Resistência activa ao aborto ortográfico (82)


Pedro Correia,

 

Semanário Alto Alentejo, de Portalegre

(“Todos, neste jornal, discordamos da idiotice plasmada no chamado Acordo Ortográfico, cuja obrigatoriedade de cumprimento consideramos ilegítima”, lê-se no editorial da última edição, sob o título “Escrevemos Português de Portugal”)

 

4 comentários em “Resistência activa ao aborto ortográfico (82)”

    1. Não houve referendo. Mas também não houve consulta informal, nem debate, nem audição de especialistas, nem análise de pareceres. Nada. Tudo à porta fechada, em três ou quatro dias, sem actas de reuniões. E assim se pretende modificar a ortografia de uma língua com mais de 200 milhões de utilizadores diários.
      Felizmente a resistência existe. Aí está, em todo o País. Só um cego não vê.

      1. O que me espanta nisto é o presidente ter promulgado logo! Mas existe resistência e é muito grande. O que me preocupa são os meus filhos, pois começam a aprender uma língua que não sei o que é! No Brasil, pelos vistos, foi “suspenso” e os países africanos não foram “tidos nem achados”! Mas com certeza que “alguns” “ganharam” com isto! E agora com esta crise os custos desta situação dispararam! Haja juízo!

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