Amélia Mingas, ex-directora executiva do Instituto Internacional de Língua Portuguesa: «Há um acordo que não tem razão de ser. Porque o que se nota são alterações tendo em conta o desenvolvimento da língua portuguesa no Brasil»
Amélia Mingas, ex-directora executiva do Instituto Internacional de Língua Portuguesa: «Há um acordo que não tem razão de ser. Porque o que se nota são alterações tendo em conta o desenvolvimento da língua portuguesa no Brasil»
E Amélia Mingas tem razão. Entendo que esta estorieta do acordo está aí para fazer jeito a editores. Retirar a especificidade da língua portuguesa no contexto da sua universalidade é castrar esta mesma universalidade. Devemos saber ler no português de cada nação, porque só assim se manterá a riqueza da língua. Façam adendas aos significados da palavra em cada nação nos livros publicados, mas não façam merda (já agora: merda é uma palavra limpa que tem como função revelar a trampa feita e/ou a fazer. Pode ter um carácter preventivo e/ou oclusivo mas também definir o estado do objecto).
Parabéns, Amélia Mingas.
Claro que tem razão. Pode ser que vozes autorizadas, como esta, influenciem alguns portugueses que só gostam de emitir opiniões em função dos ecos que nos chegam do exterior.
A notícia merece ser divulgada e primeiras páginas, em letras muito gordas.
Pois merece, Rui. Com todas as letras.