Sábias palavras


Sérgio de Almeida Correia,

"As revoltas nascem de minudências, mas não visam minudências: seguem grandes objectivos. É frequente que coisas insignificantes venham a ter importância decisiva, ainda para mais se conotadas com o exercício das magistraturas. (…) Dado que as faltas começam por ser cometidas de início, e como, segundo se diz, no começo já há metade do todo, qualquer falha no início, por mais pequena que seja, é proporcional aos erros posteriormente cometidos nas restantes partes do todo" – Aristóteles, Política, Livro V.  

 

É sempre bom regressar aos clássicos quando se aprecia o exercício das magistraturas contemporâneas.

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