Errado: «O manual que todos suspeitávamos, mas nenhum de nós conhecia».
Correcto: O manual de que todos suspeitávamos (…)
Já que estamos em maré de lições de português à borla, aqui fica o meu contributo. E uma sugestão: se não podem acabar com o lixo que produzem, pelo menos ofereçam-no num saco mais apresentável.

Vamos ver se não serão pérolas a porcos…
Somos Vicentinas, João. Temos de fazer alguma caridade, ou põem-nos fora do convento…
Eheh…
Ana, este é o erro mais comum da língua portuguesa (até os jornais de «referência» o chamam para a capa). À primeira vista é fácil de entender que os manuais não se suspeitam, o que pode acontecer é que se suspeite deles, mas a verdade é que muita gente escreve exactamente o contrário.
Eu tenho uma teoria sobre este erro: a culpa é do senhor Pinto da Costa, que usa o «de que» mas usa mal, nas alturas em que não deve usar (como toda a gente sabe, ele «pensa de que»); assim, com medo de errar, muita gente foge a sete pés de todo e qualquer «de que». Claro que isto é só uma teoria. Basicamente, como tu dizes.
Nunca tinha pensado nessa razão para o trauma, António… a tua teoria é brilhante! Mas é um dos erros mais comuns, sim. Já agora, não é meu costume apontar erros ortográficos aos outros blogues, mas como o 5 Dias considera que nós não sabemos escrever…
Sim, o António disse muito bem. E tu também: há casos que são irresistíveis…
Eu acho que tem razão na sua teoria. Já dei por mim, muitas vezes, a hesitar no “de” que me ia dizer naturalmente, exactamente por causa do que diz.
Bem… Se for a Maria do Sol a enganar-se não tem qualquer importância.
:o)
Paternalismos? Essa não! E a pressa não é mesmo boa conselheira. O comentário está cheio de erros. É o que dá passar a correr.
:)))
Ok… Mas eu estava a sair-me bem…
É capaz de ter razão sim senhor. Até porque se tornou comum utilizar o “de que” quando nos queremos referir, em estilo gozão, a uma situação que cheire a pintismo….
:)))
Uma teoria com brilho no campo do divertimento e da descontracção. Se partirmos para a análise séria a conclusão poderá ser bem menos divertida.
A luta continua …. 🙂
Ah, pois.
Que engraçado, a mim ensinaram-me que a caridadezinha se fazia sem olhar a quem e sem contar a ninguém. Ou a Ana só gosta de parte da bafienta tradição?
Quanto ao que critica, uma só frase: there’s no accounting for the public’s taste. Ou, no seu caso, the author’s taste.
Como dizia o outro: é a vida.
De caridadezinhas não percebo nada, Joana. De ironias não percebe você. It’s a question of taste, my dear. Ou, como diz o João, é a vida.
Tem razão, não devo perceber nada de ironias. Eu aqui só vejo mau gosto e escrita desinteressante. Será das minhas lentes?
É possível, Joana. Mas não vá só ao oftalmologista, aproveite e consulte também um psicólogo. É que não é saudável voltar assim repetidamente a um sítio de que não gosta. Chama-se masoquismo.
Não sei se um psicólogo resolve, deve ser um daqueles casos “nem contigo nem sem ti”….
Ahahah!…