Uma rosa é uma rosa é uma rosa. Declarou Gertrude Stein, pintou Magritte, nomeou Umberto Eco, humanizou Saint Exupéry, aprisionou num frasco Coco Chanel. E provei eu, hoje, em forma de uma compota hiper-enjoativa. Sabem que mais? Só os grandes deveriam atrever-se a tocar numa rosa.


Os grandes como o Tozé Seguro, do partido da rosa?
Toda a rosa tem espinhos, caro Crava.
Pois, mas na couve verá os veios que ouve, que houve: ult/couve-lombardo.jpg
http://loja.biosolo.pt/185-thickbox_defa
Vejo-os mas não os ouço, a não ser que sejam a lira no lombo do bardo.
🙂
Ouve de si para si, que houve um sol lá em si.

É uma costela que canta encantos, ré que faz dó maior quando a lira não toca, e não há touca que abafe o desperta-dor.
Aceite ou não, é um presente natal.
Aceito e a preceito, caro da Maia. Obrigada pela brigada de palavras nada avaras.
Bom Natal!
Obrigada a quem me emendou o nome de Umberto Eco, que estava todo errado. Ele há dias. 🙂