… foi encontrado este sapato com cerca de 5500 anos? Pois pode acreditar: acaba de ser achado na Arménia, dentro de uma caverna situada algures em plena região montanhosa. O sapato é feito de uma só peça de pele — couro da melhor qualidade, sem dúvida — cosida no calcanhar e no peito do pé, como um atacador, com linha vegetal.
Parece que os investigadores estão impedidos de estudar a evolução do cheiro dos pés humanos a partir deste sapatucho: abandonado todo este tempo, não apresenta qualquer cheiro característico. Pode também acontecer que nunca tenha sido usado e que aquela caverna fosse a oficina de um sapateiro, ou que aquela região fosse uma espécie de S. João da Madeira na Arménia de antanho, quando ainda era o Jardim do Éden bíblico e onde viria a encalhar a Arca de Noé após o Dilúvio.
Já quanto ao par deste sapato, a probabilidade é estar escondido algures mais para Oriente, levado por um chinês há mais de cinco mil anos (entre 5637 e 5387 anos, segundo os entendidos) para copiar a ideia e começar a fabricar calçado muito mais barato.


Li algures que depois dos romanos só se tinha inventado a gravata.
Mesmo essa evoluiu de outros adornos de pescoço.
Talqualmente, João e História é consigo.:))
Coisita acolá e coisita além, Ema. Obrigado.
Será caso para procurar-mos a cinderela ou cinderelo?
Cinderelo é a tua tia, pá.
Eheh…
qual delas? tenho centenas….
ah ah ah ah
No entanto essa do cinderelo fez-me pensar, pode ser:
cinderela
cinderelo, ou
homocinderelo
Bem visto.
:o)
O conceito do sapatucho é um must e a curtição da pele confere-lhe uma tonalidade sem igual, estou certa que o Luis Onofre tem aí matéria de inspiração.
:)))
Ora bem. Faço minhas as palavras da Ariel. A cor é qualquer coisa! (sem ironia que tenho ali uns com a cor aparentada que me custaram os olhos da cara.)
[Antes que fique com ideias … só a cor é que é aparentada, tá?]
:)))
A cor também é muito curtida.
(Já anda melhor?)
Obrigada pelos cuidados, mas eu não ando mal. Ando mazé muito ocupada e não vejo modos disto passar…
Balhamedeus!
:))))
Isso tem de passar, não?
(Se andasse mal, recomendava-lhe aqueles sapatitos feitos à mão!)
Maria do Sol, não me fale em sapatuchos, please…., são a minha perdição. há quem se perca por malocas, eu não, agora sapatuchos e sandalochas, oh God…!!!
:)))
Ariel, como a entendo. E a menina é que vai lá ao Tzero há pouco porque o que chama perdição eu até já lá assumi como “complexo Imelda Marcus”. Mas o mais grave, o que tem uma total ausência de sentido é que acabo por usar sempre os mesmos (modo de dizer…)
sapatuchos & sandalochas Brilhante, Ariel. Dava um “chelente” nome de blog que resolvesse discutir as passadas que vão sendo dadas…
:))))
:))))))
Apele é como o modelo: muito curtida.
Curtidissima!!!
:))
Olha, olha, apareceu, finalmente! Não sabia aonde é que o tinha perdido e há que tempos andava à procura dele! São muito confortáveis e o seu par, que nunca perdi, está bastante melhor conservado. Nada, contudo, que uma boa engraxadela e um cordão novo não consigam resolver na perfeição, eheheh…
Nesse caso, tudo está bem quando acaba bem. Só tens de ligar para os “Perdidos e Achados” e pedir para falar com a Senhora D. Arménia.
Ao que parece João, a Senhora D. Arménia perdeu-se algures nos números do desemprego…Para achar o sapatinho terá de falar com o Senhor Justino, colega que sobreviveu (até quando não se sabe) aos cortes orçamentais.
E que tal falar com o Noé? Ele desembarcou lá e talvez o tenha visto.
Parece-me boa ideia.
Hum…está visto que anda por aí um pézito descalço e angustiado. E desconfio que descobertas destas se possam suceder nos próximos tempos…
Já agora uma achega para a investigação em curso: se a proveniência não pode ser determinada pela via do cheiro, parece-me que o tamanho considerável do sapatucho faculta pista a realçar. Confirmo que meu não é!| Eheh…
Nunca se sabe…
Espectacular 🙂
OBrigado!
Abraço.
Então é seu, Cinderela? Não tem de quê.
Eheh…
🙂 🙂 🙂 !
Ou então o par foi levado para a Malásia por um antepassado do Jimmy Choo :)))
Eheh…
Sapato mal amanhado, não foi feito em Portugal. Consta que já nessa altura os antepassados do Berlusconi , vinham cá comprá-los . Provavelmente este foi feito em Italia.
De qualquer modo, parece mesmo feito à mão…
Gostei de saber desse achado, João, obrigada. Esse sapatinho fez-me lembrar um trabalho que executei com outros artesãos, há uns anos, para a série televisiva “Mau Tempo no Canal” – 20 “albarcas” (alpercatas), à moda do Pico, feitas em pele de boi, para os baleeiros que figuraram na série. Foi um trabalho árduo mas, agora estou preparada para o que der e vier.:))
Gostei de saber, Ema. Se me deixarem descalço, dou um pulo ao canal e vou ter consigo.
:o)
Eheh. Pode sempre vir, João, teria muito gosto em recebe-lo, mesmo calçado.
Muito obrigado, Ema. Um dia destes há-de ser o Pico, sim.