Tenho estranhado o facto de o tom afectado de Isabel Alçada, que nem mesmo Ana Bola, nos velhos tempos, conseguiria igualar, ter passado ao longo destes meses despercebido aos gozões do costume. Parece que o tom afectado só é risível quando dextro. Mesmo que em vez de “carreiras” se diga “carráiras”.
Sei lá.
Adolfo Mesquita Nunes,

E se comentasse este discurso fazendo o obséquio de recordar “à cidadania” a D.ª Palmira e o menino Nelinho
com que o Herman José caricaturou o eduquês nos anos 80? Era serviço público………
Não sei o que é pior neste vídeo: se o ar esgaçado da Drª Isabel, se os planos esquizofrénicos que ora nos confrontam com o reles vasos de florzinhas ou com as rugas da senhora ministra. Sobre a mensagem, nem vale a pena tecer comentários.
Eu aguentei 19 segundos e parei o vídeo. Não tenho coragem para ver o resto.
Pêço-te que tenhas dô. Não tenho cêrebro pa êstas coisas.
Eu não consigo parar de rir com o esforço para se manter expressiva e com o facto dela não olhar para a câmara certa. Parece os discursos da professora do sexto ano.
Em síntese, faz-me lembrar isto: http://www.youtube.com/watch?v=ki42felVf 3M
Ela olha para o teleponto. Sem grande sucesso, porque não fala correctamente (a menos que o texto contenha os mesmos erros). Quanto à expressão, é de salientar o sorriso colado (como lhe é habitual). Não há saco.
Que coisa horrível!…