“Se formos de Ferrari poderemos ir rezar pelos nossos mortos?”


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(Mensagem do prior de S. Nicolau, 25.10.2020)

Sou ateu. Não anticlerical – um antropólogo anticlerical seria uma espécie de oxímoro carnal. Mas se há algo em que sou fundamentalista é na defesa do ilimitado direito à blasfémia. Porque é a questão fundamental da liberdade intelectual, fruto de imensas guerras. E é aquele traço ao qual os imigrantes têm que se assimilar e no qual os naturais têm de ser socializados. Ou seja, na nossa (pérfida, dizem os dos ademanes) sociedade ninguém tem o direito de não ser ofendido. E quanto mais idolátricos são os crentes maior a necessidade e legitimidade da iconoclastia, mesmo que eles sejam “minorias” muito pobrezinhas e discriminadozinhas, coitadinhas … Avanço isto, incompreensível para gentes como Ana Gomes e seus apoiantes, mais a ganga de comunitaristas espontâneos que para aqui andam tão ciosos deles mesmos e das suas militâncias, e que não percebem o que é a laicidade do Estado e da sociedade, para lembrar que tudo isto é siamês de outro princípio fundamental desta nossa laicidade conquistada: a liberdade de culto.

Ora o que este governo tem andado a fazer, no seu ziguezaguear covídico, é, de facto, uma refracção preguiçosa do anticlericalismo republicano. Serôdio, inútil. É um quadro mental patético, porventura até vivido de modo inconsciente. E sinaliza o disparatado em que decorre a administração da saúde, como o resmungam os profissionais.

A excelente prédica deste padre, insurgindo-se contra a proibição do culto aos antepassados, diz tudo o que é preciso ouvir. Que o Deus dele o tenha na sua santa guarda.

 

 

41 comentários em ““Se formos de Ferrari poderemos ir rezar pelos nossos mortos?””

  1. O Deus dele é também o nosso . Não há ateus mas mortais que pensam Deus não existe. Uma coisa é o que se passa na nossa cabeça e outra coisa é a realidade.

  2. O governo armou um 31 por causa do 1 de Novembro. Decretou um bloqueio ao país que, além de patentemente inconstitucional (mas isso, enfim, já é o pão-nosso-de-cada-dia desde há seis meses), tem mais exceções do que regras. É ridículo.
    (Aliás, toda a atuação deste governo de dia para dia se afunda mais no ridículo.)
    Sendo o 1 de Novembro uma celebração essencialmente católica, bastaria o governo pedir a colaboração da Igreja para que nesse dia, contrariamente ao costume, não fossem celebradas missas nos cemitérios.
    Ou, se calhar, nem isso: porque as missas nos cemitérios, sendo ao ar livre, sempre são mais seguras que as missas em igrejas – que têm sido celebradas em todos os domingos.
    Enfim, o gverno, coitadinho, parece uma barata tonta. Totalmente desorientado, toma medidas atrás de medidas, cada qual mais ineficaz e contraditória que a anterior.

    1. Desorientados, não sei. Vejo-os orientados no mesmo sentido de sempre. Na fila parada na A2, a caminho do Grande Prémio, não vi Ferraris, mas vi quilómetros e quilómetros de Mercedes, Audis, BMW, um ou outro Porsche, e aqueles SUVS, agora tão na moda, que teriam dado jeito ao Hitler em Kursk (já há em híbrido, para os “amigos do ambiente”). A longa fila dos afilhados dos “socialistas”.

  3. Não conhecia este padre, nem frequento missas embora seja católica. Mas deu-me até vontade de assistir à missa na sua paróquia. Fala quem sabe e tem razão. Não precisamos ser crentes para concordar com este senhor.
    E, felizmente, os municípios – alguns – têm bom senso e estão a permitir o que o governo proíbe. E as pessoas estão a acorrer aos cemitérios agora, nos dias anteriores. Não vejo o que se ganha, os cemitérios estão cheios na mesma, senhor primeiro ministro. E vão estar cheios até sexta. Pode crer. Se bem que, como diz o padre do vídeo, são ao ar livre e nem por sombras juntam tanta gente em monte como na fórmula 1.
    Não se percebe, então um estado laico e democrático não tem que respeitar os princípios religiosos que norteiam a maioria dos portugueses? É que nem sequer é uma questão religiosa apenas, prestar homenagem aos mortos é um princípio moral e vale universalmente; não são apenas os católicos a ir ao cemitério. Todos vão (ou quase). É, desde há muito, uma tradição nacional, um respeito, como diria meu avô.

    1. É a evolução natural. Há uns meses deixamos de poder homenagear aqueles que pereceram no campo de batalha. Agora não podemos homenagear nenhum.

    2. Uf!, vá que já ninguém fala na Alameda ou na Quinta Atalaia, pois aquilo estava tão organizado que até chateava. Parece que houve um acordo secreto para “eles” não votarem contra o orçamento, ouvi dizer.
      Tudo ao molho e fé em Deus foi em Portimão, nem uma palavrinha contra os que botaram as palavras do parágrafo anterior. ‘Atão foi pra labantar a ecnumia’, ouvia-se a alguns dos milhares que se deslocaram do norte do país para assistir ao F1. (Trouxeram ou levaram vírus?)
      Interessante seria se este feriado do dia 1 não calha-se este ano ao Domingo e fosse numa 5ª. ou 2ª. feira. Fazer a ponte e até ser feriado pra quê? Nem se quer pode ir aos cemitérios.

      1. Vamos lá a ver, não há gente que trabalhe que não goste de uma ponte ou de um feriado por simples e sozinho que seja. Serve, por exemplo, para estar em casa. A ida ao cemitério é um dever e uma tradição, um dia por ano consagrado aos nossos mortos, com ou sem cemitério. Mas os tempos não correm de feição. E não deveriam correr de feição para ninguém.
        Boa noite

    1. talvez, imagino, porque está colocado numa página de facebook e para aceder seja necessário ter uma conta … é uma hipótese

  4. A partir das minhas intervenções aqui neste blogue, tenho vindo a descobrir que alguns dos seus leitores, têm dificuldade em me seguir em comentários alongados… por isso, hoje, decidi optar por 2 tipos de comentários: um mais alongado, que hei-de inserir mais tarde; outro mais sintético, este. Claro, ambos traduzem apenas o mesmo do que eu penso; a diferença está apenas no meu reconhecimento de que seres humanos diferentes, têm limitações diferentes: para os mais intelectualmente limitados… cá vai então a versão curta:

    A Igreja Católica, como qualquer outra religião, nunca deixou de estar em estado de guerra com o Mundo. Ou seja, umas vezes pinta-se como vitoriosa, outras como vítima, muito raramente, como quem tem o que apenas merece. Não pretendo, assim, negar que o “governo” cometeu muitos erros – mesmo até aqueles que, de algum modo, foram pintados radicalmente pelo “esfrega-mãos” aqui de “serviço” no vídeo… mas, sejamos sinceros: o que seria da Humanidade se a resolução desta crise até estivesse nas mãos dele ou, por extensão, de uma qualquer entidade religiosa, como aquela a que ele pertence?… basta consultar a História para descobrir a resposta! E não, não há qualquer diferença nos diferentes casos: hoje, a ciência é tão ignorante, no que toca ao Covid-19, quanto as religiões, quando elas determinavam a abordagem às “pestes”, o eram. A diferença é que não há feiticeiras, nem castigos divinos, etc, mas apenas o sacrossanto direito a cometerem as idiotices que outros cometeram, todos lá para o lado dos “outros”.

  5. E a versão mais longa:
    Graças à necessidade de tentar evitar meter a pata na poça, o gajo do vídeo teve de recorrer à folha de papel, o que até se acabou por traduzir num verdeiro milagre: poupou os seus párocos (e todos nós) ao habitual jogo magnético/encantatório das mãozinhas – que deduzo eu, deva fazer parte do currículo de uma qualquer aula prática da uma disciplina dedicada à matéria, nos seminários católicos…
    Frequentei, desde os 6 aos 14 anos, um colégio de formação católica: os Maristas, e se houve coisa que até tivesse retido dessa frequência, foi a constante presença da mensagem do “nós contra eles”! E nem creio que tenha necessidade de mencionar toda a violência física, emocional e sexual a que fui sujeito, sempre em nome de um tal Cristo que, por tudo em que era mencionado, parecia-me sempre o oposto dos que o evocavam.
    Da penúltima vez que entrei numa igreja católica até foi para assistir à chamada missa de 7.o dia, de um ex-chefe de departamento meu, e acompanhado, entre outros, pelos restantes meus ex-colegas que, na sua vasta maioria, são budistas. Durante a missa, o colega do profissional aqui do vídeo, entre outras verdadeiras peças de retórica católica que negavam e arrasavam o chamado esforço ecuménico tão apregoado pela sua inteligência, avisou-nos de que quem não seguisse o caminho de Paulo nunca entraria no “Paraíso”!
    Na verdade, a mensagem do “nós contra eles”, apenas se apoia na da exclusividade do “caminho de Paulo”: os católicos insistem em venerar numa data, a partir de uma tabela marcada pela sua igreja, a memória dos seus antepassados. A minha companheira, asiática, budista, fá-lo pelo menos, umas 4 vezes em cada semana. Mas, aparentemente, o “Paraíso” apenas está reservado aos que observam futilidades…
    O que é que esta lengalenga tem a ver com o que o “jpt” escreveu no seu “post”? Tudo e nada: a Igreja Católica, como qualquer outra religião, nunca deixou de estar em estado de guerra com o Mundo. Ou seja, umas vezes pinta-se como vitoriosa, outras como vítima, muito raramente, como quem tem o que apenas merece e até nem pretendo negar que o “governo” cometeu muitos erros – mesmo até aqueles que, de algum modo, foram pintados radicalmente pelo “esfrega-mãos” aqui de “serviço” no vídeo… mas, sejamos sinceros, mal da Humanidade se a resolução desta crise até estivesse nas mãos dele ou, por extensão, de uma qualquer entidade religiosa: é só consultar a História para perceber toda a hipocrisia deste “esfrega-mãos”!

    1. Meu caro, a primeira startup criada com sucesso foi a de Jesus, o Cristo por antonomásia.
      Veja bem que ele fez de meia dúzia de gatos pingados uns verdadeiros transformadores do mundo, até mesmo dividindo o tempo em AC e DC.

      Que o meu caro tenha, e com razão, queixas de uns quantos peões ditos cristãos não significa que o cristianismo seja uma merda e os budistas sejam o nirvana.
      Olhe antes para o Empresário e deixe os trabalhadores preguiçosos cavarem sua própria cova.

      Mas garanto-lhe que de todas as igrejas cristãs a católica é a que tem mais salero. Poderia ter muito mais, não fossemos nós católicos mas muito mais cristãos; e o mesmo para budistas e protestantes… e ateus. Não escrevo sobre os maçons porque esses são os arquitectos do mundo, querem ser como Deus e vivem em cavernas.

      1. Não fora o Imperador Constantino criar o cristianismo à espadeirada por todo o Império Romano, nunca teria havido a religião cristã.

        1. Essa do imperador Costantino só serve para demonstrar que a ignorância santifica.
          Vá aparecendo para nos revelar mais uns milagres.

          1. Mais um milagre: o arranjado por Paulo inventando a carta aos Coríntios.

      2. Caro Vento, nada tenho a objectar à sua a(e)nunciada hipótese de que «a primeira startup criada com sucesso foi a de Jesus», é que… para lhe ser sincero, nem sei bem o que é uma “startup”. E com a minha idade até nem estou preocupado com isso…

        «Veja bem que ele fez de meia dúzia de gatos pingados uns verdadeiros transformadores do mundo, até mesmo dividindo o tempo em AC e DC.» – ora cá está algo em que até discordo de todo consigo: para mim, é muito foi muito mais um caso de «Veja bem que meia dúzia de gatos pingados fizeram dele um verdadeiro transformador do mundo, até mesmo dividindo o tempo em AC e DC.» É que, como sabe, o Novo Testamento não é da sua autoria mas sim deles… ou pretende negar isso?
        Admira-me que, a partir do meu comentário, tenha chegado à conclusão de que, para mim, «o cristianismo seja uma merda e os budistas sejam o nirvana» – lá está, na verdade, V. apenas põe em prática, a regra que nele mencionei do “nós contra eles” quando o que apenas fiz notar é que, perante o conteúdo do “post” em questão, a sua verdade até deve ser questionada…
        «Olhe antes para o Empresário e deixe os trabalhadores preguiçosos cavarem sua própria cova.» – creio que melhor prova de toda a irracionalidade de tudo o que por aqui vai aparecendo aqui, não poderia até descobrir: quando «os trabalhadores preguiçosos cavarem sua própria cova» não restará nada para olhar no seu empresário: ou V. acredita que o tal empresário pode existir só por si?

        Quanto às suas garantias de «salero»… pra mim, apenas cumprem a natural condição exigida a qualquer círculo vicioso: voltamos assim ao meu primeiro parágrafo, «é que, na verdade, nem sei bem o que significa “salero”.»
        Como diria o “Zé do Sameiro”: «saudações cristãs».

        1. Meu caro Vaz, um abraço com cheiro a África, terra que o maravilha e onde também lhe deixou marcas.

          Deus ama-o e está curá-lo. Curá-lo como fez e continua a fazer ao osso jpt, homem bom, transformando suas raivas e frustrações genuínas e legitimas em um olhar mais cristalino, o olhar e ver da alma

          Deixou-nos o bom santo João da Cruz uma advertência:
          Para vires ao que não sabes hás-de ir por onde não sabes.

    2. Persiste em confundir os verbos invocar e evocar. Vê-se que é um preguiçoso que não gosta de fazer o trabalho de casa – os deveres, como se dizia no seu tempo de estudante.
      Ainda que – por manifesta incapacidade minha – não aprecie a sua magnífica prosa, espero que tenha muita saúde saudações cristãs
      Zé do Sameiro

      1. Que maldoso, Zé do Sameiro, seja piedoso por favor, não vê V. que o loquaz comentador foi vítimas de sevícias de amplo espectro, decerto que traumáticas?

        1. “jpt”, devo confessar que este seu comentário até me comoveu: V. revelou-se aqui um profundo cristão e, neste contexto, isso é significativo. Pelo menos não tentou chamar-me de budista…
          O seu apelo dirigido ao “Zé do Camafeu”, sic, «seja piedoso por favor, não vê V. que o loquaz comentador foi vítimas de sevícias de amplo espectro, decerto que traumáticas» tocou-me profundamente e não posso evitar de lhe dizer que apenas demonstra que toda a sua experiência, que hoje até tenho de admitir que deve ter sido traumática, em Moçambique, às mãos de todos os racistas que por lá encontrou, até lhe conseguiu abrir o espírito para experiências de terceiros. Assim, admito hoje que ser chamado de colono, com um copo de whiskey à nossa frente, ao som de uma qualquer música numa discoteca deve ser tão traumatizante quanto o que vivi nos muitos anos em que fui aluno dos Maristas e sobre os quais, envergonhado com a minha ousadia, perante a sua experiência, até pretendo esforçar-me para nunca mais a evocar. E eu até falo por experiência própria: no dia da independência de Angola, enquanto caminhava pela cidade, um puto preto, racista, resolveu-me chamar de colono e mandar-me para a minha terra. Claro, nada do que passei nos Maristas se pode comparar com o que passei com essa incarnação do Berzebu, via diabinho nacionalista-marxista-leninista: e logo a mim, um branco bom!
          Prometo, no futuro, derramar uma lágrima sempre que descrever as tormentas que passou em Moçambique, às mãos dos pretos racistas…

      2. «Persiste em confundir os verbos invocar e evocar. Vê-se que é um preguiçoso que não gosta de fazer o trabalho de casa – os deveres, como se dizia no seu tempo de estudante.»
        Caro (finalmente auto-revelado como) Zé do Sameiro, gostaria de lhe dizer que, com esta, já é terceira que lhe respondo, para seu enriquecimento, a essa sua descoberta linguística… cá vai ela tirada de um dos mais creditados dicionários online:
        «in·vo·car – Conjugar
        verbo transitivo
        3. Implorar; evocar.
        “invocar”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2020, https://dicionario.priberam.org/invocar [consultado em 28-10-2020].»

        Claro, também até «espero que tenha muita saúde» e saudações Minhas

        1. Raios partam o Priberam!
          Câmbio e desligo – fim de transmissão. Ou, se preferir em “amaricano”, over and out.
          Zé do Sameiro

        2. 5 (cinco) comentários neste post. É obra!
          Li-os todos e espero ter poupado uns meses de Purgatório.
          Aproveito para enviar os meus cumprimentos a S.M. Phrabat Somdet Phra Vajira Klao Chao Yu Hua. Monarquia é mais bonito e a Rainha-Mãe ainda hoje é linda. Ainda recordo as fotos do seu casamento: uma beleza encantadora.
          Mas já estou a divagar e vou então obrigar-me a reler um dos seus comentários para regressar à fossa da realidade.

          P.S. – Para quem escreve Deus com minúscula, “saudações Minhas” (Minhas com maiúscula) é revelador. Acho que o JPT tinha razão com aquela das sevícias traumáticas. Já me tinham dito que os Maristas eram tramados.

  6. Eu gosto de sacerdotes com tomates. Por vezes o problema reside no facto de retirarem a virilidade ao evangelho. Isto que ele fez é mesmo “ide e evangelizai”.

    Houvesse ditos fiéis e mais sacerdotes assim como este e este dito governo não salmodiaria falsamente como salmodia.

    Lamento que Marcelo, aguardando as migalhas de votos, não se saiba opor. Ele irá a uma segunda volta para aprender a lição.

    1. “Eu gosto de sacerdotes com tomates.”
      Sempre pensei que você era contra a admissão de mulheres no sacerdócio. Ainda bem que o confessa.

      1. Pior que ‘eu gosto de sacerdotes com tomates’ é constatar um sacerdote a sério,
        e entrar em contraditório com a natureza: para que servem os tomates dum sacerdote?

        1. Os tomates de um sacerdote vêem-se quando incomoda maçons, putativos governantes que deram em administradores de cemitérios e anónimos que ficam putos da vida quando os escutam..

          Agora para a Ana: Não vejo que haja muitas mulheres com tomates para sacerdotes ou evangelizadoras. Pois se houvesse vê-la-ias mais a falar sobre o Anúncio e menos sobre reivindicações de merda à la mode feminista.

          1. Qual maçon qual carapuça. É uma constatação: o cúmulo da inutilidade são os tomates do Papa, até a Papisa Joana chegou a Papa.
            Outra coisa, e mais importante, é o comportamento do Papa, como figura principal da igreja católica, ao longo de toda a história da civilização cristã. Podem-se apontar, ou contar pelos dedos quando é que o Papa se “atirou” de corpo e alma para a verdadeira ‘é dos pobres o reino dos céus, ou é mais fácil um camelo passar pelo buraco duma agulha (normal entenda-se) que um rico entrar no reino dos céus’. Até parece que os evangélicos, por impraticável, eliminaram estes princípios da Bíblia.

          2. Sobre a utilidade ou inutilidade dos tomates do Papa, anónimo, eu deixo isso para um especialista como você.
            Sobre a utilidade das joaninhas estou em condição de desenvolver o tema, mas isto é matéria privada.

            Sim meu caro especialistas na fé dos e nos Papas, você falhou completamente o evangelho, pois mais importante que ter fé em Jesus é viver a fé de Jesus que o salva a si, a mim, a Papas e até mesmo a feministas convertidas que, por sua piedade e generosidade, muito me amam.

          1. Eu sei Ana que os tempos andam muito confusos para muita gente. E também percebo o sentido da pergunta.
            Talvez por já não abundarem muitos tomates admito que se vejam os sacerdotes como um ecossistema a aproveitar.
            Mas opções são opções. E em democracia respeitam-se as opções.

          2. Para o Anónimo das 02:48 e Ana O.

            “para que servem os tomates dum sacerdote?”

            Divulguem os nomes dos V. pais, data e local de casamento, que eu faço uma pesquisa genealógica e esclareço-os.

            José Pinto

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