemplo, das eleições europeias”. Internamente, “existem riscos de natureza política e de não mantermos o necessário caminho de rigor”.
Não há nada como ser banqueiro para perceber destas coisas, até de política. Resta saber quem banca com todas essas provisões, perdão previsões.
Miracles, indeed…