— Até dá graça, porque é uma mulher, mas a verdade é que rouba tanto ou mais do que a maior parte dos homens — disse à comunicação social um militar da GNR sobre uma mulher procurada por mais de 300 crimes de burla e roubo e agora finalmente apanhada. — Eu, que me lembre, nunca conheci nenhum com tantas participações.
O caso desta Dona Filomena, ex-funcionária da Direcção Regional de Agricultura do Alentejo, é realmente insólito. Mas o comentário do militar da GNR não é muito favorável para a corporação, no que respeita à igualdade entre homens e mulheres. Ou a GNR precisa de praticar mais essa igualdade, ou tem de dar mais formação aos seus homens.

Tem toda a lógica a sua observação, mas como todas as “faces ocultas” deste país são de género masculino… quase apetece pensar, que ele considera as mulheres umas santinhas…
E ,estou a “ouver ” neste momento o tal processo que está a ser julgado em Aveiro.
Bom dia, pois.
Nunca fiando. Nunca se sabe se as faces ainda mais ocultas são do género feminino.
Temos aqui um problema de ‘quotas’, está visto!Penso que isto é passível de ser aferido «de inconstitucionalidade por se criar um sistema de discriminação em razão do género». Exijo que se reponham os valores tradicionais e que os homens voltem a ocupar o lugar que lhes é devido neste ranking…eheheheh……
Vou ser-te franco: acho inaceitável que os burlões e ladrões se deixem ultrapassar pelas mulheres. Qualquer dia até as deixam fumar!
Uma afirmação singela certa e correcta do GNR contra o politicamente correcto; a manipulação da realidade ou mais prosaicamente a mentira. As estatísticas de crime indicam que os homens cometem muitos mais crimes que as mulheres e essa discriminação é justa e deve ser feita.
«Uma afirmação singela certa e correcta» é que não. Qualquer GNR lhe confirmará que a única resposta bem articulada que ele deve emitir, ao abrigo da melhor tradição, é a seguinte:
— Correcto e aflirmativo.