Tenho-me ido num andor de perdas.
Várias, diversas, sem fio que as una.
Lento e demorado, a arrastar consigo o que se desprende.
Vário, diverso, sem nó que o ate.
Alças caídas que me deixam nua, sem que nua já me importe.
Perdas são saudades.
Foto: Gui Mohallem


Gosto:)
🙂 obrigada!
Gostei muito, Gui. Na verdade a todos nos toca algum andor de perdas algumas delas mais dolorosas que outras.
A todos. De manto roxo ou verde, escolha-se a cor, a gosto. Uma vénia sentida e grata, Ana.
ah a saudade Gui…existe para nos recordar das perdas…
Desejo que venham rapidamente muitos ganhos, para si e para todos os que atravessam de assalto essas fronteiras terríveis em que nos vemos ” mergulhados “…para que soltemos com doçura e brandamente essas amarras com os passados…
Um bj
um beijo, cr. à sua!
“sem que nua já me importe”. O extremo dos extremos, não é? Todos nos temos ido num andor de perdas.
Gostei outra vez 🙂
Mas repara que ao mesmo tempo ganha-se. Experiência e outras coisas muito belas 🙂
Obrigada, Laurinha.
J@ regressei menina! Prontus!
Aleluia!
http://www.youtube.com/watch?v=0S6Tjvaj 19Q
Ganhei o dia, vou pôr o vestido 🙂
Obrigado, minha agridoce Lima:
http://www.youtube.com/watch?v=dtu2h-BRO HQ
Fico mais tranquilo, estava preocupado que contraísse uma constipação.
Ahhh!, não se esqueça de ver o poema; basta clicar em “exibir mais”, logo abaixo do título.
Nãã, estou rija. Semana passada tive a minha gripe do ano, filha dum cão, desculpe a expressão.
Já li 🙂 só não consigo ouvir porque estou numa sala cheia de barulho, uns tipos a tocar aos berros. Em casa ouço esses Gregórios e é a minha vez de os pôr a gritar.
Beijinho grato!