
Expresso, 17 de Setembro i, 16 de Dezembro

Público, 17 de Dezembro Público, 18 de Dezembro

Expresso, 23 de Dezembro

Público, 24 de Dezembro

Jornal de Notícias, 19 de Janeiro

Expresso, 17 de Setembro i, 16 de Dezembro

Público, 17 de Dezembro Público, 18 de Dezembro

Expresso, 23 de Dezembro

Público, 24 de Dezembro

Jornal de Notícias, 19 de Janeiro
Jornais de direita apoiados pelo grande capital a difundir notícias caluniosas para a reputação do país ao mesmo tempo que tentam encobrir o danoso legado deixado por Passos Coelho. A dar tudo para impedir a justa reeleição do Dr. Costa.
A culpa foi do Passos.
Apesar de lidar muito bem com a mentira, o slogan do PS avisa claramente ao que vem: “Juntos seguimos e conseguimos”. Sobre o seguir em frente, não duvidamos que seja essa a vontade dos socialistas. Sobre o “conseguimos” já depende do entendimento dos portugueses.
Domingo à noite, e talvez segunda-feira noite fora, saberemos se das eleições resultará uma direcção clara para o país.
Seguimos e conseguimos…
Os que trabalham sem receber salário quem são? Estagiários?
A escravas sexuais
É trágico que em Portugal não se possa ganhar a vida comprando casas para as arrendar. Os contratos de arrendamento são de tal forma inseguros, que é altamente inseguro procurar ganhar a vida dessa forma.
Um antigo colega meu, canadiano, pôs-se a ganhar a vida dessa forma: pediu um empréstimo ao banco para comprar dois prédios com um total de seis apartamentos, e depois arrendou esses seis apartamentos. Com o dinheiro das rendas ia pagando as hipotecas bancárias, e ficava com o lucro. O trabalho dele era fazer constantes reparações e melhoramentos nos apartamentos.
A propósito de seguros.
Quem pedir um empréstimo para compra de casa tem de fazer um seguro de vida e se por acaso teve covid está tramado em fazer o seguro ou paga um prémio altíssimo.
Não, não é triste. Arrendar casas não é trabalho, é viver à sombra da bananeira.
Junto-lhe mais um do DN de hoje para a colecção: “Pandemia deixou 5 mil cancros por diagnosticar”.
Fora outros casos.
Eu precisei de tratar urgentemente de um problema oftalmológico durante o confinamento de março-abril de 2020. Os oftalmologistas estavam todos encerrados em casa, sem trabalhar. Felizmente consegui encontrar um hospital privado no qual alguns oftalmologistas estavam a trabalhar. Se não, tinha ficado cego.
Diagnosticaram um cancro agressivo à minha mulher em Fevereiro/Março de 2020. Felizmente foi acompanhada fora do IPO, que esteve vários meses em caos nessa altura. No entanto, no protocolo seguido, era necessário fazer uma cintigrafia. Apesar de ser um exame urgente/muito urgente, tivémos de esperar um mês inteiro até ao final de Abril/ínicio de Maio para o realizar. Nem nos oferecendo para o pagar integralmente no privado. Pura e simplesmente fechou tudo.
Foi um crime cujas vítimas se vão perder nas estatísticas dos próximos anos.
Há dias de sorte. Também precisei de uma cintigrafia no início de Dezembro passado e pela pesquisa que fiz, o menor prazo parecia ser na CUF Descobertas e seria na segunda semana de Janeiro. Fui pessoalmente fazer a marcação para preencher e juntar toda a informação anterior e, quando ia a sair, recebo uma chamada no telemóvel a informarem que tinha faltado um paciente e que, se estivesse disponível, podia fazer na próxima hora. Quando me apresentei ao médico na semana seguinte com os exames todos que tinha pedido, ele nem queria acreditar.
Receio que a gestão do Covid tenha sido conter ao máximo o número de vítimas do Covid exposto em directo pelos média em troca de vítimas colaterais que, nos próximos anos, vão falecer em diferido sem qualquer atenção dos média. Espero que, algures no futuro, haja alguém disposto a estudar (mas estudar a sério) o impacto desta gestão em anos de pandemia (que sempre achei política primeiro e sanitária em segundo) e da gestão do SNS nos anos pré-pandemia que o deixou tão vulnerável. Há várias semanas, foi publicado algures um estudo no qual Portugal era apresentado como um dos países na Europa onde os serviços de saúde não-covid mais sofreram.
por este andar estou a ver que aos 91 ainda vou ter de ressuscitar a horta do meu AVÔ materno
Os títulos dos jornais apenas dão expressão àquilo que se constata quando se anda aí pela vida, vendo, ouvindo e sentindo.
Só não vê quem não quer a nossa decadência enquanto país.
Como estão as coisas, parece-me urgente que o PS saia da governação.
Porém, temo que este meu desejo não se concretize. Demasiada gente -com direito ao voto nas urnas – depende do Estado, sobretudo funcionários públicos e reformados (e respectivas famílias). São estes que votam sobretudo PS. Se lhes perguntarmos como é que, financeiramente, funciona o Estado tem apenas suma vaga ideia. E mais não querem saber. Apenas intuem que é o PS – partido da distribuição – que lhes assegura o rendimento, pensando que é o Estado que tem o dinheiro que lhes distribui. Não sabem que o dinheiro vem dos contribuintes. Muitos referem que o Estado lhes deve prestar mais serviços, mas, se lhes dissermos que tal implica mais impostos sobre os cidadãos respondem que sejam os outros a pagar pois eles já pagam muito.
Alguém fala do legado de Passos Coelho! Devia é falar da herança que ele recebeu (nota: não estou a subscrever a acção de PC).
“Alguém fala do legado de Passos Coelho! Devia é falar da herança que ele recebeu “
É mais a herança que ele quis receber. Passos Coelho ajudou a entrada da troika em Portugal ao não querer fazer como a Espanha que fizeram tudo para evitar a troika e conseguiram.
Luís Santos
O Drama, a Tragédia, o Horror…
Calma isto é só até ao dia 30, depois vem, a Alegria, a Comédia, o Prazer…
E ainda dizem que não somos um povo culto, se isto não é cultura é o quê?
Isto está pior que mau.
6% são donos da riqueza.
Só 8% do voto jovem no PS.
Para vocês não está mau: está péssimo.
Os jovens não votam ps?
Os círculos da emigração também só elegem 4, não é por aí que ficam pior.
A minha experiência com os títulos dos jornais é que, quando vou ler o texto constato na maior parte dos casos que o título é enganoso, tratando-se ao mesmo tempo de um chamariz e de uma defesa. Chamariz pela curiosidade pela desgraça para vender o jornal, defesa porque o jornal pode sempre alegar que não faltou à verdade.
Para si, então, o Expresso e o Público são jornais de escândalos.
Tenho uma novidade: não são.
E todos os títulos que aqui trago estão bem justificados nas noticias.
Aliás em vez de sete podia ter trazido setenta.
Há postes atrasados os jornais estavam todos “vendidos” ao PS.
Não está, de certeza, a referir-se a algo que eu tenha escrito.
“40 mil portugueses trabalham sem receber salário”, título in Avante?
Em dia de reflexão até dá para refletir nas últimas, as de ontem, promessas de todos os partidos, todos a prometer aumentar os salários. Todos.
Ainda há semanas, era assunto dos radicais da esquerda que queriam levar as empresas à falência com a exigência do aumento dos salários.
Algumas notícias apontam para uma coisa preocupante: já andam a falar em liberalizar completamente as rendas de casa — e andam a pôr notícias-teste nos jornais nesse sentido.
Isso acho mal porque é necessário fazer primeiro um milhão de outras coisas primeiro antes de fazer isso… caso contrário isto fica tudo muito mal e mudar o rumo do país não vai valer de nada.. é preciso que os salários e a riqueza da classe média suba antes de se fazer uma coisa dessas que ia destruir milhares de famílias.
As pessoas não aguentam mais a ganância só de alguns. Tenham muito cuidado, liberaizinhos de merda.