
Não percebi bem se a paixão proibida terá sido por uma rechonchuda mala de porão (passageira no iate do milionário Bernard Arnault, em Pequim) ou por um elegante saco de fim-de-semana (convidado francês da sua casa de campo, em Inglaterra). Em qualquer dos casos, a avaliar pelas suspeitas do Daily Telegraph, parece que o endiabrado Tony Blair anda a cometer "um horrível incesto". Será com um necessaire Louis Vuitton, fruto de um desses estranhos amores?
E andamos nós por cá preocupados com o casamento gay…

Brilhante!
Parabéns. Excelente humor.
Obrigada, Blue Velvet.
Horrível incesto? Não, eu chamar-lhe-ia um “magnífico encesto” 🙂
Também gosto do encestinho, Teresa. Mas é melhor não falarmos muito alto, que ainda nos chamam pedófilas…
Uma vez vendedor de banha da cobra, sempre vendedor de banha da cobra…
É verdade. Mas não é o primeiro, o Korbachov já vendeu desta banha também (e eu não o considero vendedor de banha da cobra). Tentações…
É nisto que estamos, Ana! Uns, ainda no activo, vendem computadores, outros, já na reforma, vendem malinhas da Louis Vutton… Estamos rodeados de vendedores da banha-da-cobra por todos os lados, está visto…
Parece que sim, Luís. Mas a nossa “malinha” Magalhães bem podia ser mais bonita, ao menos…
É engraçado ler que Blair vai «vender malas da francesa Louis Vuitton». O velho/a Louis, hem?
Consta que há uma remessa de malas pretas encomendadas por portugueses.
E também de sacos azuis, especialmente desenhados para Felgueiras…
Sacos azuis abertos no fundo e com um tubo condutor não digo para onde.
Sacos abertos no fundo e com um tubo são sacos de aspirador. Ou de aspiradora…
Eu com uma malinha desta á frente, confesso que fico perdida, embevecida, encantada, e teria de pagar para a ter. Como não ficará o ” pobre” Balir se ainda lhe pagam por cima…:)))
Balir é algo que vai sempre bem numa mala de pele de cordeiro como ele. Hehe…
Ehehe, caramba sempre atento não lhe escapa nada, é o efeito da malinha, fico atordoada….:)))
Deu para perceber o efeito chinês da malinha: os olhos em bico. Hehe…
Ana, é sempre um prazer lê-la, porque escreve com classe. Estou cada vez mais seu fã.
Obrigada pelo elogio, Tamanho. Gosto de saber isso.
E as minhas saudações ao resto da (pouco) santíssima trindade. 🙂
Santíssima trindade? Não sei a que se refere. Gosto de intervir a solo, minha lady.
Claro, claro, impressão minha.