Também penso que é muinto. Em particular por ser dia de celebração da epifania do Senhor e em que os magos demonstraram que já não é necessário ficarmos voltados para as estrelas para encontrar o Caminho de nenhuma ruindade.
Feliz ano novo com uma excelente epifania sem o telescópio Hubble, pois de quando em vez dá-lhe a cegueira. OBS: começou a governação poucochinha, destinada a Costa através de duodécimos. Não liguem para o discurso de Marcelo, pois ele também precisa dizer alguma coisa depois que deixou de se apresentar regularmente na televisão enquanto comentador.
O romance de Costa nos portais da net é este: “Na semana passada, em entrevista à CNN Portugal, António Costa pediu o voto de “metade mais um” dos eleitores que forem às urnas em 30 de janeiro, sem recorrer ao termo “maioria absoluta”, e reiterou que se demitirá se perder as eleições legislativas”.
Significa isto que para Costa se demitir bastar-lhe-á perder. Porém o poucochinho satisfá-lo para se manter como até agora. Penso que ele deve estar atido ou atado às personalidades que vieram pedir um acordo governativo à esquerda.
Costa afirma que quer virar a página da pandemia como virou a página da austeridade, aqui: “O também primeiro-ministro defendeu que “há mais vida para além desta pandemia” e, recorrendo à mesma expressão utilizada pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, na sua mensagem de Ano Novo, afirmou que “é tempo de virar a página”, à semelhança do que aconteceu quando o país virou “a página da austeridade”. Depreende-se deste excelente e amoroso discurso que a página que se vai virar tem exactamente a mesma cartilha da que foi virada. Pois o dito virar de página da austeridade manteve a malta em austeridade e a da pandemia segue-lhe a mesma cartilha com a libertação da nação no final de Setembro de 2021. Libertação esta que depende de quem o decreta e não do vírus, como também deixou claro aquele rapaz da OMS e que Costa segue provavelmente através do book das faces. Completa-se aqui: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/costa-diz-que-e-tempo-de-virar-a-pagina-da-pandemia-e-pede-governo-estavel
O mural romanceiro de Marcelo diz querer um governo estável, pois a ruindade poderá tirar-lhe protagonismo. Como poderá ele botar discurso se não existir um governo, qualquer que ele seja?
Pessoalmente sinto-me mais atraído pelo mural da Ericeira, na medida em que é mais genuíno e sentimental. Eu voto neste.
Penso que não não nos devemos rir da iletracia feminina. Houve um tempo em que as meninas não iam à escola. (é uma escrita no feminino, pois se fosse um homem a escrever, escreveria: “és muita ruína, nada fis de mal”)
São os não alinhados. (agora seria não alinhados, não alinhadas, não binários e mais não sei o quê que a minha provecta idade já me permite acompanhar as designações para todas as opções)
Eu teria de arranjar um GPS para o efeito. O problema é que logo se colariam outras consoantes ao GPS. Ficava GPSLGBT ou coisa que o valha. Para a baralhação ser maior ainda.
Se atentarmos no espaço existente entre “és” e “muinto” e “nada” e “fis”, e na ausência do mesmo entre “de” e “mal”, parece-me evidente que o autor grafou “demal”. A criatividade dos burros merece tanto respeito como a dos cavalos e das zebras, acho eu.
“parece-me evidente” Para mim não é evidente. Passei muitos anos a estudar a escrita na pedra no tempo dos romanos e depois na época medieval. O estudo da epigrafia mostrou-me que não podemos dar nada como certo ou evidente. Tendo em conta o espaço disponível, parece-me que a escritora optou por “apertar” as duas últimas palavras. É a minha opinião, respeitável como a opinião dos burros, dos cavalos, das zebras e das pessoas anónimas.
Vá lá,vá lá…, poderia aparecer já com a “rectificação” dos erros ortográficos. Vale a curiosidade fotografar daqui a uns tempos . Aquele ‘FIS DE MAL’ dá para correcções sugestivas.
Parece-me evidente que é “demal”. Mas acho que estou sozinho nesta luta. Não faz mal, as grandes obras nunca são compreendidas na época em que são publicadas e parece estar a passar-me o mesmo com esta.
Isto não é um romance de parede é uma obra prima da literatura.
O que seria da literatura sem as primas?
Não brinque, isto é a genuína linguagem do povo em concreto.
Eu na Ericeira procuro mais o polvo do que o povo.
Pronto, lá tinha de vir a política à baila.
Política? Vocês sonham com política o tempo todo.
Você é que disse que estava na Ericeira à procura do polvo. Só se não é o polvo que eu estou a pensar.
Há muitos anos que aprecio o polvo da Ericeira. Cozido, grelhado, guisado, em arroz, na cataplana, à lagareiro.
O polvo é quem mais ordena.
“És muinto ruim, nada fis demal.”
Amar e amar, ir e voltar.
Arranca sorrisos, este romance de parede. Apesar dos erros ortográficos.
O que conta é a intensão.
Também penso que é muinto. Em particular por ser dia de celebração da epifania do Senhor e em que os magos demonstraram que já não é necessário ficarmos voltados para as estrelas para encontrar o Caminho de nenhuma ruindade.
Feliz ano novo com uma excelente epifania sem o telescópio Hubble, pois de quando em vez dá-lhe a cegueira.
OBS: começou a governação poucochinha, destinada a Costa através de duodécimos. Não liguem para o discurso de Marcelo, pois ele também precisa dizer alguma coisa depois que deixou de se apresentar regularmente na televisão enquanto comentador.
Vocês metem a política em tudo, caramba.
A política é muinto ruim e nada fiz de mal. Ela destrói a economia.
Matam qualquer romance com esses discursos.
O romance foi morto pela ruindade.
O romance de Costa nos portais da net é este:
“Na semana passada, em entrevista à CNN Portugal, António Costa pediu o voto de “metade mais um” dos eleitores que forem às urnas em 30 de janeiro, sem recorrer ao termo “maioria absoluta”, e reiterou que se demitirá se perder as eleições legislativas”.
Significa isto que para Costa se demitir bastar-lhe-á perder. Porém o poucochinho satisfá-lo para se manter como até agora. Penso que ele deve estar atido ou atado às personalidades que vieram pedir um acordo governativo à esquerda.
Costa afirma que quer virar a página da pandemia como virou a página da austeridade, aqui: sta-diz-que-e-tempo-de-virar-a-pagina-da-p andemia-e-pede-governo-estavel
“O também primeiro-ministro defendeu que “há mais vida para além desta pandemia” e, recorrendo à mesma expressão utilizada pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, na sua mensagem de Ano Novo, afirmou que “é tempo de virar a página”, à semelhança do que aconteceu quando o país virou “a página da austeridade”.
Depreende-se deste excelente e amoroso discurso que a página que se vai virar tem exactamente a mesma cartilha da que foi virada. Pois o dito virar de página da austeridade manteve a malta em austeridade e a da pandemia segue-lhe a mesma cartilha com a libertação da nação no final de Setembro de 2021. Libertação esta que depende de quem o decreta e não do vírus, como também deixou claro aquele rapaz da OMS e que Costa segue provavelmente através do book das faces.
Completa-se aqui:
https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/co
O mural romanceiro de Marcelo diz querer um governo estável, pois a ruindade poderá tirar-lhe protagonismo. Como poderá ele botar discurso se não existir um governo, qualquer que ele seja?
Pessoalmente sinto-me mais atraído pelo mural da Ericeira, na medida em que é mais genuíno e sentimental. Eu voto neste.
Penso que não não nos devemos rir da iletracia feminina.
Houve um tempo em que as meninas não iam à escola.
(é uma escrita no feminino, pois se fosse um homem a escrever, escreveria: “és muita ruína, nada fis de mal”)
Há sempre uma terceira hipótese, dizem.
São os não alinhados.
(agora seria não alinhados, não alinhadas, não binários e mais não sei o quê que a minha provecta idade já me permite acompanhar as designações para todas as opções)
Eu teria de arranjar um GPS para o efeito.
O problema é que logo se colariam outras consoantes ao GPS. Ficava GPSLGBT ou coisa que o valha. Para a baralhação ser maior ainda.
Se atentarmos no espaço existente entre “és” e “muinto” e “nada” e “fis”, e na ausência do mesmo entre “de” e “mal”, parece-me evidente que o autor grafou “demal”. A criatividade dos burros merece tanto respeito como a dos cavalos e das zebras, acho eu.
“parece-me evidente”
Para mim não é evidente.
Passei muitos anos a estudar a escrita na pedra no tempo dos romanos e depois na época medieval.
O estudo da epigrafia mostrou-me que não podemos dar nada como certo ou evidente.
Tendo em conta o espaço disponível, parece-me que a escritora optou por “apertar” as duas últimas palavras.
É a minha opinião, respeitável como a opinião dos burros, dos cavalos, das zebras e das pessoas anónimas.
Vá lá,vá lá…, poderia aparecer já com a “rectificação” dos erros ortográficos.
Vale a curiosidade fotografar daqui a uns tempos . Aquele ‘FIS DE MAL’ dá para correcções sugestivas.
Parece-me evidente que é “demal”. Mas acho que estou sozinho nesta luta. Não faz mal, as grandes obras nunca são compreendidas na época em que são publicadas e parece estar a passar-me o mesmo com esta.
Isto terá sido escrito pelo Jorge Jesus depois do Benfica correr com ele?
Não creio. JJ começa todas as frases com o pronome ‘eu’.
Domingos Farinho não vive, nem foi à Ericeira.
Ainda não vi por lá o antigo patrão dele. É pessoa tímida, não gosta de aparecer.