Sem comentários


cadernoelastico,

Dois agentes da PSP, agredidos na Amadora em 2004 quando estavam em serviço, não vão ser indemnizados por danos morais e físicos e foram obrigados a pagar as custas do processo porque os agressores, condenados em tribunal, apresentaram atestado de pobreza.

 

No Público.

 

(O único comentário seria a extrema vergonha que sinto por viver num país assim.)

13 comentários em “Sem comentários”

  1. O mais espantoso é que os autores foram condenados. Apenas foram dispensados de pagar por falta de meios. Ora, que eu saiba (alguém pode confirmar, por favor?), o Estado tinha sempre um fundo específico para pagar o que os condenados em tribunal não pagavam às vítimas. Como é?

    1. Gostaria de perceber as propostas claras, sem evasivas do PSD em matéria de Justiça e segurança. Do PS já percebemos a intenção de libertar e desculpabilizar criminosos. Provavelmente estes até recebem do Estado RSI, enquanto os agentes têm de pagar custas judiciais. Brilhante o Estado socialista a que isto chegou…

  2. Ana:

    Simplesmente execrável e é pouco para definir esta situação.
    A isto o ministro Rui Pereira diz o quê? Nada como de costume.
    Pagam as fardas, pagam as reparações nos automóveis aquando de acidentes mesmo que não tenham responsabilidade neles, só falta pagar as balas das armas será?
    Enfim ficamos esclarecidos.
    Porreiro, pá.

  3. De repente, até fiquei a pensar que seria culpa do governo!
    Depois, alguém teve a ambilidade de me esclarecer que o governo não se intromete em assuntos de justiça, pelo que qualquer tentativa sibilina de estabelecer essas conexões revela alguma desonestidade intelectual.

  4. Esperemos.
    Tem policias que torturam “suspeitos” e no fim recebem indemnizações pelas sevícias a que sujeitam os desgraçados.
    Exemplo: Um polícia dá uma dúzia de socos a um infeliz e depois vai pedir uma indemnização porque tem a mão inchada.
    Queremos uma polícia responsável e respeitada, não uma horda de jagunços encartados.
    Há que ver o que aconteceu, analisar os factos e decidir depois.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *